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Frase

"(...) A história se repete: a primeira vez como tragédia. A segunda e outras vezes como farsa da tragédia anunciada. (...)" Karl Heinrich Marx (05/05/1818-14/03/1883)

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quarta-feira, 23 de maio de 2012

Igreja celebra Dia Mundial das Comunicações Sociais


A Igreja católica celebrou no domingo (20/05) o 46° Dia Mundial das Comunicações Sociais, afirmando que “silêncio” e “palavra” são partes dos processos de comunicação, nomeadamente quando estão em causa projetos de evangelização. A data é celebrada anualmente pela Igreja na Solenidade da Ascensão do Senhor.

“Silêncio e palavra: caminho de evangelização” é precisamente o tema da mensagem do santo padre, o papa Bento XVI, para esta jornada, instante em que o papa sublinha que “o silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras densas de conteúdo”.


Na mensagem, o papa destaca que Deus fala ao homem no silêncio e ali também o homem pode se comunicar com Ele. “Se Deus fala ao homem mesmo no silêncio, também o homem descobre no silêncio a possibilidade de falar com Deus... Quando falamos da grandeza de Deus, a nossa linguagem revela-se sempre inadequada e, deste modo, abre-se o espaço da contemplação silenciosa. Desta contemplação nasce, em toda a sua força interior, a urgência da missão, a necessidade imperiosa de ‘anunciar o que vimos e ouvimos’, a fim de que todos estejam em comunhão com Deus”.

Segundo o arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta, o grande desafio proposto pelo papa Bento XVI na mensagem deste ano é bem pertinente porque recorda aos profissionais de comunicação que o silêncio favorece a reflexão para que os temas abordados nas notícias apresentem as palavras mais indicadas para uma comunicação ética e verdadeira.

“Num tempo de tanto barulho e rumor, as pessoas sentem necessidade desses momentos de silêncio, seja na vida pessoal ou na vida social. Um profissional de comunicação, em meio a tanta produção de conteúdos e a pressões para produzir mais, necessita muito mais dessas ocasiões de silêncio”, ponderou.

NOTÍCIA TIRADA DO SITE

COM COLABORAÇÃO DO
Teólogo José Benedito Schumann Cunha
20-05-2012

terça-feira, 22 de maio de 2012

Bento XVI explica Solenidade da Ascensão do Senhor


A Igreja celebra a Ascensão do Senhor, que é a coroação da missão de Cristo no mundo. Esta vitória foi conseguida pela sua obediência à vontade do Pai. Jesus cumpriu fielmente a sua missão, levou a todos a boa nova da salvação, curou muitos doentes e fez muitos milagres. Transformou corações duros para o amor que salva. O perdão dos pecados foi o remédio da alma de muitas pessoas que procuraram Jesus. Deus veio ao mundo através de Maria, esta mulher foi a mãe de Jesus. Ela foi a presença firme de quem crê em Deus sempre. Ela soube fazer a vontade de Deus na sua vida e não queria regalias, viveu na simplicidade no amor de Deus em seu filho predileto e único, Jesus. A Ascensão de Jesus é o caminho da nossa humanidade em Deus. Um dia estaremos no céu onde Jesus está com todos os anjos e santos (1).

O santo padre, o papa Bento XVI, abençoou os peregrinos reunidos na Praça São Pedro, no Vaticano. Fieis e peregrinos compareceram em grande número à Praça São Pedro, no Vaticano, para ouvir as palavras de Bento XVI, no Ângelus de domingo (20/05) e receber a sua bênção. Bento XVI falou aos presentes sobre a Ascensão do Senhor, ressaltando que o acontecimento “assinala o cumprir-se da salvação, iniciada com a Encarnação”. Ele explicou que, ao ascender aos céus, Jesus não abandonou a humanidade. Pelo contrário, “assumiu consigo os homens na intimidade do Pai e assim revelou o destino final da nossa peregrinação terrena”. “A Ascensão é o último ato da nossa libertação do peso do pecado”, disse o papa, que acrescentou. “Por isso os discípulos, quando viram o Mestre levantar-se da terra e elevar-se para o alto, não foram tomados pelo desconforto, mas sentiram uma grande alegria e sentiram-se encorajados a proclamar a vitória de Cristo sobre a morte" (cf. Mc 16, 20).

Sobre o significado da Ascensão, o santo padre explicou que esse gesto do Senhor revela que, “em Cristo, a nossa humanidade é levada às alturas de Deus. Assim, a cada vez que rezamos, a terra une-se ao Céu. E como o incenso queimando faz subir às alturas a sua fumaça de suave perfume, de forma que, quando elevamos ao Senhor a nossa fervorosa e confiante oração, em Cristo, ela atravessa os céus e alcança o Reino de Deus, e é por ele ouvida e atendida” (2).

Por fim, o papa citou a obra de São João da Cruz, a Subida ao Monte Carmelo. “Para ver realizados os desejos do nosso coração, não há modo melhor que colocar a força da nossa oração naquilo que agrada a Deus. Então ele nos dará não somente o que pedimos, ou seja, a salvação, mas também o que considerar que seja conveniente e bom para nós”.

O papa lembrou então dois eventos trágicos ocorridos na Itália nas últimas 24 horas: um atentado a uma escola da cidade de Brindisi e o terremoto dessa madrugada que atingiu a região italiana da Emília Romagna deixando, até o momento, um saldo de seis mortes. O santo padre manifestou sua proximidade às vítimas e aos seus familiares.

Como sempre faz, Bento XVI saudou os presentes nas suas diversas línguas. Em português, disse. "Saúdo os peregrinos de língua portuguesa, em particular o grupo brasileiro da Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Piabetá, a quem agradeço o apoio espiritual e material que dão ao meu serviço de Sucessor de Pedro. Sobre todos invoco os dons do Espírito Santo, para serem verdadeiros discípulos de Jesus Cristo, fazendo jorrar a sua Vida no meio das respectivas famílias e comunidades, que de coração abençôo" (2).

Assim, encorajados na força do Espirito Santo, nós somos chamados a continuar a missão de Jesus. Não devemos temer nada, pois Deus está conosco. É sempre bom ouvir as palavras do nosso papa que nos ajuda a compreender melhor esta Festa da Ascensão do Senhor, que é a vitória da nossa humanidade. Jesus vai para o céu e nos deixa um ensinamento que a sua ressurreição é a certeza da nossa também, mas primeiro nós devemos assumir com responsabilidade de evangelizar a todos. Evangelizar é dar testemunho de Cristo que somente Ele pode nos libertar de todo o mal que escraviza o homem moderno. Não podemos ficar no comodismo, na omissão e materialismo, pois essas coisas não ajudam o homem a ser livre, e ainda deixam uma marca de vazio existencial. Se quisermos nos realizar como pessoas humanas, precisamos aderir a Cristo e viver o que Ele ensinou para termos a vida plena em Deus sempre (1).

Amém!!!

(1) Reflexão de José Benedito Schumann Cunha, teólogo
20-05-2012

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Jesus ascende ao céu e nos dá uma missão: “Ide e Evangelizai”


A liturgia desse domingo nos convida a celebrar o Domingo da Ascensão do Senhor aos céus. Este acontecimento faz parte do mistério pascal que celebramos. Aqui nós nos deparamos no aspecto de fé e na conclusão da missão de Jesus na Terra, que nos convoca para a missão de evangelizar.

A Igreja tem essa missão, apesar de tantos obstáculos e acontecimentos, mas ela tem o comando e a força do Espírito Santo. Celebramos hoje a festa da ASCENSÃO do Senhor e estamos celebrando também a Novena de Santa Rita, modelo de discípula de Jesus que deixou para nós o exemplo e a sua marca na sua paciência, na sua bondade e na sua virtude de mãe, esposa e amiga de Jesus.

Ela é a nossa intercessora diante de Jesus. Seguir Jesus é caminhar nas escolas dos Santos que se espelharam às suas vidas em Jesus. Quando temos Jesus na nossa vida tudo muda e a esperança da vida eterna retorna a nós.

No Livro dos Atos dos Apóstolos, vemos o início do trabalho apostólico. Percebemos que os ensinamentos e as ações de Jesus continuam no agir dos apóstolos (cf. At 1, 1-11). O tempo de 40 dias tem um sentido simbólico e catequético, que significa o tempo certo para que os apóstolos aprendam a agir nas lições deixadas por Jesus.

O fato da refeição significa a intimidade e a comunhão de seus membros. Jerusalém é lugar da espera da vinda do Espírito Santo. Onde houve o cenário da Paixão, Morte e Ressurreição deverá ser o sinal propagador da missão dos apóstolos de levar a boa notícia a todos.

Jesus dá a missão a eles e a nós também: “Sereis minhas testemunhas em Jerusalém… Judéia, Samaria e até os confins da terra...” Ali Jesus “Elevou-se… e uma nuvem o encobriu...” (cf. Mc 16, 15-20).

Esse mistério presente se oculta aos olhos do povo. Os anjos dão um alerta e nos convidam para que não fiquemos parados e inérteis na contemplação, mas que devemos prosseguir orando e trabalhando na seara do Senhor. Agora a Igreja tem o mandato e compromisso que recebeu de Jesus para evangelizar a todos.

O que estamos fazendo na Igreja? Será que ficamos parados somente na contemplação e adoração e não fazemos nada pra nossa comunidade cristã ser autêntica seguidora de Cristo no mundo?

Jesus não sai de cena com a sua ascensão, mas a sua presença se torna visível na ação dos apóstolos e de cada um de nós que trabalhamos na nova evangelização. A Igreja é impulsionada pelo Espírito Santo que dá força e ânimo na missão de levar o projeto de salvação de Nosso Deus.

Na Carta de São Paulo, somos motivados a interpretar a Ascensão está para a glorificação de Cristo e para o anúncio do retorno de todos nós a Deus. Em Deus, tudo começa e termina. É o fim último de todos nós. Nascemos e morremos para Deus (cf. Ef 1, 17-23).

O Evangelho de Marcos mostra a Missão dos discípulos no mundo, após ascensão e a volta de Jesus para o Pai. Encontramos nesta passagem três fatos que são: Jesus ressuscitado define a MISSÃO dos Discípulos; Jesus vai para o Pai e, por último, os discípulos e os apóstolos partem para a missão evangelizadora, isto é, levar a boa nova de Jesus para todos.

Assim, estamos cumprindo a missão universal da Igreja que é “Ide e evangelizai o mundo”. Pregar o evangelho da salvação. Anunciar o Reino de Deus que é a presença da justiça, do amor, da solidariedade, da partilha e do perdão. Quem ama Jesus cumpre o que Ele fez e leva a todos a Sua boa nova. Não fica parado e nem acomodado. O mundo se torna mais humano e cristão na medida em que somos fieis a Deus, agindo beneficamente. Somos missionários do Senhor e devemos viver como tal.

Tudo por Jesus, nada sem Maria.

Santa Rita de Cássia, rogai por nós!!! 

Amém!!!

José Benedito Schumann Cunha
Bacharel em Teologia
19-05-2012

quinta-feira, 17 de maio de 2012

O amor é medida da coerência cristã


A liturgia desse sexto Domingo da Páscoa nos chama atenção ao amor de Deus por nós que se manifestou em gestos, nas pessoas e nas palavras e gestos de Jesus. Deus age nas ações dos seus discípulos para o bem do homem e hoje ainda acontecem muitas maravilhas para as pessoas que precisam de uma graça ou de um milagre em suas vidas. Tudo é possível quando cremos em Jesus Cristo, Nosso Senhor e Salvador.

Nos Atos dos Apóstolos, vemos a pessoa de Pedro na casa de Cornélio que anuncia Jesus e sua ação salvífica para toda sua família. Então, Cornélio e sua família acolhem o anúncio da Boa Nova do Evangelho e aderem a Jesus, crendo que Ele é o Salvador e pedem o Batismo, e assim são batizados todos da sua família (cf. At 10, 25-26.34-35.44-48).

Deus nos dá a salvação e não faz distinção de pessoas e nem exclui para o seu reino de amor, justiça e paz. Como devemos proceder para receber esta salvação de Deus por Jesus? É acolher a Palavra de Deus na nossa vida e crer nela sem nenhum constrangimento ou medo, mas por amor com coração aberto às propostas que Deus tem para nós.

Na 1ª Carta de São João, vemo-lo afirmando que "Deus é amor". Essa afirmativa é muita profunda e fala exatamente o que Deus é. João nos esclarece para o entendimento que o amor vem de Cristo que deu prova de amor a todos os homens. Isto é, para bons e maus através da sua morte na cruz. Outro entendimento que podemos fazer é que o amor deve ir ao encontro dos irmãos de caminhada e a todos, sem exceção (cf. 1 Jo 4, 7-10).

Se sabemos que Deus é amor e Ele nos ama, então devemos amar a todos, sem excluir ninguém, pois todos são filhos e amados de Deus.

No Evangelho de São João, Jesus mostra aos discípulos o caminho que eles devem percorrer: isto é, testemunhar com suas vidas que Deus ama os homens e está no meio deles para amá-los sempre em todas as circunstâncias. (cf. Jo 15, 9-17). Deus nos chama de amigos, pois esse sabe em quem confiam. Jesus tem uma íntima ligação com o Pai e esta ligação também refletiu no convívio que Ele teve com seus discípulos. Deus amou o Filho e o glorificou, e nós vimos a sua glória na sua Páscoa, pois Jesus vive para sempre.

Quem ama segue e obedece aos mandamentos de Deus que são sinais que nos levam para uma vida harmoniosa conosco e com nossos semelhantes de caminhada. Se quisermos ser seguidores de Jesus devemos exercitar o amor que leva vida e justiça para todos.

Jesus nos chama de amigos e não de servos, pois o amigo tem a liberdade de estar com Jesus, de ouvi-Lo e de pedir as graças que nos ajudam a caminhar neste mundo, construindo um Reino de Deus para todos, já aqui na terra. Sabemos que foi Jesus que nos escolhe para participar da sua graça e vida.

A cada dia, somos convidados a ouvir Deus e a nos alimentar do pão do céu, que é Jesus na missa. Por que ficarmos longe do Banquete da Eucaristia que vai nos dar força sempre?

Se quisermos mostrar que amamos Deus é preciso dar testemunho Dele no mundo, levando a todos a sua Boa Nova de Salvação e segui-LO aonde Ele for. Que esta liturgia nos ajude a abrir o nosso coração a Deus. Não fechemos o nosso viver em nosso mundo particular, mas que seja no nosso mundo comunitário, onde aprendemos a corrigir e a entender a caminhada de cada um rumo à eternidade.

Portanto, a medida do nosso amor a Deus está no amor que damos a todos os nossos irmãos e irmãos que convivemos.

José Benedito Schumann Cunha
Bacharel em Teologia
12-05-2012

quarta-feira, 16 de maio de 2012

ANÁLISE DE COMUNICAÇÃO PAROQUIAL 2011 - Paróquias conhecem mais jornal


Perto de completar cinco anos de existência e de circulação em 40 cidades do Norte de Minas Gerais e Vale do Jequitinhonha, o “Clarão do Norte” recebeu 100% de afirmação positiva em relação à 20ª e última pergunta do questionário “Pesquisa de Análise de Comunicação Paroquial”: conhece o jornal “Clarão do Norte”?. 

 

Esta análise de comunicação foi realizada pela Pastoral da Comunicação da Arquidiocese de Montes Claros com 49 das 59 paróquias, quase-paróquias e comunidades eclesiais desta Igreja particular. Teve a colaboração do Secretariado Arquidiocesano de Pastoral (Searpa) e da Secretaria do Arcebispado.


Já com relação ao site da Arquidiocese, cujo domínio www.arquimoc.org.br foi criado em junho de 2001, 42 paróquias, quase-paróquias e comunidades eclesiais responderam que conhecem o site, seis não o conhecem e uma não ofereceu resposta alguma à 19ª pergunta do questionário. 

Este começou a ser aplicado em junho de 2011. As respostas eram dadas por padres, secretárias e conselheiros paroquiais, Pastorais da Comunicação (Pascom) Paroquiais e Equipes de Liturgia.