por José Benedito Schumann Cunha
jbscteologo@gmail.com
A conversão é um processo continuo em nossa vida. Deus nos ama muito e nos quer livres para Ele. Deus nos chama e dá a graça para que possamos responder com a nossa vida. Somos ovelhas que seguem o Bom Pastor. Jesus cuida, toma conta e não deixa que o mercenário e o aproveitador atrapalhem a vida das ovelhas. Jesus não deixa as ovelhas sem alimentação. Ele dá o alimento na sua Palavra que nunca mente e do seu Corpo que nos sustenta na jornada. Ele abre caminhos para que possamos Segui-Lo com segurança.
“Hoje corremos o risco de viver como se Deus não existisse, mas Deus tem mil maneiras” para tocar e animar a nossa alma, orientava o papa Bento XVI mais de 40 mil fiéis que assistiram à audiência geral na Praça de São Pedro. Na catequese, Bento XVI falou da Santíssima Ângela de Foligno, a grande mística medieval. Viveu na cidade da Úmbria, no século XIII, observando que sua experiência ensina-nos a estar atentos aos sinais da presença do Senhor em nossa vida. “Em suas visões”, disse o papa, Deus disse para “manter a graça” e “não retirar os olhos da cruz” (www.h2onews.org em 13-10-2010).
Após a conversão, uma longa caminhada ao longo do "Caminho da Cruz" trouxeram à Beata Ângela a possibilidade de se identificar com Cristo, “transformando o amor e os sofrimentos de Cristo crucificado", o "Deus-homem apaixonado", que se torna um mestre da perfeição. Seguindo o seu exemplo, Bento XVI convidou todos para ficar em oração "para contemplar o crucifixo" e pedindo "que o Senhor ilumine o nosso coração” para nos direcionar ao entendimento do “quanto Ele nos amou e o quanto ele ama a cada um de nós, e como a verdadeira felicidade vem da amizade íntima com Ele” (www.h2onews.org em 13-10-2010).
Deus nos ilumina sempre e faz com que aprendamos com as nossas experiências de vida para continuar nas pegadas de Cristo que nos leva ao caminho certo, à verdade que liberta e à vida em abundância. Esta vida não é só privilégio meu, mas de todos que querem ser fiéis a Deus e que lutam para que a cultura da morte não seja vitoriosa. A vida tem primazia em nossas relações sociais, religiosas, familiares, comunitárias e políticas.
Que cada cristão e toda pessoa de boa vontade sejam agentes do bem para reinar já entre nós a justiça com vida em todos os seus estágios, além da paz para todos
Bacharel em Teologia pela Pontificium Athenaeum S. Anselmi de Urbe (Roma/Itália) e Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), José Benedito Schumann Cunha é engenheiro. Tem ainda formação em História e Pedagogia. Nasceu em 03 de abril de 1957, em Cristina, Minas Gerais. Atualmente mora em Itajubá (MG). Além de colaborar com o Blog da Pastoral da Comunicação (Pascom) da Arquidiocese de Montes Claros, ajuda na Pascom da Paróquia São José Operário de Itajubá. Preside também Celebração da Palavra nesta Paróquia e em algumas paróquias vizinhas. Já esteve, por dois meses e meio, experimentando a vocação religiosa.
Texto pensado, produzido e escrito em 13 de outubro de 2010
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ALVORADA
O SOL NASCE NO LESTE (VOSTOK) E PÕE-SE NO OESTE (EAST)
Frase
"(...) A história se repete: a primeira vez como tragédia. A segunda e outras vezes como farsa da tragédia anunciada. (...)" Karl Heinrich Marx (05/05/1818-14/03/1883)
Fatos
Gripe espanhola-estadunidense no início do século XX... Coronavírus no início do século XXI... Barragem de rejeitos minerários arrasa Mariana-MG em 05/11/2015... Barragem de rejeitos minerários arrasa Brumadinho-MG em 25/01/2019... Anderson Gomes e Marielle Franco são executados no Rio de Janeiro-RJ em 14/03/2018... Médicos ortopedistas são executados com 30 tiros em 30 segundos em restaurante na Barra da Tijuca no Rio de Janeiro-RJ... (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)(...) (...) (...)(...) (...) (...) E por aí vai...
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
A dignidade humana deve ser apoiada por todos nós
por José Benedito Schumann Cunha
jbscteologo@gmail.com
O ser humano tem uma dignidade e que deve ser respeitada por todos. Esta dignidade foi conferida por Deus e tem uma lei natural que deve ser valorizada para que a vida seja defendida. Não se pode ficar calado diante da cultura da morte e do secularismo em que o mundo está mergulhado.
No dia 18/11/2010, o papa Bento XVI nos exortou dizendo: A vida e a dignidade de todo ser humano devem ser defendidas em todas as ocasiões, também quando para isso seja necessário nadar "contra a corrente", porque na sociedade se defendem ideias em sentido oposto. Esta é a mensagem do papa Bento XVI, enviada aos participantes da 25ª Conferência Internacional sobre o tema "Caritas in veritate: por um cuidado da saúde justo e humano", promovida pelo Conselho Pontifício para a Pastoral no Campo da Saúde, que terminou no dia 19/11/2010 (notícia tirada do site www.zenit.org em 20/11/2010).
Na mensagem, lida hoje de manhã pelo secretário de Estado, cardeal Tarcisio Bertone, o pontífice recorda que "a justiça no campo da saúde deve estar entre as prioridades nas agendas dos governos e das instituições internacionais". "Infelizmente, junto a resultados positivos e motivadores, há opiniões e linhas de pensamento que a ferem", lamenta (notícia tirada do site www.zenit.org em 20/11/2010).
Neste sentido, cita "questões como as relacionadas à chamada 'saúde reprodutiva', com o recurso a técnicas artificiais de procriação que comportam a destruição de embriões, ou com a eutanásia legalizada". É muito importante que as pessoas tenham como meta a defesa da vida de todos, pois isto é corresponder com a vontade de Deus. Eu vim para que todos tenham vida e vida em abundância. Isso pode confirmar na fala do nosso papa Bento XVI: "O amor à justiça, a proteção da vida desde sua concepção até seu término natural, o respeito à dignidade de todo ser humano, devem ser apoiados e testemunhados, inclusive contra a corrente". "Os valores éticos fundamentais são patrimônio comum da moralidade universal e base da convivência democrática" (notícia tirada do site www.zenit.org em 20/11/2010).
Para defender estes valores, sublinha o papa, "é necessário o esforço conjunto de todos, mas também e, sobretudo uma profunda conversão do olhar interior". "Somente quando se enxerga o futuro com o olhar do Criador, que é um olhar de amor, a humanidade aprenderá a viver na terra em paz e justiça, destinando com equidade a terra e seus recursos ao bem de todo homem e de toda mulher", indica.
Neste contexto, conclui citando sua Mensagem para o Dia Mundial da Paz 2010, na qual deseja "um modelo de desenvolvimento fundado na centralidade do ser humano, na promoção e partilha do bem comum, na responsabilidade, na consciência da necessidade de mudar os estilos de vida e na prudência, virtude que indica as ações que se devem realizar hoje na previsão do que poderá suceder amanhã" (notícia tirada do site www.zenit.org em 20/11/2010).
Assim, com as palavras seguras do nosso papa Bento XVI, somos orientados a tomar partido pela vida. Vale à pena defender a vida porque, desse modo, tornamo-nos mais humanos e parecidos com Deus, e valorizando a nossa vocação de filhos amados de Deus. O Reino de Deus tem Cristo, o Rei do Universo, que veio servir à humanidade, dando-lhe dignidade na justiça e na paz para todos.
Amém!
Bacharel em Teologia pela Pontificium Athenaeum S. Anselmi de Urbe (Roma/Itália) e Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), José Benedito Schumann Cunha é engenheiro. Tem ainda formação em História e Pedagogia. Nasceu em 03 de abril de 1957, em Cristina, Minas Gerais. Atualmente mora em Itajubá (MG). Além de colaborar com o Blog da Pastoral da Comunicação (Pascom) da Arquidiocese de Montes Claros, ajuda na Pascom da Paróquia São José Operário de Itajubá. Preside também Celebração da Palavra nesta Paróquia e em algumas paróquias vizinhas. Já esteve, por dois meses e meio, experimentando a vocação religiosa.
Texto pensado, produzido e escrito em 21 de novembro de 2010
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O ser humano tem uma dignidade e que deve ser respeitada por todos. Esta dignidade foi conferida por Deus e tem uma lei natural que deve ser valorizada para que a vida seja defendida. Não se pode ficar calado diante da cultura da morte e do secularismo em que o mundo está mergulhado.
No dia 18/11/2010, o papa Bento XVI nos exortou dizendo: A vida e a dignidade de todo ser humano devem ser defendidas em todas as ocasiões, também quando para isso seja necessário nadar "contra a corrente", porque na sociedade se defendem ideias em sentido oposto. Esta é a mensagem do papa Bento XVI, enviada aos participantes da 25ª Conferência Internacional sobre o tema "Caritas in veritate: por um cuidado da saúde justo e humano", promovida pelo Conselho Pontifício para a Pastoral no Campo da Saúde, que terminou no dia 19/11/2010 (notícia tirada do site www.zenit.org em 20/11/2010).
Na mensagem, lida hoje de manhã pelo secretário de Estado, cardeal Tarcisio Bertone, o pontífice recorda que "a justiça no campo da saúde deve estar entre as prioridades nas agendas dos governos e das instituições internacionais". "Infelizmente, junto a resultados positivos e motivadores, há opiniões e linhas de pensamento que a ferem", lamenta (notícia tirada do site www.zenit.org em 20/11/2010).
Neste sentido, cita "questões como as relacionadas à chamada 'saúde reprodutiva', com o recurso a técnicas artificiais de procriação que comportam a destruição de embriões, ou com a eutanásia legalizada". É muito importante que as pessoas tenham como meta a defesa da vida de todos, pois isto é corresponder com a vontade de Deus. Eu vim para que todos tenham vida e vida em abundância. Isso pode confirmar na fala do nosso papa Bento XVI: "O amor à justiça, a proteção da vida desde sua concepção até seu término natural, o respeito à dignidade de todo ser humano, devem ser apoiados e testemunhados, inclusive contra a corrente". "Os valores éticos fundamentais são patrimônio comum da moralidade universal e base da convivência democrática" (notícia tirada do site www.zenit.org em 20/11/2010).
Para defender estes valores, sublinha o papa, "é necessário o esforço conjunto de todos, mas também e, sobretudo uma profunda conversão do olhar interior". "Somente quando se enxerga o futuro com o olhar do Criador, que é um olhar de amor, a humanidade aprenderá a viver na terra em paz e justiça, destinando com equidade a terra e seus recursos ao bem de todo homem e de toda mulher", indica.
Neste contexto, conclui citando sua Mensagem para o Dia Mundial da Paz 2010, na qual deseja "um modelo de desenvolvimento fundado na centralidade do ser humano, na promoção e partilha do bem comum, na responsabilidade, na consciência da necessidade de mudar os estilos de vida e na prudência, virtude que indica as ações que se devem realizar hoje na previsão do que poderá suceder amanhã" (notícia tirada do site www.zenit.org em 20/11/2010).
Assim, com as palavras seguras do nosso papa Bento XVI, somos orientados a tomar partido pela vida. Vale à pena defender a vida porque, desse modo, tornamo-nos mais humanos e parecidos com Deus, e valorizando a nossa vocação de filhos amados de Deus. O Reino de Deus tem Cristo, o Rei do Universo, que veio servir à humanidade, dando-lhe dignidade na justiça e na paz para todos.
Amém!
Bacharel em Teologia pela Pontificium Athenaeum S. Anselmi de Urbe (Roma/Itália) e Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), José Benedito Schumann Cunha é engenheiro. Tem ainda formação em História e Pedagogia. Nasceu em 03 de abril de 1957, em Cristina, Minas Gerais. Atualmente mora em Itajubá (MG). Além de colaborar com o Blog da Pastoral da Comunicação (Pascom) da Arquidiocese de Montes Claros, ajuda na Pascom da Paróquia São José Operário de Itajubá. Preside também Celebração da Palavra nesta Paróquia e em algumas paróquias vizinhas. Já esteve, por dois meses e meio, experimentando a vocação religiosa.
Texto pensado, produzido e escrito em 21 de novembro de 2010
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sábado, 20 de novembro de 2010
Educação
Quando a idéia não perde o assento
[por Equipe Arquidiocesana da Pastoral da Educação]
O ideal vive e ainda continua sendo uma chama ardente para todos os professores. O nosso lema é “Semear E Construir”. Isso, em termos práticos, é cuidar da capacitação e da qualificação do educando, buscando gerir uma sociedade responsável, justa, sustentável e solidária. Já houve em nossa história grandes homens e mulheres que reconheceram e se identificaram com essa nobre missão.
A exemplo, Dom Pedro disse: “Se não fosse Imperador, desejaria ser professor. Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro”. Hoje, irmanada ao professor, está a Pastoral da Educação que, de braços dados com os mestres do saber, buscou celebrar o 15 de outubro, que em 2010 caiu em uma sexta-feira, louvando e agradecendo a Deus pela árdua caminhada.
Foi celebrada missa solene na igreja matriz da Paróquia São Sebastião de Montes Claros às 19h desse dia dos professores. A cerimônia religiosa foi presidida pelo pároco local, padre Valdomiro Soares Machado (frei Valdo). Este, durante e após a celebração, ressaltou a dádiva dada por Deus a essa nobre missão.
Após a missa, houve momento cultural com a participação de representantes do Conservatório de Música Lorenzo Fernandez, liderados pelo professor Wanderdaick, com homenagens e uma animada confraternização. Muitos educandários se fizeram presentes nas pessoas de diretores, professores e de outros trabalhadores da educação.
Quem esteve presente conta, emocionado, a alegria e o incentivo recebidos neste evento. O carinho da Pastoral da Educação, ao semear gestos de notável reconhecimento e apoio ao educador, é essencial para quem trabalha neste campo. Assim temos mais força para prosseguir na luta diária.

Abertura da missa solene em homenagem aos professores na matriz de São Sebastião de MOC (Arquimoc Imagens - 15/10/2010)
[por Equipe Arquidiocesana da Pastoral da Educação]
O ideal vive e ainda continua sendo uma chama ardente para todos os professores. O nosso lema é “Semear E Construir”. Isso, em termos práticos, é cuidar da capacitação e da qualificação do educando, buscando gerir uma sociedade responsável, justa, sustentável e solidária. Já houve em nossa história grandes homens e mulheres que reconheceram e se identificaram com essa nobre missão.
A exemplo, Dom Pedro disse: “Se não fosse Imperador, desejaria ser professor. Não conheço missão maior e mais nobre que a de dirigir as inteligências jovens e preparar os homens do futuro”. Hoje, irmanada ao professor, está a Pastoral da Educação que, de braços dados com os mestres do saber, buscou celebrar o 15 de outubro, que em 2010 caiu em uma sexta-feira, louvando e agradecendo a Deus pela árdua caminhada.
Foi celebrada missa solene na igreja matriz da Paróquia São Sebastião de Montes Claros às 19h desse dia dos professores. A cerimônia religiosa foi presidida pelo pároco local, padre Valdomiro Soares Machado (frei Valdo). Este, durante e após a celebração, ressaltou a dádiva dada por Deus a essa nobre missão.
Após a missa, houve momento cultural com a participação de representantes do Conservatório de Música Lorenzo Fernandez, liderados pelo professor Wanderdaick, com homenagens e uma animada confraternização. Muitos educandários se fizeram presentes nas pessoas de diretores, professores e de outros trabalhadores da educação.
Quem esteve presente conta, emocionado, a alegria e o incentivo recebidos neste evento. O carinho da Pastoral da Educação, ao semear gestos de notável reconhecimento e apoio ao educador, é essencial para quem trabalha neste campo. Assim temos mais força para prosseguir na luta diária.
Abertura da missa solene em homenagem aos professores na matriz de São Sebastião de MOC (Arquimoc Imagens - 15/10/2010)
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Preocupação com os menos favorecidos
por Maicon Tavares
maicon_ptavares@hotmail.com
Muitas pessoas me parabenizam pelo trabalho que realizo nas comunidades carentes, mas infelizmente encontro pessoas que me criticam e a maioria é jovem que acha que ajudar os menos favorecidos é função unicamente dos governantes.
Diante de várias situações diferenciadas e cruéis, coloco-me à disposição do próximo. Dizem que o Brasil é um país cristão. Ora, que país cristão é este que quase ninguém se sensibiliza com a fome, com a dor, com as doenças, com a ignorância, com a miséria?
Muitas pessoas se dizem revolucionárias. Se colocar, só com conversa, revolucionário é muito fácil, quero ver ação. Conheço muita gente que manda o outro ser solidário e não vive o que impõe aos outros.
Mais um Natal se aproxima e cada vez mais cresce o número de famílias que não tem nem perspectiva de ter um alimento na mesa. E você? O que pensa em fazer para matar a fome das crianças, ou melhor, das milhares de famílias carentes neste Natal?
Não sei se você quer ser sal e luz [e fazer a massa ferver para lutar por melhores condições de vida digna], como pede Jesus. Eu, com muito amor e carinho, estou promovendo uma campanha de Natal. Atenderá a demanda do Bairro Operário-Cultural Morrinhos e do Jardim Alvorada, em Montes Claros, Norte Sertanejo de Minas Gerais.
Não siga o meu exemplo e sim o de Cristo Jesus. Ele nos orienta a matar a fome dos irmãos e das irmãs. Faça uma boa ação neste Natal. É bom para a alma e para o corpo. [De indiferença, já basta o meio político].
OBSERVAÇÃO DESTE BLOG Apenas em Montes Claros, cidade localizada no segundo maior entrocamento rodoviário do Brasil, existem mais de 75 entidades cadastradas no Conselho Municipal de Assistência Social (Cmas) e todas desenvolvem um trabalho extraordinário na área em que atuam, apesar de receberem pouco ou nenhum repasse de verba do poder público local. Além disso, existem, na cidade e em toda a região, pastorais e movimentos sociais que, como não possuem um CNPJ, não são legais, mas são legítimas e trabalham, como nunca visto na história deste país, pela consolidação do bem-estar social com qualidade para todos.
maicon_ptavares@hotmail.com
Muitas pessoas me parabenizam pelo trabalho que realizo nas comunidades carentes, mas infelizmente encontro pessoas que me criticam e a maioria é jovem que acha que ajudar os menos favorecidos é função unicamente dos governantes.
Diante de várias situações diferenciadas e cruéis, coloco-me à disposição do próximo. Dizem que o Brasil é um país cristão. Ora, que país cristão é este que quase ninguém se sensibiliza com a fome, com a dor, com as doenças, com a ignorância, com a miséria?
Muitas pessoas se dizem revolucionárias. Se colocar, só com conversa, revolucionário é muito fácil, quero ver ação. Conheço muita gente que manda o outro ser solidário e não vive o que impõe aos outros.
Mais um Natal se aproxima e cada vez mais cresce o número de famílias que não tem nem perspectiva de ter um alimento na mesa. E você? O que pensa em fazer para matar a fome das crianças, ou melhor, das milhares de famílias carentes neste Natal?
Não sei se você quer ser sal e luz [e fazer a massa ferver para lutar por melhores condições de vida digna], como pede Jesus. Eu, com muito amor e carinho, estou promovendo uma campanha de Natal. Atenderá a demanda do Bairro Operário-Cultural Morrinhos e do Jardim Alvorada, em Montes Claros, Norte Sertanejo de Minas Gerais.
Não siga o meu exemplo e sim o de Cristo Jesus. Ele nos orienta a matar a fome dos irmãos e das irmãs. Faça uma boa ação neste Natal. É bom para a alma e para o corpo. [De indiferença, já basta o meio político].
OBSERVAÇÃO DESTE BLOG Apenas em Montes Claros, cidade localizada no segundo maior entrocamento rodoviário do Brasil, existem mais de 75 entidades cadastradas no Conselho Municipal de Assistência Social (Cmas) e todas desenvolvem um trabalho extraordinário na área em que atuam, apesar de receberem pouco ou nenhum repasse de verba do poder público local. Além disso, existem, na cidade e em toda a região, pastorais e movimentos sociais que, como não possuem um CNPJ, não são legais, mas são legítimas e trabalham, como nunca visto na história deste país, pela consolidação do bem-estar social com qualidade para todos.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
A Eucaristia é Fonte de Vida para a Vida Cristã
por José Benedito Schumann Cunha
jbscteologo@gmail.com
Não só de Pão vive o homem, mas de toda a Palavra que sai da boca de Deus. O pão material é importante, mas o pão eucarístico dá vida eterna à pessoa que comunga. A Igreja é eucarística e dela tiramos a força para enfrentar as lutas do dia-a-dia, sem vacilar, porque Deus está conosco. Não há alimento melhor para o espírito da pessoa do que a Eucaristia e a Palavra de Deus.
A Igreja vive uma "primavera eucarística", afirma Bento XVI. Na quarta-feira, 17 de novembro de 2010, o papa Bento XVI saudou os cerca de 40 mil peregrinos presentes na Praça de São Pedro, no Vaticano. "Desejo afirmar com alegria que hoje, na Igreja, há uma 'primavera eucarística': quantas pessoas permanecem silenciosas diante do Tabernáculo, para entreter-se em diálogo de amor com Jesus! É consolador saber que não poucos grupos de jovens redescobriram a beleza de rezar em adoração diante do Santíssimo Sacramento", exclamou Bento XVI na Catequese desta quarta-feira, 17/11/2010 (notícia tirada de www.cancaonova.com em 17/11/2010).
O papa falou sobre a santa belga Juliana de Cornillon que, apesar de não ser muito conhecida, desempenhou um papel fundamental para a instituição da festa de Corpus Christi, "solenidade litúrgica mais importante do ano", nas palavras do Pontífice (notícia tirada de www.cancaonova.com em 17/11/2010). O bispo de Roma lembrou que a fidelidade à Santa Missa dominical é essencial para a caminhada de fé, mas, ao mesmo tempo, lançou um convite.
"Busquemos também ir frequentemente visitar o Senhor presente no Tabernáculo! Olhando em adoração a Hóstia consagrada, nós encontramos o dom do amor de Deus, encontramos a Paixão e a Cruz de Jesus, bem como a sua Ressurreição. Exatamente através do nosso olhar em adoração, o Senhor nos atrai para si, dentro de seu mistério, para transformar-nos como transforma o pão e o vinho" (notícia tirada de www.cancaonova.com em 17/11/2010).
Juliana ficou órfã aos cinco anos e foi criada em um convento de monjas agostinianas. Mais tarde, ela própria tornou-se membro da Congregação. Aos 16 anos, a santa teve uma visão mística da lua envolta por uma faixa escura. "A lua simbolizava a vida da Igreja sobre a terra, a linha opaca representava, por sua vez, a ausência de uma festa litúrgica, para a instituição da qual era pedido a Juliana que trabalhasse de modo eficaz: uma festa, isto é, na qual os fiéis pudessem adorar a Eucaristia para aumentar a fé, avançar na prática das virtudes e reparar as ofensas ao Santíssimo Sacramento", explicou o santo padre (notícia tirada de www.cancaonova.com em 17/11/2010).
Essa visão foi mantida em segredo, por mais de 20 anos, até o dia em que Juliana decidiu compartilhá-la com outras duas religiosas. As três fizeram uma espécie de aliança espiritual e buscaram auxílio junto ao padre Giovanni di Losanna, pedindo que ele consultasse teólogos e eclesiásticos sobre o que elas traziam em seus corações. "Aquilo que aconteceu a Juliana de Cornillon repete-se frequentemente na vida dos Santos: para se ter a confirmação de que uma inspiração vem de Deus, é preciso sempre imergir-se na oração, saber esperar com paciência, buscar a amizade e o encontro com outras almas boas, e submeter tudo ao juízo dos Pastores da Igreja" (notícia tirada de www.cancaonova.com em 17/11/2010).
Bento XVI salientou que a superação das provas que se apresentam no caminho tem como fim último o incremento da fé. Acerca da festa de Corpus Christi, o pontífice ressaltou que os textos foram compostos por São Tomás de Aquino e são ainda hoje utilizados na Igreja, indicando particularmente o ‘Adoro te devote’. "São textos que fazem vibrar as cordas do coração para expressar louvor e gratidão ao Santíssimo Sacramento, enquanto a inteligência, adentrando com espanto no mistério, reconhece na Eucaristia a presença viva e verdadeira de Jesus, do seu Sacrifício de amor que nos reconcilia com o Pai, e nos dá a salvação” (notícia tirada de www.cancaonova.com em 17/11/2010).
Com estas palavras do nosso papa Bento XVI, temos a convicção de que é em Deus que está a verdade que não nos confunde. Esta nos dá a certeza de que estamos firmes na fé e obedientes à Palavra de Deus e dóceis aos ensinamentos do nosso pastor que está na direção da Igreja. Este sela o céu com a terra. Somos fortes naquele que é a verdadeira força Jesus na ação do Espírito Santo. A glória de Deus Pai brilha na Igreja de Cristo na beleza e bondade do Espírito Santo. A Igreja é eucarística e nos alimenta e nos dá força na construção do Reino de Deus definitivo entre nós.
Amém!
Bacharel em Teologia pela Pontificium Athenaeum S. Anselmi de Urbe (Roma/Itália) e Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), José Benedito Schumann Cunha é engenheiro. Tem ainda formação em História e Pedagogia. Nasceu em 03 de abril de 1957, em Cristina, Minas Gerais. Atualmente mora em Itajubá (MG). Além de colaborar com o Blog da Pastoral da Comunicação (Pascom) da Arquidiocese de Montes Claros, ajuda na Pascom da Paróquia São José Operário de Itajubá. Preside também Celebração da Palavra nesta Paróquia e em algumas paróquias vizinhas. Já esteve, por dois meses e meio, experimentando a vocação religiosa.
Texto pensado, produzido e escrito em 17 de novembro de 2010
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NOTÍCIA
> > > Nos 75 Anos da Paróquia São Sebastião de Taiobeiras e nos 100 Anos da Arquidiocese de Montes Claros, Ministério da Cultura apóia publicação de livro fotográfico sobre história da juventude do Alto Rio Pardo de Minas
Um dos dois trabalhos de Taiobeiras, na Região Alto Rio Pardo de Minas Gerais, selecionados pelo edital de microprojetos “Mais Cultura para o Semiárido”, do Ministério da Cultura, o “Memorial da Juventude de Taiobeiras”, proposto pelo casal Flaviana e Levon do Nascimento, estará disponível ao público a partir de 03 de dezembro de 2010, quando será lançado às 19h e 30min na Câmara Municipal local.
O trabalho foi estruturado em uma pesquisa iconográfica e na publicação de um livro fotográfico, contendo textos e imagens que contam a história dos grupos e movimentos de jovens de Taiobeiras no período entre 1975 e 2010. A obra tem 132 páginas e foi impressa nas oficinas da Editora “O Lutador”, de Belo Horizonte.
O objetivo do projeto é resgatar a memória cultural, artística e histórica da juventude de Taiobeiras e motivar os jovens do presente a se organizar e a atuar coletivamente. O outro projeto taiobeirense aprovado no “Mais Cultura” foi o “Cantarte”, assessorado pelo professor Fabiano Alves Pereira, já lançado em 29 de outubro deste ano.

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www.levontaiobeiras.blogspot.com
NESTE FINAL DE SEMANA
“Lançai as redes e sede pescadores de homens”. No Ano Centenário da Arquidiocese de Montes Claros, a Renovação Carismática Católica (RCC) promoverá no próximo domingo, 21 de novembro de 2010, das 7h e 30min às 18h e 30min, o “Arrastão do Reino” com orações, pregações, apresentações artísticas e celebração da santa missa.
O encontro será no Ginásio do Colégio Marista São José, Bairro Roxo Verde, em Montes Claros, Norte de Minas Gerais. A entrada é R$ 5. Os pregadores serão padre Wally Soares, da Diocese de Teófilo Otoni, Cristiano Costa, coordenador da RCC na Diocese de Governador Valadares, e Wendel Barros, coordenador da RCC na Diocese de Almenara.

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Não só de Pão vive o homem, mas de toda a Palavra que sai da boca de Deus. O pão material é importante, mas o pão eucarístico dá vida eterna à pessoa que comunga. A Igreja é eucarística e dela tiramos a força para enfrentar as lutas do dia-a-dia, sem vacilar, porque Deus está conosco. Não há alimento melhor para o espírito da pessoa do que a Eucaristia e a Palavra de Deus.
A Igreja vive uma "primavera eucarística", afirma Bento XVI. Na quarta-feira, 17 de novembro de 2010, o papa Bento XVI saudou os cerca de 40 mil peregrinos presentes na Praça de São Pedro, no Vaticano. "Desejo afirmar com alegria que hoje, na Igreja, há uma 'primavera eucarística': quantas pessoas permanecem silenciosas diante do Tabernáculo, para entreter-se em diálogo de amor com Jesus! É consolador saber que não poucos grupos de jovens redescobriram a beleza de rezar em adoração diante do Santíssimo Sacramento", exclamou Bento XVI na Catequese desta quarta-feira, 17/11/2010 (notícia tirada de www.cancaonova.com em 17/11/2010).
O papa falou sobre a santa belga Juliana de Cornillon que, apesar de não ser muito conhecida, desempenhou um papel fundamental para a instituição da festa de Corpus Christi, "solenidade litúrgica mais importante do ano", nas palavras do Pontífice (notícia tirada de www.cancaonova.com em 17/11/2010). O bispo de Roma lembrou que a fidelidade à Santa Missa dominical é essencial para a caminhada de fé, mas, ao mesmo tempo, lançou um convite.
"Busquemos também ir frequentemente visitar o Senhor presente no Tabernáculo! Olhando em adoração a Hóstia consagrada, nós encontramos o dom do amor de Deus, encontramos a Paixão e a Cruz de Jesus, bem como a sua Ressurreição. Exatamente através do nosso olhar em adoração, o Senhor nos atrai para si, dentro de seu mistério, para transformar-nos como transforma o pão e o vinho" (notícia tirada de www.cancaonova.com em 17/11/2010).
Juliana ficou órfã aos cinco anos e foi criada em um convento de monjas agostinianas. Mais tarde, ela própria tornou-se membro da Congregação. Aos 16 anos, a santa teve uma visão mística da lua envolta por uma faixa escura. "A lua simbolizava a vida da Igreja sobre a terra, a linha opaca representava, por sua vez, a ausência de uma festa litúrgica, para a instituição da qual era pedido a Juliana que trabalhasse de modo eficaz: uma festa, isto é, na qual os fiéis pudessem adorar a Eucaristia para aumentar a fé, avançar na prática das virtudes e reparar as ofensas ao Santíssimo Sacramento", explicou o santo padre (notícia tirada de www.cancaonova.com em 17/11/2010).
Essa visão foi mantida em segredo, por mais de 20 anos, até o dia em que Juliana decidiu compartilhá-la com outras duas religiosas. As três fizeram uma espécie de aliança espiritual e buscaram auxílio junto ao padre Giovanni di Losanna, pedindo que ele consultasse teólogos e eclesiásticos sobre o que elas traziam em seus corações. "Aquilo que aconteceu a Juliana de Cornillon repete-se frequentemente na vida dos Santos: para se ter a confirmação de que uma inspiração vem de Deus, é preciso sempre imergir-se na oração, saber esperar com paciência, buscar a amizade e o encontro com outras almas boas, e submeter tudo ao juízo dos Pastores da Igreja" (notícia tirada de www.cancaonova.com em 17/11/2010).
Bento XVI salientou que a superação das provas que se apresentam no caminho tem como fim último o incremento da fé. Acerca da festa de Corpus Christi, o pontífice ressaltou que os textos foram compostos por São Tomás de Aquino e são ainda hoje utilizados na Igreja, indicando particularmente o ‘Adoro te devote’. "São textos que fazem vibrar as cordas do coração para expressar louvor e gratidão ao Santíssimo Sacramento, enquanto a inteligência, adentrando com espanto no mistério, reconhece na Eucaristia a presença viva e verdadeira de Jesus, do seu Sacrifício de amor que nos reconcilia com o Pai, e nos dá a salvação” (notícia tirada de www.cancaonova.com em 17/11/2010).
Com estas palavras do nosso papa Bento XVI, temos a convicção de que é em Deus que está a verdade que não nos confunde. Esta nos dá a certeza de que estamos firmes na fé e obedientes à Palavra de Deus e dóceis aos ensinamentos do nosso pastor que está na direção da Igreja. Este sela o céu com a terra. Somos fortes naquele que é a verdadeira força Jesus na ação do Espírito Santo. A glória de Deus Pai brilha na Igreja de Cristo na beleza e bondade do Espírito Santo. A Igreja é eucarística e nos alimenta e nos dá força na construção do Reino de Deus definitivo entre nós.
Amém!
Bacharel em Teologia pela Pontificium Athenaeum S. Anselmi de Urbe (Roma/Itália) e Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), José Benedito Schumann Cunha é engenheiro. Tem ainda formação em História e Pedagogia. Nasceu em 03 de abril de 1957, em Cristina, Minas Gerais. Atualmente mora em Itajubá (MG). Além de colaborar com o Blog da Pastoral da Comunicação (Pascom) da Arquidiocese de Montes Claros, ajuda na Pascom da Paróquia São José Operário de Itajubá. Preside também Celebração da Palavra nesta Paróquia e em algumas paróquias vizinhas. Já esteve, por dois meses e meio, experimentando a vocação religiosa.
Texto pensado, produzido e escrito em 17 de novembro de 2010
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www.cancaonova.com
NOTÍCIA
> > > Nos 75 Anos da Paróquia São Sebastião de Taiobeiras e nos 100 Anos da Arquidiocese de Montes Claros, Ministério da Cultura apóia publicação de livro fotográfico sobre história da juventude do Alto Rio Pardo de Minas
Um dos dois trabalhos de Taiobeiras, na Região Alto Rio Pardo de Minas Gerais, selecionados pelo edital de microprojetos “Mais Cultura para o Semiárido”, do Ministério da Cultura, o “Memorial da Juventude de Taiobeiras”, proposto pelo casal Flaviana e Levon do Nascimento, estará disponível ao público a partir de 03 de dezembro de 2010, quando será lançado às 19h e 30min na Câmara Municipal local.
O trabalho foi estruturado em uma pesquisa iconográfica e na publicação de um livro fotográfico, contendo textos e imagens que contam a história dos grupos e movimentos de jovens de Taiobeiras no período entre 1975 e 2010. A obra tem 132 páginas e foi impressa nas oficinas da Editora “O Lutador”, de Belo Horizonte.
O objetivo do projeto é resgatar a memória cultural, artística e histórica da juventude de Taiobeiras e motivar os jovens do presente a se organizar e a atuar coletivamente. O outro projeto taiobeirense aprovado no “Mais Cultura” foi o “Cantarte”, assessorado pelo professor Fabiano Alves Pereira, já lançado em 29 de outubro deste ano.

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NESTE FINAL DE SEMANA
“Lançai as redes e sede pescadores de homens”. No Ano Centenário da Arquidiocese de Montes Claros, a Renovação Carismática Católica (RCC) promoverá no próximo domingo, 21 de novembro de 2010, das 7h e 30min às 18h e 30min, o “Arrastão do Reino” com orações, pregações, apresentações artísticas e celebração da santa missa.
O encontro será no Ginásio do Colégio Marista São José, Bairro Roxo Verde, em Montes Claros, Norte de Minas Gerais. A entrada é R$ 5. Os pregadores serão padre Wally Soares, da Diocese de Teófilo Otoni, Cristiano Costa, coordenador da RCC na Diocese de Governador Valadares, e Wendel Barros, coordenador da RCC na Diocese de Almenara.

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quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Nosso rei é servidor
por José Benedito Schumann Cunha
jbscteologo@gmail.com
A liturgia nos ajuda a celebrar o Deus da Vida na História da Salvação. O povo de Deus faz, durante todo o ano, uma caminhada de fé no Cristo, Senhor de todas as coisas. Ele é Rei porque se fez serviço à humanidade, trazendo para ela a libertação. O seu trono foi a cruz, a vida através da luz irradiada da pedra que rola do sepulcro no terceiro dia da sua morte, e assim Ele é Rei de toda a humanidade.
Encerra um ciclo litúrgico para dar lugar a um novo para que a humanidade possa experimentar o amor de Deus para com todos. Hoje percebemos que os reis e reinados estão um pouco desacreditados. No entanto, na Bíblia, esse tema é muito usado, tanto no Antigo Testamento, como Novo Testamento. A Bíblia nos mostra que o Rei é diferente porque exerce o amor no serviço à humanidade e favorece o dom da vida que é doação.
No Livro Segundo Samuel, vemos que Davi é ungido REI de todo o Povo de Israel, pela vontade de Deus. O seu reinado foi marcado pela Paz e Justiça, e assim ele se tornou um exemplo vivo desejado pelos profetas quando prometeram ao Povo a chegada de um descendente de Davi que concretizaria o sonho de paz e justiça para todos, e para sempre. Assim Israel ficou nesta esperança viva por muitos longos anos da Vinda do Senhor (Cf. 2 Sm 5, 1-3).
São Paulo aos Colossences nos mostra um Hino litúrgico da Igreja primitiva, que celebra a Soberania absoluta de Cristo na Criação e na Redenção. Cristo é o CENTRO da vida e da história de toda a humanidade e do universo. Isso se evidencia na caminhada da comunidade cristã ao redor do Cristo vivo na sua Palavra e na Eucaristia que celebramos. Ninguém é igual ao nosso Deus (Cf. Cl 1, 12-20).
O Evangelista Lucas apresenta a realização dessa promessa em Jesus Cristo. O Rei Jesus não está em trono de ouro e com seguranças, mas está na Cruz, na presença de Maria, sua mãe, Maria Madalena, e Maria de Cléofas e João. A sua coroa é de espinho e o seu brasão é a tábua com os escritos: Jesus Nazareno, Rei dos Judeus.
O seu poder não se confunde com os poderes da terra, mas está na entrega obediente e na doação extrema na Cruz, fazendo a vontade de Deus Pai. Na sua cruz, Ele nos ensina o amor, a justiça e a entrega de vida (Cf. Lc 23, 35-43).
O missionário de Cristo deve seguir o exemplo d’Ele e ter uma vida despojada e nem ficar em busca de honrarias e vantagens, pois somos chamados a imitar Jesus, o Rei servidor que deu a sua vida por toda a humanidade. Assim o Reino de Deus pode ser visto e nenhuma força pode destruir porque a força está no amor-doação, no serviço aos mais pobres e necessitados, e na justiça que gera vida para todos.
A luz do Reino de Deus é vista em todos os lugares em que a dignidade humana é respeitada em todas as fases da vida, desde a concepção até a morte natural.
Amém!
Bacharel em Teologia pela Pontificium Athenaeum S. Anselmi de Urbe (Roma/Itália) e Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), José Benedito Schumann Cunha é engenheiro. Tem ainda formação em História e Pedagogia. Nasceu em 03 de abril de 1957, em Cristina, Minas Gerais. Atualmente mora em Itajubá (MG). Além de colaborar com o Blog da Pastoral da Comunicação (Pascom) da Arquidiocese de Montes Claros, ajuda na Pascom da Paróquia São José Operário de Itajubá. Preside também Celebração da Palavra nesta Paróquia e em algumas paróquias vizinhas. Já esteve, por dois meses e meio, experimentando a vocação religiosa.
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A liturgia nos ajuda a celebrar o Deus da Vida na História da Salvação. O povo de Deus faz, durante todo o ano, uma caminhada de fé no Cristo, Senhor de todas as coisas. Ele é Rei porque se fez serviço à humanidade, trazendo para ela a libertação. O seu trono foi a cruz, a vida através da luz irradiada da pedra que rola do sepulcro no terceiro dia da sua morte, e assim Ele é Rei de toda a humanidade.
Encerra um ciclo litúrgico para dar lugar a um novo para que a humanidade possa experimentar o amor de Deus para com todos. Hoje percebemos que os reis e reinados estão um pouco desacreditados. No entanto, na Bíblia, esse tema é muito usado, tanto no Antigo Testamento, como Novo Testamento. A Bíblia nos mostra que o Rei é diferente porque exerce o amor no serviço à humanidade e favorece o dom da vida que é doação.
No Livro Segundo Samuel, vemos que Davi é ungido REI de todo o Povo de Israel, pela vontade de Deus. O seu reinado foi marcado pela Paz e Justiça, e assim ele se tornou um exemplo vivo desejado pelos profetas quando prometeram ao Povo a chegada de um descendente de Davi que concretizaria o sonho de paz e justiça para todos, e para sempre. Assim Israel ficou nesta esperança viva por muitos longos anos da Vinda do Senhor (Cf. 2 Sm 5, 1-3).
São Paulo aos Colossences nos mostra um Hino litúrgico da Igreja primitiva, que celebra a Soberania absoluta de Cristo na Criação e na Redenção. Cristo é o CENTRO da vida e da história de toda a humanidade e do universo. Isso se evidencia na caminhada da comunidade cristã ao redor do Cristo vivo na sua Palavra e na Eucaristia que celebramos. Ninguém é igual ao nosso Deus (Cf. Cl 1, 12-20).
O Evangelista Lucas apresenta a realização dessa promessa em Jesus Cristo. O Rei Jesus não está em trono de ouro e com seguranças, mas está na Cruz, na presença de Maria, sua mãe, Maria Madalena, e Maria de Cléofas e João. A sua coroa é de espinho e o seu brasão é a tábua com os escritos: Jesus Nazareno, Rei dos Judeus.
O seu poder não se confunde com os poderes da terra, mas está na entrega obediente e na doação extrema na Cruz, fazendo a vontade de Deus Pai. Na sua cruz, Ele nos ensina o amor, a justiça e a entrega de vida (Cf. Lc 23, 35-43).
O missionário de Cristo deve seguir o exemplo d’Ele e ter uma vida despojada e nem ficar em busca de honrarias e vantagens, pois somos chamados a imitar Jesus, o Rei servidor que deu a sua vida por toda a humanidade. Assim o Reino de Deus pode ser visto e nenhuma força pode destruir porque a força está no amor-doação, no serviço aos mais pobres e necessitados, e na justiça que gera vida para todos.
A luz do Reino de Deus é vista em todos os lugares em que a dignidade humana é respeitada em todas as fases da vida, desde a concepção até a morte natural.
Amém!
Bacharel em Teologia pela Pontificium Athenaeum S. Anselmi de Urbe (Roma/Itália) e Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), José Benedito Schumann Cunha é engenheiro. Tem ainda formação em História e Pedagogia. Nasceu em 03 de abril de 1957, em Cristina, Minas Gerais. Atualmente mora em Itajubá (MG). Além de colaborar com o Blog da Pastoral da Comunicação (Pascom) da Arquidiocese de Montes Claros, ajuda na Pascom da Paróquia São José Operário de Itajubá. Preside também Celebração da Palavra nesta Paróquia e em algumas paróquias vizinhas. Já esteve, por dois meses e meio, experimentando a vocação religiosa.
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terça-feira, 16 de novembro de 2010
“Religião não deve ser marginalizada da Vida Pública”, diz papa (Parte I)
por José Benedito Schumann Cunha
jbscteologo@gmail.com
O homem e a mulher têm por natureza de buscar o transcendente, isto é, a busca natural ao Deus criador de todas as coisas, inclusive a humana. Deus é a razão de tudo que existe, e tudo tem uma ordena natural. As criaturas, a natureza com seus animais, o vegetal e as aves são obras maravilhosas de Deus. Tudo que Deus faz é bom e foi dado ao homem e à mulher que foram criados à sua Imagem e Semelhança para que desenvolvam, protejam e administrem tudo, sem destruir. O homem deve ser livre para poder encontrar com o seu Criador e ter uma comunhão com Ele e com todos que o cercam.
O papa Bento XVI pede respeito à liberdade dos católicos para estes agirem segundo sua consciência. O pedido foi feito em Londres, capital da Inglaterra, no dia 17 de setembro de /2010. "A religião não é um problema que os legisladores devam solucionar, mas uma contribuição vital para o debate nacional", afirmou Bento XVI aos representantes do mundo político, social, acadêmico, cultural e empresarial britânico. Seu esperado discurso no Westminster Hall, lugar emblemático onde foi julgado e condenado São Thomas More por se opor ao rei Henrique VIII em nome de sua consciência, centrou-se em defender a necessidade de que a religião não seja marginalizada do debate público (www.zenit.org).
O papa expressou especial preocupação pela "crescente marginalização da religião, especialmente do cristianismo", em nações "tradicionalmente tolerantes", e convidou a um diálogo entre a fé e a razão. "O dilema que Moro enfrentou naqueles tempos difíceis, a perene questão da relação entre o que se deve ao César e o que se deve a Deus, me oferece a oportunidade de refletir brevemente convosco sobre o lugar apropriado das crenças religiosas no processo político", disse o papa aos presentes. O pontífice reconheceu e mostrou sua estima pelo papel que o parlamentarismo inglês teve na instauração da democracia (www.zenit.org).
O papa ainda ressaltou. “A tradição parlamentar deste país deve muito ao instinto nacional de moderação, ao desejo de alcançar um genuíno equilíbrio entre as legítimas reivindicações do governo e os direitos daqueles que estão sujeitos a ele", pontuou. Para ele, a Grã-Bretanha "se configurou como uma democracia pluralista que valoriza enormemente a liberdade de expressão, a liberdade de afiliação política e o respeito pelo papel da lei, com um profundo sentido dos direitos e deveres individuais e da igualdade de todos os cidadãos perante a lei" (www.zenit.org).
Nisso, ainda que com outra linguagem, tem muito em comum com a Doutrina Social da Igreja, "em sua preocupação primordial pela proteção da dignidade única de toda pessoa humana, criada à imagem e semelhança de Deus, e em sua ênfase nos deveres da autoridade civil para a promoção do bem comum", afirmou o papa (www.zenit.org).
Sobre a Ética e Política, o papa exorta e faz uma explanação da ideia de Thomas More, como podemos notar. Apesar dessas conquistas, "as questões fundamentais em jogo na causa de Thomas More continuam apresentando-se hoje em termos que variam segundo as novas condições sociais", observou Bento XVI. "Se os princípios éticos que sustentam o processo democrático não se regem por nada mais sólido que o mero consenso social, então este processo se apresenta evidentemente frágil. Aqui reside o verdadeiro desafio para a democracia", destacou o papa (www.zenit.org).
Neste sentido, "a recente crise financeira global mostrou claramente a inadequação de soluções pragmáticas e a curto prazo relativas a complexos problemas sociais e éticos. É opinião amplamente compartilhada que a falta de uma base ética sólida na atividade econômica contribuiu para agravar as dificuldades que agora milhões de pessoas estão padecendo no mundo inteiro", pensou. Igualmente, "a dimensão ética da política tem consequências de tal alcance, que nenhum governo pode se permitir ignorar", sublinhou. "A tradição católica afirma que as normas objetivas para uma ação justa de governo são acessíveis à razão, prescindindo do conteúdo da revelação", afirmou o papa (www.zenit.org).
Com estas palavras do papa Bento XVI, somos ajudados a entender que as relações sociais têm uma ligação com a política e a ética. Estas devem andar juntas para buscar a paz e o desenvolvimento dos povos na busca dos direitos fundamentais do homem, que é a vida com dignidade absoluta.
Bacharel em Teologia pela Pontificium Athenaeum S. Anselmi de Urbe (Roma/Itália) e Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), José Benedito Schumann Cunha é engenheiro. Tem ainda formação em História e Pedagogia. Nasceu em 03 de abril de 1957, em Cristina, Minas Gerais. Atualmente mora em Itajubá (MG). Além de colaborar com o Blog da Pastoral da Comunicação (Pascom) da Arquidiocese de Montes Claros, ajuda na Pascom da Paróquia São José Operário de Itajubá. Preside também Celebração da Palavra nesta Paróquia e em algumas paróquias vizinhas. Já esteve, por dois meses e meio, experimentando a vocação religiosa.
Texto pensado, produzido e escrito em 04 de outubro de 2010
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O homem e a mulher têm por natureza de buscar o transcendente, isto é, a busca natural ao Deus criador de todas as coisas, inclusive a humana. Deus é a razão de tudo que existe, e tudo tem uma ordena natural. As criaturas, a natureza com seus animais, o vegetal e as aves são obras maravilhosas de Deus. Tudo que Deus faz é bom e foi dado ao homem e à mulher que foram criados à sua Imagem e Semelhança para que desenvolvam, protejam e administrem tudo, sem destruir. O homem deve ser livre para poder encontrar com o seu Criador e ter uma comunhão com Ele e com todos que o cercam.
O papa Bento XVI pede respeito à liberdade dos católicos para estes agirem segundo sua consciência. O pedido foi feito em Londres, capital da Inglaterra, no dia 17 de setembro de /2010. "A religião não é um problema que os legisladores devam solucionar, mas uma contribuição vital para o debate nacional", afirmou Bento XVI aos representantes do mundo político, social, acadêmico, cultural e empresarial britânico. Seu esperado discurso no Westminster Hall, lugar emblemático onde foi julgado e condenado São Thomas More por se opor ao rei Henrique VIII em nome de sua consciência, centrou-se em defender a necessidade de que a religião não seja marginalizada do debate público (www.zenit.org).
O papa expressou especial preocupação pela "crescente marginalização da religião, especialmente do cristianismo", em nações "tradicionalmente tolerantes", e convidou a um diálogo entre a fé e a razão. "O dilema que Moro enfrentou naqueles tempos difíceis, a perene questão da relação entre o que se deve ao César e o que se deve a Deus, me oferece a oportunidade de refletir brevemente convosco sobre o lugar apropriado das crenças religiosas no processo político", disse o papa aos presentes. O pontífice reconheceu e mostrou sua estima pelo papel que o parlamentarismo inglês teve na instauração da democracia (www.zenit.org).
O papa ainda ressaltou. “A tradição parlamentar deste país deve muito ao instinto nacional de moderação, ao desejo de alcançar um genuíno equilíbrio entre as legítimas reivindicações do governo e os direitos daqueles que estão sujeitos a ele", pontuou. Para ele, a Grã-Bretanha "se configurou como uma democracia pluralista que valoriza enormemente a liberdade de expressão, a liberdade de afiliação política e o respeito pelo papel da lei, com um profundo sentido dos direitos e deveres individuais e da igualdade de todos os cidadãos perante a lei" (www.zenit.org).
Nisso, ainda que com outra linguagem, tem muito em comum com a Doutrina Social da Igreja, "em sua preocupação primordial pela proteção da dignidade única de toda pessoa humana, criada à imagem e semelhança de Deus, e em sua ênfase nos deveres da autoridade civil para a promoção do bem comum", afirmou o papa (www.zenit.org).
Sobre a Ética e Política, o papa exorta e faz uma explanação da ideia de Thomas More, como podemos notar. Apesar dessas conquistas, "as questões fundamentais em jogo na causa de Thomas More continuam apresentando-se hoje em termos que variam segundo as novas condições sociais", observou Bento XVI. "Se os princípios éticos que sustentam o processo democrático não se regem por nada mais sólido que o mero consenso social, então este processo se apresenta evidentemente frágil. Aqui reside o verdadeiro desafio para a democracia", destacou o papa (www.zenit.org).
Neste sentido, "a recente crise financeira global mostrou claramente a inadequação de soluções pragmáticas e a curto prazo relativas a complexos problemas sociais e éticos. É opinião amplamente compartilhada que a falta de uma base ética sólida na atividade econômica contribuiu para agravar as dificuldades que agora milhões de pessoas estão padecendo no mundo inteiro", pensou. Igualmente, "a dimensão ética da política tem consequências de tal alcance, que nenhum governo pode se permitir ignorar", sublinhou. "A tradição católica afirma que as normas objetivas para uma ação justa de governo são acessíveis à razão, prescindindo do conteúdo da revelação", afirmou o papa (www.zenit.org).
Com estas palavras do papa Bento XVI, somos ajudados a entender que as relações sociais têm uma ligação com a política e a ética. Estas devem andar juntas para buscar a paz e o desenvolvimento dos povos na busca dos direitos fundamentais do homem, que é a vida com dignidade absoluta.
Bacharel em Teologia pela Pontificium Athenaeum S. Anselmi de Urbe (Roma/Itália) e Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), José Benedito Schumann Cunha é engenheiro. Tem ainda formação em História e Pedagogia. Nasceu em 03 de abril de 1957, em Cristina, Minas Gerais. Atualmente mora em Itajubá (MG). Além de colaborar com o Blog da Pastoral da Comunicação (Pascom) da Arquidiocese de Montes Claros, ajuda na Pascom da Paróquia São José Operário de Itajubá. Preside também Celebração da Palavra nesta Paróquia e em algumas paróquias vizinhas. Já esteve, por dois meses e meio, experimentando a vocação religiosa.
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segunda-feira, 15 de novembro de 2010
O caminho para a verdadeira luz
(Lc 18, 35-43)
por José Benedito Schumann Cunha
jbscteologo@gmail.com
Jesus já estava chegando perto da cidade de Jericó. Acontece que um cego estava sentado na beira do caminho, pedindo esmola. Quando ouviu a multidão passando, ele perguntou o que era aquilo.
- É Jesus de Nazaré que está passando!, responderam.
Aí o cego começou a gritar.
- Jesus, Filho de Davi, tenha pena de mim!
As pessoas que iam na frente o repreenderam e mandaram que ele calasse a boca. Mas ele gritava ainda mais.
- Filho de Davi, tenha pena de mim!
Jesus parou e mandou que trouxessem o cego. Quando ele chegou perto, Jesus perguntou.
- O que é que você quer que eu faça?
- Senhor, eu quero ver de novo!, respondeu ele.
Então Jesus disse.
- Veja! Você está curado porque teve fé.
No mesmo instante, o homem começou a ver e, dando glórias a Deus, foi seguindo Jesus. E todos os que viram isso começaram a louvar a Deus.
Reflexão sobre este Evangelho
Queridos irmãos e irmãs,
O sentido teológico da cegueira nesse Evangelho é a expressão da falta de compreensão da verdadeira missão de Jesus. Os discípulos de Jesus e a multidão demonstraram que ainda falta compreender a missão do Mestre. Notamos que Jesus menciona por cinco vezes que os fariseus e os escribas são cegos, embora eles fossem os mestres da Lei de Deus e da Sua Palavra (Cf. Mt 23, 16-26).
Jesus tem a missão de levar a luz para clarear as atitudes das pessoas que querem segui-Lo. Em uma passagem do Evangelho de Lucas, nos é mostrado com evidência qual é a verdadeira missão de Cristo: a de dar visão aos cegos, libertar os cativos e anunciar o Ano da Graça de Deus (Cf. Lc 4, 18-21).
Notamos que esse cego estava à margem do caminho, clama por Jesus duas vezes, dizendo Filho de Davi, tende piedade de mim. Embora, de modo equivocado, ver Jesus como messias triunfalista. Mas Jesus pára e pede que ele venha até Ele e diz: o que você quer que eu faça?
Com prontidão, o cego fala: que eu veja de novo! Não é uma visão qualquer, mas uma visão real da própria realidade humana que deve estar indo em comunhão com Deus e com os irmãos para o Reino definitivo que começa a sua construção aqui.
Para Jesus, a recuperação da visão está ligada à fé da pessoa que passa a seguir o verdadeiro Mestre, que é Jesus. Os discípulos e a multidão quase que impediram esse homem de recuperar a verdadeira visão e hoje muito de nós não deixamos os outros ter visão no encontro pessoal com Cristo.
É preciso fazer uma caminhada de fé e depois seguir Jesus pelos caminhos da vida, enfrentando as estruturas, as instituições e as pessoas que tolhem a Missão de Jesus. Este quer dar a verdadeira visão de vida e libertação para todos.
Amém!
Bacharel em Teologia pela Pontificium Athenaeum S. Anselmi de Urbe (Roma/Itália) e Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), José Benedito Schumann Cunha é engenheiro. Tem ainda formação em História e Pedagogia. Nasceu em 03 de abril de 1957, em Cristina, Minas Gerais. Atualmente mora em Itajubá (MG). Além de colaborar com o Blog da Pastoral da Comunicação (Pascom) da Arquidiocese de Montes Claros, ajuda na Pascom da Paróquia São José Operário de Itajubá. Preside também Celebração da Palavra nesta Paróquia e em algumas paróquias vizinhas. Já esteve, por dois meses e meio, experimentando a vocação religiosa.
Texto pensado, produzido e escrito em 15 de novembro de 2010
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por José Benedito Schumann Cunha
jbscteologo@gmail.com
Jesus já estava chegando perto da cidade de Jericó. Acontece que um cego estava sentado na beira do caminho, pedindo esmola. Quando ouviu a multidão passando, ele perguntou o que era aquilo.
- É Jesus de Nazaré que está passando!, responderam.
Aí o cego começou a gritar.
- Jesus, Filho de Davi, tenha pena de mim!
As pessoas que iam na frente o repreenderam e mandaram que ele calasse a boca. Mas ele gritava ainda mais.
- Filho de Davi, tenha pena de mim!
Jesus parou e mandou que trouxessem o cego. Quando ele chegou perto, Jesus perguntou.
- O que é que você quer que eu faça?
- Senhor, eu quero ver de novo!, respondeu ele.
Então Jesus disse.
- Veja! Você está curado porque teve fé.
No mesmo instante, o homem começou a ver e, dando glórias a Deus, foi seguindo Jesus. E todos os que viram isso começaram a louvar a Deus.
Reflexão sobre este Evangelho
Queridos irmãos e irmãs,
O sentido teológico da cegueira nesse Evangelho é a expressão da falta de compreensão da verdadeira missão de Jesus. Os discípulos de Jesus e a multidão demonstraram que ainda falta compreender a missão do Mestre. Notamos que Jesus menciona por cinco vezes que os fariseus e os escribas são cegos, embora eles fossem os mestres da Lei de Deus e da Sua Palavra (Cf. Mt 23, 16-26).
Jesus tem a missão de levar a luz para clarear as atitudes das pessoas que querem segui-Lo. Em uma passagem do Evangelho de Lucas, nos é mostrado com evidência qual é a verdadeira missão de Cristo: a de dar visão aos cegos, libertar os cativos e anunciar o Ano da Graça de Deus (Cf. Lc 4, 18-21).
Notamos que esse cego estava à margem do caminho, clama por Jesus duas vezes, dizendo Filho de Davi, tende piedade de mim. Embora, de modo equivocado, ver Jesus como messias triunfalista. Mas Jesus pára e pede que ele venha até Ele e diz: o que você quer que eu faça?
Com prontidão, o cego fala: que eu veja de novo! Não é uma visão qualquer, mas uma visão real da própria realidade humana que deve estar indo em comunhão com Deus e com os irmãos para o Reino definitivo que começa a sua construção aqui.
Para Jesus, a recuperação da visão está ligada à fé da pessoa que passa a seguir o verdadeiro Mestre, que é Jesus. Os discípulos e a multidão quase que impediram esse homem de recuperar a verdadeira visão e hoje muito de nós não deixamos os outros ter visão no encontro pessoal com Cristo.
É preciso fazer uma caminhada de fé e depois seguir Jesus pelos caminhos da vida, enfrentando as estruturas, as instituições e as pessoas que tolhem a Missão de Jesus. Este quer dar a verdadeira visão de vida e libertação para todos.
Amém!
Bacharel em Teologia pela Pontificium Athenaeum S. Anselmi de Urbe (Roma/Itália) e Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), José Benedito Schumann Cunha é engenheiro. Tem ainda formação em História e Pedagogia. Nasceu em 03 de abril de 1957, em Cristina, Minas Gerais. Atualmente mora em Itajubá (MG). Além de colaborar com o Blog da Pastoral da Comunicação (Pascom) da Arquidiocese de Montes Claros, ajuda na Pascom da Paróquia São José Operário de Itajubá. Preside também Celebração da Palavra nesta Paróquia e em algumas paróquias vizinhas. Já esteve, por dois meses e meio, experimentando a vocação religiosa.
Texto pensado, produzido e escrito em 15 de novembro de 2010
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domingo, 14 de novembro de 2010
“Santidade é imprimir Cristo em si”, considera papa Bento XVI
por José Benedito Schumann Cunha
jbscteologo@gmail.com
Somos chamados a ser santo como Deus é Santo. Pelo Batismo, cada cristão teve a marca e o selo de Deus impressos em todo o seu ser humano-divino com a graça santificante. A semente da fé foi plantada e ela vai germinar na medida em que crescemos em harmonia com a família, na comunidade e em todo lugar em que a pessoa estiver situada.
No Ângelus do dia 1º de novembro de 2010, o papa Bento XVI dirigiu aos fiéis peregrinos na Praça de São Pedro as seguintes palavras. “A solenidade de Todos Os Santos, que hoje celebramos, convida-nos a elevar o olhar ao Céu e a meditar sobre a plenitude da vida divina que nos espera. “Somos filhos de Deus, e o que seremos ainda não se manifestou” (1 Jo 3, 2). “Com essas palavras, o apóstolo João nos assegura a realidade de nossa futura relação com Deus, assim como a certeza de nosso destino futuro”.
“Como filhos amados, por esse motivo, recebemos também a graça para suportar as provas desta exigência terrena, a fome e a sede de justiça, as incompreensões, as perseguições” (Cf. Mt 5, 3-13) e, ao mesmo tempo, herdamos já, desde agora, o que se promete nas bem-aventuranças evangélicas, “nas quais resplandece a nova imagem do mundo e do homem que Jesus inaugura” (Bento XVI, Gesù di Nazaret, Milão 2007, 95) pesquisado em www.zenit.org em 02/11/2010.
“A santidade, imprimir Cristo em si mesmo, é o objetivo da vida do cristão. O beato Antonio Rosmini escreve: O Verbo havia impresso nas almas de seus discípulos com seu aspecto sensível... e com suas palavras... tinha dado aos seus esta graça... com a que a alma percebe imediatamente o Verbo” (Antropologia soprannaturale, Roma 1983, 265-266; pesquisado em www.zenit.org em 02/11/2010).
“E nós experimentamos com antecedência o dom da beleza da santidade cada vez que participamos da Liturgia eucarística, em comunhão com a ‘multidão imensa’ dos bem-aventurados, que no Céu aclamam eternamente a salvação de Deus e do Cordeiro” (Cf. Apocalipse 7, 9-10). “À vida dos Santos, não pertence somente a sua biografia terrena, mas também o seu viver e agir em Deus depois da morte”. Nos Santos, torna-se óbvio como quem caminha para Deus não se afasta dos homens, antes pelo contrário torna-se-lhes verdadeiramente vizinho (Deus caritas est, 42).
Assim, a santidade é um convite de Deus para todos. Isto é possível porque podemos entrar em comunhão daquele que tudo é e conseguimos esta graça também juntos com todos os irmãos. Nada ficará despercebido por Deus (pesquisado em www.zenit.org em 02/11/2010.
“Consolados por esta comunhão da grande família dos santos, amanhã comemoraremos todos os fiéis defuntos. A liturgia de 02 de novembro e o piedoso exercício de visitar os cemitérios nos recordam que a morte cristã forma parte do caminho de assimilação a Deus e que desaparecerá quando Deus for tudo em todos. Se bem que a separação dos afetos terrenos é certamente dolorosa, não devemos ter medo dela, porque quando está acompanhada da oração de sufrágio da Igreja, não pode quebrar os profundos laços que nos unem em Cristo. Nesse sentido, São Gregório de Nisa afirmava: ‘Quem criou tudo com sabedoria, deu esta disposição dolorosa como instrumento de libertação do mal e possibilidade para participar nos bens esperados’” (De mortuis oratio, IX, 1, Leiden 1967, 68; pesquisado em www.zenit.org em 02/11/2010).
“Queridos amigos, a eternidade não é ‘uma sucessão contínua de dias do calendário, mas algo parecido com o instante repleto de satisfação, onde a totalidade nos abraça e nós abraçamos a totalidade” (Spe Salvi, 12) do ser, da verdade, do amor. Encomendemos à Virgem Maria, guia segura para a santidade, nossa peregrinação para a pátria celestial, enquanto invocamos sua maternal intercessão pelo descanso eterno de todos os nossos irmãos e irmãs que dormiram na esperança da ressurreição” (pesquisado em www.zenit.org em 02/11/2010).
Desse modo, confortados pelas palavras do nosso papa, podemos com certeza reavivar a nossa fé em Deus da vida. Ele nos consola de modo pleno porque dá razão à nossa fé sem ficar perturbado por ilusões passageiras. Jesus ressuscitou e nos deu a chave da vida eterna. Cabe a nós seguir o seu caminho que leva à vida em abundância e à felicidade sem fim.
Amém!
Bacharel em Teologia pela Pontificium Athenaeum S. Anselmi de Urbe (Roma/Itália) e Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), José Benedito Schumann Cunha é engenheiro. Tem ainda formação em História e Pedagogia. Nasceu em 03 de abril de 1957, em Cristina, Minas Gerais. Atualmente mora em Itajubá (MG). Além de colaborar com o Blog da Pastoral da Comunicação (Pascom) da Arquidiocese de Montes Claros, ajuda na Pascom da Paróquia São José Operário de Itajubá. Preside também Celebração da Palavra nesta Paróquia e em algumas paróquias vizinhas. Já esteve, por dois meses e meio, experimentando a vocação religiosa.
Texto pensado, produzido e escrito em 07 de novembro de 2010
CONTAGEM REGRESSIVA
acesse www.arquimoc.org.br e fique por dentro das atividades do Centenário da Arquidiocese de Montes Claros
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Somos chamados a ser santo como Deus é Santo. Pelo Batismo, cada cristão teve a marca e o selo de Deus impressos em todo o seu ser humano-divino com a graça santificante. A semente da fé foi plantada e ela vai germinar na medida em que crescemos em harmonia com a família, na comunidade e em todo lugar em que a pessoa estiver situada.
No Ângelus do dia 1º de novembro de 2010, o papa Bento XVI dirigiu aos fiéis peregrinos na Praça de São Pedro as seguintes palavras. “A solenidade de Todos Os Santos, que hoje celebramos, convida-nos a elevar o olhar ao Céu e a meditar sobre a plenitude da vida divina que nos espera. “Somos filhos de Deus, e o que seremos ainda não se manifestou” (1 Jo 3, 2). “Com essas palavras, o apóstolo João nos assegura a realidade de nossa futura relação com Deus, assim como a certeza de nosso destino futuro”.
“Como filhos amados, por esse motivo, recebemos também a graça para suportar as provas desta exigência terrena, a fome e a sede de justiça, as incompreensões, as perseguições” (Cf. Mt 5, 3-13) e, ao mesmo tempo, herdamos já, desde agora, o que se promete nas bem-aventuranças evangélicas, “nas quais resplandece a nova imagem do mundo e do homem que Jesus inaugura” (Bento XVI, Gesù di Nazaret, Milão 2007, 95) pesquisado em www.zenit.org em 02/11/2010.
“A santidade, imprimir Cristo em si mesmo, é o objetivo da vida do cristão. O beato Antonio Rosmini escreve: O Verbo havia impresso nas almas de seus discípulos com seu aspecto sensível... e com suas palavras... tinha dado aos seus esta graça... com a que a alma percebe imediatamente o Verbo” (Antropologia soprannaturale, Roma 1983, 265-266; pesquisado em www.zenit.org em 02/11/2010).
“E nós experimentamos com antecedência o dom da beleza da santidade cada vez que participamos da Liturgia eucarística, em comunhão com a ‘multidão imensa’ dos bem-aventurados, que no Céu aclamam eternamente a salvação de Deus e do Cordeiro” (Cf. Apocalipse 7, 9-10). “À vida dos Santos, não pertence somente a sua biografia terrena, mas também o seu viver e agir em Deus depois da morte”. Nos Santos, torna-se óbvio como quem caminha para Deus não se afasta dos homens, antes pelo contrário torna-se-lhes verdadeiramente vizinho (Deus caritas est, 42).
Assim, a santidade é um convite de Deus para todos. Isto é possível porque podemos entrar em comunhão daquele que tudo é e conseguimos esta graça também juntos com todos os irmãos. Nada ficará despercebido por Deus (pesquisado em www.zenit.org em 02/11/2010.
“Consolados por esta comunhão da grande família dos santos, amanhã comemoraremos todos os fiéis defuntos. A liturgia de 02 de novembro e o piedoso exercício de visitar os cemitérios nos recordam que a morte cristã forma parte do caminho de assimilação a Deus e que desaparecerá quando Deus for tudo em todos. Se bem que a separação dos afetos terrenos é certamente dolorosa, não devemos ter medo dela, porque quando está acompanhada da oração de sufrágio da Igreja, não pode quebrar os profundos laços que nos unem em Cristo. Nesse sentido, São Gregório de Nisa afirmava: ‘Quem criou tudo com sabedoria, deu esta disposição dolorosa como instrumento de libertação do mal e possibilidade para participar nos bens esperados’” (De mortuis oratio, IX, 1, Leiden 1967, 68; pesquisado em www.zenit.org em 02/11/2010).
“Queridos amigos, a eternidade não é ‘uma sucessão contínua de dias do calendário, mas algo parecido com o instante repleto de satisfação, onde a totalidade nos abraça e nós abraçamos a totalidade” (Spe Salvi, 12) do ser, da verdade, do amor. Encomendemos à Virgem Maria, guia segura para a santidade, nossa peregrinação para a pátria celestial, enquanto invocamos sua maternal intercessão pelo descanso eterno de todos os nossos irmãos e irmãs que dormiram na esperança da ressurreição” (pesquisado em www.zenit.org em 02/11/2010).
Desse modo, confortados pelas palavras do nosso papa, podemos com certeza reavivar a nossa fé em Deus da vida. Ele nos consola de modo pleno porque dá razão à nossa fé sem ficar perturbado por ilusões passageiras. Jesus ressuscitou e nos deu a chave da vida eterna. Cabe a nós seguir o seu caminho que leva à vida em abundância e à felicidade sem fim.
Amém!
Bacharel em Teologia pela Pontificium Athenaeum S. Anselmi de Urbe (Roma/Itália) e Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), José Benedito Schumann Cunha é engenheiro. Tem ainda formação em História e Pedagogia. Nasceu em 03 de abril de 1957, em Cristina, Minas Gerais. Atualmente mora em Itajubá (MG). Além de colaborar com o Blog da Pastoral da Comunicação (Pascom) da Arquidiocese de Montes Claros, ajuda na Pascom da Paróquia São José Operário de Itajubá. Preside também Celebração da Palavra nesta Paróquia e em algumas paróquias vizinhas. Já esteve, por dois meses e meio, experimentando a vocação religiosa.
Texto pensado, produzido e escrito em 07 de novembro de 2010
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sábado, 13 de novembro de 2010
O humilde pecador e o orgulhoso fariseu
por José Benedito Schumann Cunha
jbscteologo@gmail.com
A liturgia nos faz estar em oração perseverante que é uma necessidade do homem moderno que vive a correria do dia a dia sem tempo para orar. Muitas vezes ocupamos o nosso tempo em coisas que não nos dão a paz tão desejada do nosso ser. A oração nos ajuda a estar com Deus e também com os irmãos de caminhada na fé. È necessário rezar bem, isto é, ser coerente na vida cristã, testemunhando-a na nossa vida diária.
A liturgia nos lembra da humildade na oração ao Deus da vida sem necessidade de orgulho, de que a gente se ache que somos mais e por isso Deus tem que chegar até nós. Devemos ter atitude dócil de um filho que quer dialogar com o Pai, procurando melhorar nos defeitos e agradecer pelo crescimento pessoal e comunitário no bem.
No livro do Eclesiástico nos é mostrado Deus afirmando que ouve as súplicas do humilde. "A oração do humilde penetra as nuvens..." (Cf. Eclo 35, 15a-17.20-22a). Deus acolhe a oração do pobre que quer estar à disposição de Deus numa vida despojada, humilde e justa. Deus se solidariza com os oprimidos e empobrecidos, porque o nosso Deus é da vida e da justiça para todos.
O Apóstolo Paulo, velho, preso, condenado à morte, medita e reza sobre a sua VIDA e relembra toda a sua trajetória de apóstolo dos gentios e a sua missão de levar o Evangelho da vida de Cristo e libertação que Ele trouxe para todos os povos... Ele mesmo disse em bom tom e convicto da sua missão cumprida: "Combati o bom combate, terminei a minha carreira, guardei a fé..." (Cf. 1 Tm 4, 6-8.16-18). É um testemunho lindo de um santo que confia na misericórdia de Deus e tem a esperança da recompensa que vem de Deus que é sempre fiel.
No Evangelho de São Lucas é narrado Jesus mostrando a ORAÇÃO HUMILDE de um pecador, que se apresenta diante de Deus, de mãos vazias, mas disposto a acolher o Dom de Deus. Pois Ele é bom e justo. Deus nos orienta e corrige sempre para que a salvação seja realidade em nossa vida. (Cf. Lc 18, 9-14). Deus não gosta da ORAÇÃO DO SOBERBO que quer mostrar vantagem diante de Deus, mostrando-se arrogante e que tem valor porque não erra nunca e sempre é o melhor de todos. Por isso merece recompensa.
Mas Deus ouve a oração do humilde pecador que implora misericórdia, pois sem Deus nada conseguiremos fazer de bom. Deus olha o caminho dos humildes e não dos orgulhosos que querem aplausos e primeiros lugares em tudo. No Evangelho de Lucas, a parábola do republicano e do fariseu serve para nós hoje. Nós somos discípulos de Cristo que servem a Deus nos mais empobrecidos e que precisam da nossa ajuda solidária e de amor misericordioso.
Isto não será motivo de orgulho para nós, mas questão de modéstia. Somos servos que querem ser fiéis a Jesus Cristo. O cristão deve ser exemplo de despojamento no serviço desinteressado aos irmãos e irmãs, principalmente aos que mais precisam e que estão marginalizados da nossa sociedade capitalista.
Assim a Igreja se torna luz porque vive as verdades de Cristo que é a Luz do mundo. A família se torna mais viva e realizada no projeto do Deus da vida para todos. E a sociedade se humaniza e cristianiza-se nos valores éticos e morais que se traduzem na solidariedade e na partilha para todos. O Reino de Deus é presente quando somos autênticos e humildes na oração e na ação em todo lugar em que estejamos vivendo.
Amém!
Bacharel em Teologia pela Pontificium Athenaeum S. Anselmi de Urbe (Roma/Itália) e Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), José Benedito Schumann Cunha é engenheiro. Tem ainda formação em História e Pedagogia. Nasceu em 03 de abril de 1957, em Cristina, Minas Gerais. Atualmente mora em Itajubá (MG). Além de colaborar com o Blog da Pastoral da Comunicação (Pascom) da Arquidiocese de Montes Claros, ajuda na Pascom da Paróquia São José Operário de Itajubá. Preside também Celebração da Palavra nesta Paróquia e em algumas paróquias vizinhas. Já esteve, por dois meses e meio, experimentando a vocação religiosa.
Texto pensado, produzido e escrito em 19 de outubro de 2010
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BOA NOTÍCIA NO NORTE SERTANEJO DE MINAS GERAIS
O Projeto "Memorial da Juventude de Taiobeiras", selecionado pelo Edital de microprojetos "Mais Cultura para o Semiárido", edição 2009, está quase pronto. Proposto por Flaviana Costa Sena Nascimento, o projeto resgata a memória fotográfica dos grupos de jovens, da Pastoral da Juventude e de outros movimentos juvenis da história de Taiobeiras, num recorte que engloba o período entre 1975 e 2010. Foi organizado um livro fotográfico relatando a história da juventude taiobeirense.
As fotografias são originárias dos arquivos dos movimentos e grupos mencionados acima. Os textos são do professor e sociólogo Levon do Nascimento. Também há um capítulo escrito pelo professor Fabiano Alves Pereira, relatando a experiência do "Cantarte", outro projeto destinado ao público jovem também aprovado pelo "Mais Cultura". O lançamento de "Memorial da Juventude de Taiobeiras" acontecerá a sexta-feira, 03 de dezembro de 2010, às 19h e 30min, no Plenário da Câmara Municipal de Taiobeiras.
DADOS TÉCNICOS
Título: Memorial da Juventude de Taiobeiras
Autores: Flaviana Costa Sena Nascimento e Levon do Nascimento
Páginas: 132
Editora: O Lutador (Belo Horizonte)
Patrocínio: Edital Microprojetos "Mais Cultura" (Governo de Minas, Inec, Banco do Nordeste, Funarte, Ministério da Cultura e Governo Federal - Brasil: um país de todos)
ACESSE E LEIA MAIS PARA CONHECER MELHOR
www.levontaiobeiras.blogspot.com
jbscteologo@gmail.com
A liturgia nos faz estar em oração perseverante que é uma necessidade do homem moderno que vive a correria do dia a dia sem tempo para orar. Muitas vezes ocupamos o nosso tempo em coisas que não nos dão a paz tão desejada do nosso ser. A oração nos ajuda a estar com Deus e também com os irmãos de caminhada na fé. È necessário rezar bem, isto é, ser coerente na vida cristã, testemunhando-a na nossa vida diária.
A liturgia nos lembra da humildade na oração ao Deus da vida sem necessidade de orgulho, de que a gente se ache que somos mais e por isso Deus tem que chegar até nós. Devemos ter atitude dócil de um filho que quer dialogar com o Pai, procurando melhorar nos defeitos e agradecer pelo crescimento pessoal e comunitário no bem.
No livro do Eclesiástico nos é mostrado Deus afirmando que ouve as súplicas do humilde. "A oração do humilde penetra as nuvens..." (Cf. Eclo 35, 15a-17.20-22a). Deus acolhe a oração do pobre que quer estar à disposição de Deus numa vida despojada, humilde e justa. Deus se solidariza com os oprimidos e empobrecidos, porque o nosso Deus é da vida e da justiça para todos.
O Apóstolo Paulo, velho, preso, condenado à morte, medita e reza sobre a sua VIDA e relembra toda a sua trajetória de apóstolo dos gentios e a sua missão de levar o Evangelho da vida de Cristo e libertação que Ele trouxe para todos os povos... Ele mesmo disse em bom tom e convicto da sua missão cumprida: "Combati o bom combate, terminei a minha carreira, guardei a fé..." (Cf. 1 Tm 4, 6-8.16-18). É um testemunho lindo de um santo que confia na misericórdia de Deus e tem a esperança da recompensa que vem de Deus que é sempre fiel.
No Evangelho de São Lucas é narrado Jesus mostrando a ORAÇÃO HUMILDE de um pecador, que se apresenta diante de Deus, de mãos vazias, mas disposto a acolher o Dom de Deus. Pois Ele é bom e justo. Deus nos orienta e corrige sempre para que a salvação seja realidade em nossa vida. (Cf. Lc 18, 9-14). Deus não gosta da ORAÇÃO DO SOBERBO que quer mostrar vantagem diante de Deus, mostrando-se arrogante e que tem valor porque não erra nunca e sempre é o melhor de todos. Por isso merece recompensa.
Mas Deus ouve a oração do humilde pecador que implora misericórdia, pois sem Deus nada conseguiremos fazer de bom. Deus olha o caminho dos humildes e não dos orgulhosos que querem aplausos e primeiros lugares em tudo. No Evangelho de Lucas, a parábola do republicano e do fariseu serve para nós hoje. Nós somos discípulos de Cristo que servem a Deus nos mais empobrecidos e que precisam da nossa ajuda solidária e de amor misericordioso.
Isto não será motivo de orgulho para nós, mas questão de modéstia. Somos servos que querem ser fiéis a Jesus Cristo. O cristão deve ser exemplo de despojamento no serviço desinteressado aos irmãos e irmãs, principalmente aos que mais precisam e que estão marginalizados da nossa sociedade capitalista.
Assim a Igreja se torna luz porque vive as verdades de Cristo que é a Luz do mundo. A família se torna mais viva e realizada no projeto do Deus da vida para todos. E a sociedade se humaniza e cristianiza-se nos valores éticos e morais que se traduzem na solidariedade e na partilha para todos. O Reino de Deus é presente quando somos autênticos e humildes na oração e na ação em todo lugar em que estejamos vivendo.
Amém!
Bacharel em Teologia pela Pontificium Athenaeum S. Anselmi de Urbe (Roma/Itália) e Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), José Benedito Schumann Cunha é engenheiro. Tem ainda formação em História e Pedagogia. Nasceu em 03 de abril de 1957, em Cristina, Minas Gerais. Atualmente mora em Itajubá (MG). Além de colaborar com o Blog da Pastoral da Comunicação (Pascom) da Arquidiocese de Montes Claros, ajuda na Pascom da Paróquia São José Operário de Itajubá. Preside também Celebração da Palavra nesta Paróquia e em algumas paróquias vizinhas. Já esteve, por dois meses e meio, experimentando a vocação religiosa.
Texto pensado, produzido e escrito em 19 de outubro de 2010
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BOA NOTÍCIA NO NORTE SERTANEJO DE MINAS GERAIS
O Projeto "Memorial da Juventude de Taiobeiras", selecionado pelo Edital de microprojetos "Mais Cultura para o Semiárido", edição 2009, está quase pronto. Proposto por Flaviana Costa Sena Nascimento, o projeto resgata a memória fotográfica dos grupos de jovens, da Pastoral da Juventude e de outros movimentos juvenis da história de Taiobeiras, num recorte que engloba o período entre 1975 e 2010. Foi organizado um livro fotográfico relatando a história da juventude taiobeirense.
As fotografias são originárias dos arquivos dos movimentos e grupos mencionados acima. Os textos são do professor e sociólogo Levon do Nascimento. Também há um capítulo escrito pelo professor Fabiano Alves Pereira, relatando a experiência do "Cantarte", outro projeto destinado ao público jovem também aprovado pelo "Mais Cultura". O lançamento de "Memorial da Juventude de Taiobeiras" acontecerá a sexta-feira, 03 de dezembro de 2010, às 19h e 30min, no Plenário da Câmara Municipal de Taiobeiras.
DADOS TÉCNICOS
Título: Memorial da Juventude de Taiobeiras
Autores: Flaviana Costa Sena Nascimento e Levon do Nascimento
Páginas: 132
Editora: O Lutador (Belo Horizonte)
Patrocínio: Edital Microprojetos "Mais Cultura" (Governo de Minas, Inec, Banco do Nordeste, Funarte, Ministério da Cultura e Governo Federal - Brasil: um país de todos)
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