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"(...) A história se repete: a primeira vez como tragédia. A segunda e outras vezes como farsa da tragédia anunciada. (...)" Karl Heinrich Marx (05/05/1818-14/03/1883)

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sábado, 3 de maio de 2014

Cardeal de SP destaca real sentido do trabalho humano

Cardeal de SP destaca real sentido do trabalho humano
QUINTA-FEIRA, 1 DE MAIO DE 2014, 9H12 MODIFICADO: QUINTA-FEIRA, 1 DE MAIO DE 2014, 9H30 

Cardeal de São Paulo destacou que o trabalho não é apenas utilitarista, mas tem uma dimensão mais ampla

Kelen Galvan
Da redação

Cardeal de SP destaca real sentido do trabalho humano Nesta quinta-feira, 1º, a Missa celebrada pelos bispos participantes da 52ª Assembleia Geral da CNBB, em Aparecida (SP), recordou a memória litúrgica de São José Operário, data em que celebra-se o Dia do Trabalho.  A Solenidade foi presidida pelo Arcebispo de São Paulo, Cardeal Odilo Pedro Scherer.

Na homilia, Dom Odilo enfatizou que a festa de hoje remete à importância do trabalho para a vida humana. “São José, um trabalhador comum, que buscava seu sustento, mas também dava sua contribuição à comunidade com seus dons. Jesus, que também é conhecido como filho do carpinteiro, trabalhou, valorizou o trabalho (…) Vemos neste fato a valorização e a dignidade do trabalho humano”.

O cardeal explicou que a primeira leitura da Missa, apresenta Deus criador (cf. Gn 1,26–2,3), “poderíamos dizer: Deus trabalhador”, pondo ordem ao caos. “E essa ordem Deus dá a Adão e Eva, para que façam a mesma coisa: ‘dominem a terra’, façam o que Deus fez, pondo ordem ao caos”.

Em cada trecho que narra a criação, Deus vê que aquilo que criou é bom, e quando faz o homem e a mulher, Ele diz que era “muito bom”, e no sétimo dia descansou. Segundo Dom Odilo, isso mostra que o trabalho não é um fim em si mesmo, ele tem um objetivo a realizar, uma obra boa, mas por fim é preciso descansar, ter o prazer do trabalho.

“Estamos habituados a ver o trabalho dentro de um sistema, com uma dimensão utilitarista (…) Se estamos acostumados a ver o trabalho apenas como mercadoria, em função do ganho, do acúmulo, nós estaremos desvirtuando a maneira originária de ver o trabalho”, alertou.

Dom Odilo explicou que o trabalho já existia antes do pecado original, e depois do pecado tornou-se desvirtuado e pesado. “O trabalho é a nossa participação criativa na obra comum, na obra solidária da coisa boa a realizar em comum, neste mundo. Cada um dando de sua parte, o dom que Deus lhe deu. O trabalho é nossa forma de assumir nossas responsabilidades sociais e familiares”.

Por fim, o cardeal recordou a Exortação Apostólica Evangelli Gaudium, na qual Papa Francisco destaca que uma das questões fundamentais do nosso tempo é a inclusão social dos pobres, sobretudo através da dignidade do trabalho, que lhes possa ser oferecido.

“Os pobres estão em aumento por causa das crises econômicas, decorrentes de uma visao materialista da economia e do trabalho. Este é um desafio grande da evangelização. Permear novamente o mundo da economia do trabalho com os valores cristãos é missão da Igreja, a fim de que os grandes princípios norteadores da dignidade da pessoa, da solidariedade social e da justiça nas relações de trabalho sejam postos em prática”, ressaltou.

O Arcebispo de São Paulo também rezou por aqueles que vivem a angústia de não ter um trabalho ou não têm acesso a um trabalho digno para sustentar a si e à sua família, ou mesmo para dar sua contribuição na edificação do bem comum na sociedade.

É preciso multiplicar a caridade, diz núncio apostólico

É preciso multiplicar a caridade, diz núncio apostólico
SEXTA-FEIRA, 2 DE MAIO DE 2014, 8H42 MODIFICADO: SEXTA-FEIRA, 2 DE MAIO DE 2014, 9H43 

missa assembleia

Em homilia na 52ª Assembleia Geral, Dom Giovanni D’Aniello falou da necessidade de multiplicar a caridade, colocando o pouco que se tem a serviço de Deus

Jéssica Marçal
Da Redação

missa assembleia
Bispos participam da Santa Missa, que inicia os trabalhos do dia / Foto: Canção Nova

Nesta sexta-feira, 2, os bispos do Brasil iniciaram o terceiro dia de trabalhos da 52ª Assembleia Geral da CNBB. O dia começou com a celebração da Santa Missa, presidida pelo núncio apostólico no Brasil, Dom Giovanni D’Aniello.

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A reflexão teve como foco o Evangelho que narra a multiplicação dos pães. Segundo Dom Giovanni, trata-se de um episódio que também preanuncia a Eucaristia, alimento que Cristo dá em abundância para Seus seguidores.

“Se a Igreja relembra esse milagre é para nos dizer que Jesus ressuscitado nutre, com Seu milagre, na Eucaristia, o novo povo de Deus, para dar as forças necessárias para continuar no caminho ao longo da história”.

O núncio lembrou que, com muito pouco, Jesus alimentou muita gente, o que faz pensar que é preciso pouco para ajudar os mais necessitados. Segundo ele, o problema é saber colocar o pouco que se tem a serviço de Deus. “Precisamos multiplicar a caridade, estender a compaixão, ir ao encontro dos que precisam, como diz o Papa Francisco”.

Dom Giovanni destacou ainda que, muitas vezes, as pessoas abaixam os olhos para não enxergar a realidade ao seu redor, contentando-se em olhar para si mesmas. Mas Jesus convida todos a elevarem os olhos e, junto com Ele, perceber as pessoas que precisam de ajuda, que sofrem e têm fome.

Um último aspecto citado por Dom Giovanni, na homilia, foi a necessidade de saber interpretar com fé os sinais de Jesus. Após distribuir os pães, Cristo retirou-se sozinho nas montanhas, mas isso não significou esquecimento, e sim um sinal para segui-Lo.

“Os sinais que Ele realiza não têm que ser lidos na materialidade, mas interpretados na fé como evocação de um mistério mais profundo (…) Jesus não quer nos deixar para sempre, mas volta para nos levar ao Pai. Somente a partir dessa comunhão nasce a caridade”.

O núncio apostólico encerrou a homilia pedindo a intercessão de Nossa Senhora Aparecida. “Recorramos a Maria Santíssima, Mãe Aparecida, para que sua presença maternal sirva de exemplo dessa caridade para homens e mulheres de todo o mundo”.




quinta-feira, 1 de maio de 2014

Cardeal de SP destaca real sentido do trabalho humano

Cardeal de SP destaca real sentido do trabalho humano

QUINTA-FEIRA, 1 DE MAIO DE 2014, 9H12 MODIFICADO: QUINTA-FEIRA, 1 DE MAIO DE 2014, 9H30 

Cardeal de São Paulo destacou que o trabalho não é apenas utilitarista, mas tem uma dimensão mais ampla

Kelen Galvan
Da redação

Cardeal de SP destaca real sentido do trabalho humano Nesta quinta-feira, 1º, a Missa celebrada pelos bispos participantes da 52ª Assembleia Geral da CNBB, em Aparecida (SP), recordou a memória litúrgica de São José Operário, data em que celebra-se o Dia do Trabalho.  A Solenidade foi presidida pelo Arcebispo de São Paulo, Cardeal Odilo Pedro Scherer.

Na homilia, Dom Odilo enfatizou que a festa de hoje remete à importância do trabalho para a vida humana. “São José, um trabalhador comum, que buscava seu sustento, mas também dava sua contribuição à comunidade com seus dons. Jesus, que também é conhecido como filho do carpinteiro, trabalhou, valorizou o trabalho (…) Vemos neste fato a valorização e a dignidade do trabalho humano”.

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O cardeal explicou que a primeira leitura da Missa, apresenta Deus criador (cf. Gn 1,26–2,3), “poderíamos dizer: Deus trabalhador”, pondo ordem ao caos. “E essa ordem Deus dá a Adão e Eva, para que façam a mesma coisa: ‘dominem a terra’, façam o que Deus fez, pondo ordem ao caos”.

Em cada trecho que narra a criação, Deus vê que aquilo que criou é bom, e quando faz o homem e a mulher, Ele diz que era “muito bom”, e no sétimo dia descansou. Segundo Dom Odilo, isso mostra que o trabalho não é um fim em si mesmo, ele tem um objetivo a realizar, uma obra boa, mas por fim é preciso descansar, ter o prazer do trabalho.

“Estamos habituados a ver o trabalho dentro de um sistema, com uma dimensão utilitarista (…) Se estamos acostumados a ver o trabalho apenas como mercadoria, em função do ganho, do acúmulo, nós estaremos desvirtuando a maneira originária de ver o trabalho”, alertou.

Dom Odilo explicou que o trabalho já existia antes do pecado original, e depois do pecado tornou-se desvirtuado e pesado. “O trabalho é a nossa participação criativa na obra comum, na obra solidária da coisa boa a realizar em comum, neste mundo. Cada um dando de sua parte, o dom que Deus lhe deu. O trabalho é nossa forma de assumir nossas responsabilidades sociais e familiares”.

Por fim, o cardeal recordou a Exortação Apostólica Evangelli Gaudium, na qual Papa Francisco destaca que uma das questões fundamentais do nosso tempo é a inclusão social dos pobres, sobretudo através da dignidade do trabalho, que lhes possa ser oferecido.

“Os pobres estão em aumento por causa das crises econômicas, decorrentes de uma visao materialista da economia e do trabalho. Este é um desafio grande da evangelização. Permear novamente o mundo da economia do trabalho com os valores cristãos é missão da Igreja, a fim de que os grandes princípios norteadores da dignidade da pessoa, da solidariedade social e da justiça nas relações de trabalho sejam postos em prática”, ressaltou.

O Arcebispo de São Paulo também rezou por aqueles que vivem a angústia de não ter um trabalho ou não têm acesso a um trabalho digno para sustentar a si e à sua família, ou mesmo para dar sua contribuição na edificação do bem comum na sociedade.

www.cancaonova.com

Mês de maio nós dedicamos mais a Maria

Mês de maio nós dedicamos mais a Maria


queridos irmãos e irmas, nós somos muito felizes porque podemos homenagear a mãe de Deus, que soube corresponde com a vontade divina. Ela, mulher singela, soube entender os desígnios de Deus para a humanidade e respondeu-lhe com generosidade, dando sim e por causa disso Jesus veio ao mundo e nos salvou na cruz. Ela foi forte e sempre acompanhar a trajetória de seu filho amado. Ela foi generosa e cheia de fé, pois assistiu de pé a morte de Jesus e o recebeu em seu braço, mas também teve a alegria de vê-Lo ressuscitado e esteve presente no Pentecoste onde começou a nossa Igreja, peregrina e missionaria. ( Jose Benedito Schumann Cunha)

Maria é a nossa intercessora no céu e mãe da Igreja nascente. Nós sabemos que Jesus é a cabeça da Igreja e nós somos seus membros e buscamos a santidade para que todo o corpo mistico seja radiante de beleza infinita. Os santos, os mártires e Maria, mãe de Deus e nossa, são esses membros do corpo que é a Igreja. Eles se harmonizam com Cristo, cabeça da Igreja. Aproveitemos esse mês para rezar, ouvir a Palavra de Deus e rezar o rosário. ( Jose Benedito Schumann Cunha) 
Reze sempre esta linda oração de São Bernardo:

O “Lembrai-vos” de S. Bernardo

Lembrai-os, ó piíssima Virgem Maria, que nunca se ouviu dizer que algum daqueles que têm recorrido à vossa proteção, implorado a vossa assistência e reclamado o vosso socorro, fosse por vós desamparado. Animado eu, pois, com igual confiança, a vós, ó Virgem entre todas singular, como a Mãe recorro, de vós me valho, e gemendo sob o peso de meus pecados, me prostro a vossos pés. Não desprezeis as minhas suplicas, ó Mãe do Filho de Deus humanado, mas dignai-vos de as ouvir propícia e de me alcançar o que vos rogo. Amem.

Nossa Senhora e São Jose, rogai a Deus por nós!

https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=dtjNUVNdVP8&list=PLcfmfsOPkXHI6-mcReRyLbywcAsvRt_X2

terça-feira, 29 de abril de 2014

Racismo e preconceito não podem existir entre nós

Racismo e preconceito não podem existir entre nós
 
Queridos irmãos e irmãs, os últimos acontecimentos ocorridos no futebol, tanto no Brasil e fora daqui, referente atitudes racistas e preconceituosos de alguns, não podem continuar porque somos todos humanos e cada um tem dignidade e merece respeito. Nós não podemos aceitar estas atitudes que diminuem os valores humanos. Nós cristãos devemos se congratular uns com os outros, torcer para seu time com espirito esportivo e que as competições sejam sadias e que promovam a paz entre os povos. Daqui alguns dias nós teremos a copa do mundo, um evento mundial onde muitas nações e torcedores virão ao nosso país, por isso devemos ser hospitaleiros e acolhedores como já é de praxe usual do nosso povo brasileiro. Não há fronteiras, religiões, pensamento, politicas e posições pessoais quando os gestos de humanidade, solidariedade e fraternidade reinam nos corações das pessoas. Que cheguemos de coração aberto e pronto para acolher a todos e que possamos ter uma copa em harmonia e paz entre todos. (bacharel em teologia Jose Benedito Schumann Cunha)
                                                                                                                           
Diante dos últimos casos de racismo que estouraram no esporte nos últimos dias, em especial a banana que jogaram em Daniel Alves na partida do Barcelona contra o Villarreal, no último domingo, que eclodiu em manifestações de apoio ao brasileiro por todo o mundo, até mesmo o Papa Francisco irá se posicionar publicamente sobre a questão.
                                                                                                                                                                    
A presidente Dilma Roussef confirmou que o pontifície enviará uma mensagem que será lida na abertura da Copa do mundo, no dia 12 de junho. O texto deve ser lida por um jogador da Seleção Brasileira antes da partida contra a Croácia, em São Paulo.

Segundo a presidente, o governo brasileiro está conversando com líderes de "outros segmentos religiosos" para que eles também enviem comunicados sobre o racismo durante o Mundial.

Ela voltou a elogiar a postura de Daniel Alves, que comeu a banana jogada sobre ele. "A partir de agora, somos todos macacos", declarou Roussef, segundo à agência EFE, aderindo à campanha lançada pelo jogador Neymar após o caso com o companheiro.


domingo, 27 de abril de 2014

A Igreja, O corpo de Cristo, tem os membros que são santos




ROGAI POR NÓS, SÃO JOÃO XXXIII E SÃO JOÃO PAULO II


O Papa Emerito Bento XVI presente na missa de canonização dos dois novos santos


CIDADE DO VATICANO, 27 ABR (ANSA) - O papa emérito Bento XVI foi recebido com aplausos e ovacionado na Praça São Pedro, no Vaticano, onde na manhã deste domingo (27) ocorre a cerimônia de canonização de João Paulo II e João XXIII.   

Bento XVI, que renunciou ao Pontificado no ano passado, foi cumprimentado pelo presidente da Itália, Giorgio Napolitano, e pelo próprio papa Francisco, assim que este ingressou na Praça São Pedro.   



Joseph Ratzinger se sentou em um lugar reservado a autoridades e membros da Igreja Católica para acompanhar a cerimônia. Ao longo das últimas semanas, foi grande o suspense sobre a presença do Papa Emérito na missa. Apenas ontem o Vaticano confirmou a ida de Ratzinger. (ANSA)

Leia mais em: http://zip.net/bvndQz

fonte:www.bol.com.br

João Paulo 2º e João 23 são proclamados santos em grande cerimônia

João Paulo 2º e João 23 são proclamados santos em grande cerimônia
Do UOL, em São Paulo 27/04/201403h31  Atualizada 27/04/201406h37

Imagens de João Paulo II e João XXIII na Basília de São Pedro. (Foto: Alberto Pizzoli / AFP Photo)

Queridos irmãos e irmãs, A Igreja resplandece a gloria de Cristo nos seus santos e santas, que dão as suas vidas para que o anuncia da salvação de Cristo seja difundida em todos os cantos da terra. Cada cristão e cristã são chamados a serem testemunhas de Cristo ressuscita e vivo em nosso meio. Nós cremos em Cristo por temos a fé Nele que tudo é faz para que a humanidade seja renovada no amor que constrói sociedade fraterna e solidaria. (Jose Benedito Schumann Cunha)

A vivencia de cada um deve assemelhar-se com a primeira comunidade  que tinha tudo em comum e ninguém passava necessidade, pois todos sentiam membros da família que é Igreja de Cristo. Os santos e santas que cantam o eterno aleluia Deus na eternidade do céu, pois souberam peregrinar na terra fazendo bem e proclamando que Jesus é Senhor para honra da glória de Deus Pai. Hoje, domingo da Misericórdia, que possamos sempre olhar e tocar as santa chagas de Jesus, não como incrédulos, mas crentes de um Deus que se fez homem, viveu, nos ensinou com gesto e palavras da importância do amor que se traduz em boas obras a todos, principalmente os indefesos, os doentes e pobres desse mundo. (Jose Benedito Schumann Cunha)

Que a intercessão de São João XXIII e São João Paulo II nos ajudem a ter olhares misericordiosos com os marginalizados desse mundo para que eles encontrem a alegria verdadeira em Cristo. Graças nós damos a Deus por esses dois novos santos e que possamos sempre contemplar o amor misericordioso de Deus a nós e que o Reino Dele seja já contemplado aqui na terra até a eternidade. Amém (Jose Benedito Schumann Cunha)

Canonização dos papas João 23 e João Paulo 2º no Vaticano26 fotos 24 / 26
27.abr.2014 - Dezenas de milhares de fiéis se reúnem na Praça de São Pedro à espera da cerimônia de canonização dos papas João 23 e João Paulo 2º, a ser conduzida pelo papa Francisco Massimo Percossi/Efe
O papa Francisco proclamou neste domingo (27) a santidade dos papas João 23 e João Paulo 2º e pediu, em um grande cerimônia na Praça de São Pedro, que ambos os pontífices sejam inscritos nos livros dos santos da Igreja.

O rito foi feito em latim, ao começo do ato no qual a Igreja Católica eleva aos altares aos dois papas, em cerimônia que também celebrada com o papa emérito Bento XVI.

A proclamação da santidade dos dois papas foi recebida com um grande aplauso na Praça de São Pedro, assim como em outros lugares de Roma, onde dezenas de milhares de peregrinos se concentram perante telas gigantes de onde acompanham a cerimônia.

Francisco disse que os os pontífices foram "homens corajosos", que não tiveram "medo" de contemplar Jesus e que viveram os desafios do século 20. 

"São João 23 e São João Paulo 2º tiveram a coragem de olhar as feridas de Jesus, de tocar suas mãos. Não tiveram vergonha da carne de Jesus, não se escandalizaram dele, da sua cruz, não tiveram vergonha da carne do irmão", afirmou o Francisco. "Foram sacerdotes, bispos e Papas do século XX. Conheceram as tragédias desse século, mas não foram sobrecarregados e julgados por elas. O mais forte, neles, era Deus, a fé em Jesus Cristo Redentor do homem e Senhor da história", destacou Francisco.

Segundo o Papa, João 23 e João Paulo 2º também "colaboraram para recuperar a Igreja com sua fisionomia original", principalmente o primeiro, através do Concílio Vaticano 2º. "João 23 foi para a Igreja Católica um pastor, um guia, mas também guiado pelo Espírito Santo. Esse foi seu grande serviço pela Igreja. Por isso, gosto de pensar nele como o 'Papa da Docilidade do Espírito Santo'", afirmou Francisco.  

Rito de canonização
A parte mais importante e esperada da cerimônia foi o rito da canonização, quando o governador regional da Congregação para a Causa dos Santos, o cardeal Angelo Amato, apresentou a Francisco "os três pedidos" de canonização para ambos os papas, primeiro com "grande força", depois com "maior força" e, por último, com "grandíssima força".

Em seguida, o papa pronunciou a fórmula: "Em homenagem à Santíssima Trindade, pela exaltação da fé católica e o aumento da vida cristã, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo e dos santos apóstolos Pedro e Paulo, após haver refletido largamente e invocado a ajuda divina e escutando o parecer de muitos de nossos irmãos bispos, declaramos santos João XXIII e João Paulo II".

E finalmente, pediu a que os dois papas fosse inscritos nos livros dos santos.

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Veja os papas com os mandatos mais longos da história10 fotos 9 / 10
2º: O papa João Paulo 2º teve o segundo maior mandato da história, de 26 anos, cinco meses e 18 dias, de 1978 a 2005 Massimo Sambucetti/AP
João Paulo 2º foi canonizado após um processo recorde por sua brevidade, graças a que Bento 16 autorizou abrir o processo sem esperar que passassem cinco anos desde sua morte.

No entanto, o processo para sua beatificação e posterior canonização passou por todos os requisitos, entre eles o dos dois milagres realizados por sua intercessão, o da cura da freira francesa Marie Simon-Pierre e o do costarriquenho Floribeth Mora, ambos hoje presentes em São Pedro.

Enquanto no caso de João XXIII, beatificado no ano 2000 por João Paulo II, o papa Francisco acelerou o processo ao assinar o decreto para seu canonização sem que se houvesse ainda comprovado o segundo milagre necessário para ser santo.

Missa com grande estrutura
A missa é oficiada pelo papa Francisco e cocelebrada entre 130 e 150 cardeais vindos de todo o mundo para esta ocasião, assim como 1.000 bispos e 870 sacerdotes se encarregarão de dar a comunhão.

Perante a impossibilidade que todos os fiéis possam entrar na Praça de São Pedro, há 17 telas gigantes distribuídas por toda Via da Conciliação e em outros pontos de Roma como a praça Farnese, Praça Navona e os Foros imperiais.

Os mais próximos ao papa são o cardeal vigário de Roma, Agostino Vallini, o cardeal polonês e histórico secretário de João Paulo 2º, Stanislao Dziwisz, e o bispo de Bergamo, Francesco Beschi, procedente da cidade natal de João 23.

Mas também está presente Bento 16, que ocupará um posto com os outros cardeais no setor esquerdo.

As delegações ocuparão os dois setores ao lado do altar, onde se instalaram toldos já que as previsões do tempo dizem que pode chover durante a manhã.

A cerimônia começou aproximadamente às 9h (4h em Brasília), já que este domingo se celebra a Divina misericórdia, festa da Igreja Católica que proclamou o papa João Paulo 2º. (Com agências internacionais)
fonte: www.uol.com.br

sábado, 26 de abril de 2014

A Igreja estará em festa amanha

A Igreja estará em festa amanha


Queridos irmãos e irmãs, que dia abençoado será esse, nesse domingo a Igreja será agraciada por mais dois grandes santos que vão ornar a constelação do Reino de Deus. Assim,  podemos ser uma Igreja que cria caminhos novos para chegar ao Reino de Deus que Jesus anunciou para todos.

O caminho para chegar a eternidade é esse: é a trajetória de Cristo que com gestões e palavras mostrou a face bondosa e misericordiosa de Desus. Cada vez que somos que caminhamos com Deus em comunhão com a sua vontade, estamos de fato peregrinando para a terra definitiva que é o céu onde está Deus, todos santos e santas, juntamente com os anjos que servem e adoram o Deus da vida.

Assim, irmãos e irmãs, os exemplos dos santos nos devem empolgar e mais ainda quere e desejar o céu, mas isso é possível na medida em que aderimos a Jesus por completo em uma Igreja transformadora, sem ostentação, mas servidora. A Igreja é a nossa família, pois é ela que nos fez participantes no Batismo que recebemos e nos sacramentos que nos revigoram para a missão evangelizadora do mundo.

Não há a Igreja sem cruz e nem sem testemunho coerente com a adesão a Cristo. É importante ser de Cristo e deixá-Lo aberto para a sua graça chegue até nós. Assim, irmãos e irmãs, nós amanhã vamos ter a grande graça de ter o Beato João Paulo II e João XXIII, que vão ser sinais claros para que enxergamos o caminho, a verdade e vida, que é Jesus Cristo.

As palavras do Papa João Paulo II nos deram muitas palavras encorajadora que nos animam para viver com autenticidade o cristianismo. O Cristianismo não é uma agremiação ou uma comunidade qualquer, mas é a Igreja de Cristo que congrega a todos a Deus. Nós nos transformamos e o coração se renova na fé em Jesus que nos  permite mudar as realidades de mortes para a de vida.


Portanto, esse dia 27 de abril, Domingo da Misericórdia, será um dia radiante para a Igreja e para o mundo, pois vai iluminar  todos os cantos da terra. Assim,  Deus faz maravilhas na vida das pessoas que estão com Ele e é por isso vamos ser construtores de pontes entre as pessoas a Deus. Que cada um de nós sinta Igreja, pois ela é o lugar que derrama o amor de Deus a nós e assim podemos recordar e meditar uma frase de João Paulo II que é : "A Igreja é a carícia do amor de Deus ao mundo." [Papa João Paulo II] O mundo muda em Deus e desse modo a vida se torna plena em Cristo vivo e ressuscitado. Amém
Bacharel em teologia Jose Benedito Schumann Cunha

Felicidade...



O QUE É A FELICIDADE
É curioso mas acredito que muita gente não compreende o quanto a noção de felicidade é importante para os socialistas, como ela está no coração mesmo do pensamento de Marx. É ela, afinal, o grande objetivo final de nossa luta, a felicidade – não como simples busca do prazer individual – mas como auto-realização do ser humano. O direito que cada indivíduo tem de poder expressar e realizar suas capacidades, realizar-se, colocando sua humanidade no que faz, seja o que for: um objetivo, uma lavoura, uma obra de arte. Que todos possam ser felizes, efetivando suas capacidades e fazendo parte de uma coletividade, um grupo que os reconhece como seus. Muitas pessoas nem sempre associam o “livre desenvolvimento de cada um como condição para o livre desenvolvimento de todos” à noção de felicidade do indivíduo. Não entendem que esse “livre desenvolvimento” de cada um é, justamente, a condição para que se possa ser feliz. Ou pensam que isso é coisa do futuro e deve ser deixada para o futuro. Não se dão conta de que ser feliz é algo para ser buscado no presente; que não deve ser uma utopia, mas algo necessário, agora, algo para ser tentado desde já, algo que nos faz melhores como pessoas e, portanto, mais capazes de enfrentar a longa luta. Não creio que seja um exagero quando penso que a beleza da vida, a alegria de viver é o que deve nos guiar e é o que nos pode dar alguma força. Que a revolução significa não apenas a busca da vida e da liberdade, mas a busca da felicidade.
(Eleanor Marx, Carta à Olive Schreiner, 1897. Do livro)
FONTE http://nucleopiratininga.org.br/por-eleanor-filha-de-karl-marx-sobre-felicidade-e-revolucao/