ALVORADA

O SOL NASCE NO LESTE (VOSTOK) E PÕE-SE NO OESTE (EAST)

Frase

"(...) A história se repete: a primeira vez como tragédia. A segunda e outras vezes como farsa da tragédia anunciada. (...)" Karl Heinrich Marx (05/05/1818-14/03/1883)

Fatos

Gripe espanhola-estadunidense no início do século XX... Coronavírus no início do século XXI... Barragem de rejeitos minerários arrasa Mariana-MG em 05/11/2015... Barragem de rejeitos minerários arrasa Brumadinho-MG em 25/01/2019... Anderson Gomes e Marielle Franco são executados no Rio de Janeiro-RJ em 14/03/2018... Médicos ortopedistas são executados com 30 tiros em 30 segundos em restaurante na Barra da Tijuca no Rio de Janeiro-RJ... (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)(...) (...) (...)(...) (...) (...) E por aí vai...

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Beba com moderação... ... ...


Proteste sem moderação

POR Quintino de Quadros Vieira (*)

Exército fará segurança da seleção brasileira masculina de futebol para protegê-la dos protestos que se multiplicam pelo país às vésperas da Copa do Mundo Fifa

Quem são esses que necessitam da ajuda do Exército para transitar pelas ruas do Brasil?

Quem são esses medrosos que se dizem defensores do país em um torneio de futebol?

Quem são esses seres humanos mimados?

Não existe mais sentimento de nacionalismo quando os responsáveis por assegurarem a tranquilidade da nação se restringem a resguardar um bando de clubistas e cartolistas do futebol associado a milhões de dólares, enquanto outros milhões de seres humanos padecem de saúde, para citar o mínimo que um Estado de Direito Democrático dito do Bem Estar Social deveria, legalmente, oferecer de retorno à sua população pelos impostos arrecadados através do trabalho dela.

Que as jornadas de junho movimentem o Brasil!

Não vai ter Copa!

E se tiver, vai ter protesto!    

(*) Quintino de Quadros Vieira é tão só escritor

domingo, 25 de maio de 2014

Escutar apelo por unidade, pede Papa em celebração ecumênica

Escutar apelo por unidade, pede Papa em celebração ecumênica
DOMINGO, 25 DE MAIO DE 2014, 14H56

Queridos irmãos e irmãs, o gesto de nosso papa Francisco com o Patriarca Bartolomeu I é muito significativo e cheio de mensagem para todos, principalmente para nós católicos. Nós somos muito agraciados por Deus de termos uma Igreja peregrina que vai ao encontro do outro. A Igreja segue os gestos e as palavras de seu fundador, que é Cristo, pois é vontade Dele a unidade de todos os povos em torno de um único Deus que leva a comunhão e vida para a humanidade. Somos chamados a trabalhar na seara de Cristo, levando a sua mensagem libertadora e da justiça de Deus. Não temos que fazer barreiras e entraves para que Cristo possa entrar nos corações humanos. Muitos esperam de nós testemunho que cremos e agimos em Cristo. Esses dias que nosso pastor da Igreja, representante da Igreja sejam prenuncio de dias melhores, de paz, de fraternidade, de dialogo, de compreensão e perdão. Que as barreiras sejam derrubadas e que os terrenos de nosso coração sejam aplanados para que Deus reine plenamente em nossa vida. (Jose Benedito Schumann Cunha)

Francisco encontrou o Patriarca Bartolomeu I e pediu que hesitações do passado sejam colocadas de lado para se caminhar rumo à unidade

Jéssica Marçal
Da Redação

Escutar apelo por unidade, pede Papa em celebração ecumênica
Logo ao chegar na Basílica do Santo Sepulcro, Papa Francisco abraça o Patriarca Bartolomeu I

O momento tão esperado da visita do Papa Francisco à Terra Santa enfim chegou. Neste domingo, 25, ele se encontrou com o Patriarca Ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I, e participou de uma celebração ecumênica recordando os 50 anos do histórico abraço entre o Papa Paulo VI e o Patriarca Atenágoras.

Escutar apelo por unidade, pede Papa em celebração ecumênica

Pouco antes da Celebração, os dois líderes religiosos dirigiram-se à Pedra na Unção, lugar no qual o corpo de Jesus foi depositado, após ser retirado da cruz, e ungido com óleo.

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Na Basílica do Santo Sepulcro, Francisco destacou este momento de oração como uma graça extraordinária. “Acolhamos a graça especial deste momento. Detenhamo-nos em devoto recolhimento junto do sepulcro vazio, para redescobrir a grandeza da nossa vocação cristã: somos homens e mulheres de ressurreição, não de morte. Aprendamos, a partir deste lugar, a viver a nossa vida, as angústias das nossas Igrejas e do mundo inteiro, à luz da manhã de Páscoa”.

O Santo Padre recordou que Cristo carregou cada sofrimento e tribulação e com seu sacrifício abriu passagem para a vida eterna. Assim sendo, Francisco disse que não se deve deixar roubar o fundamento da esperança e que o mundo não pode ser privado do anúncio da Ressurreição. Ele pediu que as pessoas não fiquem surdas ao forte apelo da unidade que ressoa em especial nesse lugar sagrado para os cristãos.

Escutar apelo por unidade, pede Papa em celebração ecumênica
Os dois líderes religiosos rezam junto a Pedra na Unção, dentro da Basílica do Santo Pepulcro, local no qual o corpo de Jesus foi depositado após ser retirado da cruz

O Pontífice reconheceu que não se pode negar as divisões que ainda existem entre os discípulos de Jesus, mas olhando com gratidão para o gesto histórico de Paulo VI e Atenágoras, vê-se como foi possível, por impulso do Espírito Santo, dar passos importantes rumo à unidade.

“Estamos cientes de que ainda falta percorrer mais estrada para alcançar aquela plenitude da comunhão que se possa exprimir também na partilha da mesma Mesa eucarística, que ardentemente desejamos; mas as divergências não devem assustar-nos e paralisar o nosso caminho. Devemos acreditar que, assim como foi removida a pedra do sepulcro, assim também poderão ser removidos todos os obstáculos que ainda impedem a plena comunhão entre nós”.

Escutar apelo por unidade, pede Papa em celebração ecumênica
Ao falar da unidade, Francisco reiterou seu desejo, a exemplo de seus antecessores, de manter diálogo com todos os irmãos em Cristo. Ele não deixou de mencionar a região do Oriente Médio, tantas vezes marcada por conflitos, e recordou que há inúmeros cristãos perseguidos por causa de sua fé em Cristo Ressuscitado.



“Quando cristãos de diferentes confissões se encontram a sofrer juntos, uns ao lado dos outros, e a prestar ajuda uns aos outros com caridade fraterna, realiza-se o ecumenismo do sofrimento, realiza-se o ecumenismo do sangue, que possui uma eficácia particular não só para os contextos onde o mesmo tem lugar, mas, em virtude da comunhão dos santos, também para toda a Igreja”.

Por fim, ele pediu que as hesitações do passado sejam colocadas de lado e que se possa abrir o coração à ação do Espírito Santo para caminhar rumo ao tão desejado dia da plena comunhão.
fonte www.cancaonova.com 

O Papa Francisco beijou e rezou de joelhos com Patriarca Bartolomeu ante o Santo Sepulcro

O Papa Francisco beijou e rezou de joelhos com Patriarca Bartolomeu ante o Santo Sepulcro






JERUSALÉM, 25 Mai. 14 / 05:31 pm (ACI).- Ao iniciar o encontro ecumênico que comemora aquele sustentado há 50 anos entre Paulo VI e o Patriarca ortodoxo Atenágoras, o Papa Francisco beijou a pedra do Santo Sepulcro onde foi ungido o corpo de Cristo, e rezou de joelhos antes o santo lugar.

Acompanhado do Patriarca Bartolomeu e dos cantos do coro do Patriarcado ortodoxo de Jerusalém, o Papa Francisco se deteve um momento para rezar de joelhos ante a pedra onde foi colocado o Senhor Jesus logo depois da crucificação, para ser ungido.

Em sinal de respeito, o Santo Padre se tirou o solidéu, o pequeno gorro branco que usa sobre a cabeça, e beijou com muita devoção a pedra do Santo Sepulcro.

Logo depois da intensa oração, ambos ficaram de pé para dirigir-se para o lugar aonde se realizou a cerimônia ecumênica.

fonte: ACI

O amor ultrapassa todas as barreiras

O amor ultrapassa todas as barreiras


      Queridos irmãos e irmãs, o amor não tem barreiras e obstáculos, pois ele ultrapassa todas as dificuldades da existência humana. O sim dado, pelos noivos, no sacramento do matrimonio, torna-se essencial na essência do amor dos dois. Quando o homem e a mulher se unem, tornam-se uma única pessoa e esta união faz com que eles caminhem juntos na alegria, na tristeza, na saúde, na doença, na pobreza e na riqueza. Esta é a beleza do casamento cristão, querido por Deus, pois as pessoas não tem data de validade nos seus relacionamentos e seguem juntos eternamente até que a morte os separe.

        Embora, o mundo de hoje é do descartável, do prazer, do não sacrifício, da não doação e quando surgem às adversidades e problemas são incapazes de ter espirito de renuncia e de ajuda ao outro que precisa. Precisamos converter a nossa ação para a verdadeira caridade que se traduz no gesto de serviço ao necessitado da nossa mão que ameniza e da nossa presença aquele (a) que se uniu ao matrimonio.

        Queridos irmãos e irmãs, para que isso aconteça em nossa vida com o outro precisa da conversão de nosso coração ao Deus da vida que doou seu filho único  quando ainda éramos pecadores e não merecedores das graças Dele. Que haja entre nós sempre o amor que perfuma e exala todo nosso modo de ser para bem de si e do outro. Segue esta historia que nos ajuda a entender bem o que é o amor feito em atenção e carinho para com outro que está desprovido de independência e saúde.

      Ele tem 80 anos de idade e toma café da manhã todos os dias com sua esposa. E quando eu perguntei, por que sua esposa está em casa de repouso? Ele disse: Porque ela tem Alzheimer (perda de memória). Eu perguntei: a sua esposa se preocupava, o esperava para ir tomar café com ela? E ele respondeu:- Ela não se lembra...- Já não sabe quem eu sou, faz cinco anos, já não me reconhece. Surpreso, eu disse: - e ainda tomando café da manhã com ela todas as manhãs, mesmo que ela não te reconheça! O homem sorriu e olhou para os meus olhos e apertou minha mão. Em seguida, disse: "Ela não sabe quem eu sou, mas eu sei quem ela é".

Assim, irmãos e irmãs, devemos prosseguir em tudo que tivermos que fazer nesta vida em uma atitude de amor, de desprendimento e de serviço aos que mais precisam de ajuda, pois todos são filhos e filhas de Deus e eles têm primazia no coração de Dele.

Bacharel em teologia Jose Benedito Schumann Cunha

sábado, 24 de maio de 2014

Papa na Terra Santa. Cardeal Parolin: a paz, um dos frutos da viagem

Papa na Terra Santa. Cardeal Parolin: a paz, um dos frutos da viagem

Na Audiência Geral desta quarta-feira, 21, Francisco pediu aos fiéis para rezarem por esta missão. Mas, quais os frutos que podem vir desta peregrinação? Responde o Secretário de Estado vaticano, Pietro Parolin, em entrevista ao Centro Televisivo Vaticano (CTV):

Card. Parolin: “Eu diria que os frutos serão sobretudo na direcção do encontro: um fruto do encontro entre o Papa e as diversas realidades vividas naquela terra e entre estas diversas realidades, e também entre elas. É um fruto de paz. Sabemos que o Papa vai para uma terra particularmente atribulada... Eu espero verdadeiramente que o fruto possa ser o de ajudar todos os responsáveis e todas as pessoas de boa vontade a tomar decisões corajosas no caminho da paz”.

CTV: Uma terra onde é difícil florescer a paz... Quais são os auspícios da Santa Sé em relação ao diálogo israelita-palestino?

Card. Parolin: “De um lado, o direito de Israel de existir e gozar de paz e de segurança dentro dos limites internacionalmente reconhecidos; o direito do povo palestino, de ter uma pátria, soberana e independente, o direito de deslocarem-se livremente, o direito de viverem com dignidade. E depois, o reconhecimento do carácter sagrado e universal da cidade de Jerusalém, da sua herança cultural e religiosa, portanto, como lugar de peregrinação dos fiéis das três religiões monoteístas."

CTV: No Angelus de cinco de Janeiro, o Papa Francisco falou desta viagem como uma peregrinação, insistindo no aspecto da oração. Ponto alto, portanto, será o encontro ecuménico no Santo Sepulcro com o Patriarca Bartolomeu I de Constantinopla, em recordação ao histórico encontro entre Paulo VI e o Patriarca Atenágoras. Acredita que este encontro possa, de alguma maneira, marcar também um momento significativo, importante, nas relações entre as Igrejas?

Card. Parolin: “O ecumenismo foi uma das conquistas do Concílio Vaticano II, naturalmente, ao final de um longo caminho percorrido também pela Igreja Católica neste sentido. O encontro entre Paulo VI e Atenágoras deu um impulso fundamental, foi determinante para este caminho ecuménico, e nos mostra que, às vezes, os gestos servem mais do que as palavras, que são mais eloquentes do que as palavras. Eu espero que o encontro entre o Papa Francisco e o Patriarca Bartolomeu reavive um pouco esta chama, este entusiasmo pelo caminho ecuménico que deveria animar um pouco todas as iniciativas que existem neste sentido. Deveria existir este entusiasmo e esta paixão pela unidade que foi a ardente oração de Jesus no Cenáculo, antes de sua Paixão e morte”.

CTV: A viagem será também um momento de verdadeira alegria para os cristãos que vivem na Jordânia, Palestina e Israel, cristãos que frequentemente vivem em condições difíceis....

Card. Parolin: “Será um momento de alegria e de conforto para todos os cristãos que vivem na Terra Santa. E o Papa, acredito, quer sublinhar, no encontro directo com eles, duas coisas: que estes cristãos são pedras vivas e que sem a sua presença, a Terra Santa e os próprios Lugares Santos correm o risco de se transformar em museus," como se fala frequentemente. Pelo contrário, a sua presença assegura que ali existe uma comunidade cristá viva e uma presença viva do Senhor ressuscitado. E ao mesmo tempo, além desta dimensão mais eclesial, também o papel que os cristãos do Médio Oriente e da Terra Santa desempenham nas sociedades em que vivem, nos países em que vivem: um papel fundamental. Querem colocar-se sinceramente à disposição dos seus concidadãos para construir juntos uma pátria livre, justa e democrática".

fonte:radio vaticano

“Renovo meu apelo mais veemente pela paz na Síria”, pede Papa

“Renovo meu apelo mais veemente pela paz na Síria”, pede Papa
SÁBADO, 24 DE MAIO DE 2014, 13H34

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Francisco lembrou, incisivamente, a situação da Síria e pediu o cessar da violência, propondo paz para região

André Cunha
Da redação

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“Agradeço às autoridades e ao povo jordano pela generosa hospitalidade dada a um número altíssimo de refugiados provenientes da Síria e do Iraque”, disse o Papa. FOTO: Reprodução/CTV

Num encontro afetuoso, o Papa Francisco dirigiu-se aos refugiados que estão na Jordânia, originários da Síria e Iraque, regiões de constantes conflitos. O encontro aconteceu na tarde deste sábado, 24, na Igreja Latina de Betânia. Deste momento, participaram cerca de 600 pessoas, dentre estes também, alguns jovens portadores de deficiência.

No discurso, o Papa fez forte apelo à comunidade internacional em favor da Jordânia,  pedindo que não a deixe sozinha no enfrentamento da emergência humanitária, provocada pela chegada do alto número de refugiados à região.


O Chefe da Igreja Católica lembrou com insistência da situação síria e renovou o seu apelo pela paz na região. “Cessem as violências e seja respeitado o direito humanitário, garantindo a necessária assistência à população que sofre! Todos ponham de parte a pretensão de deixar às armas a solução dos problemas e voltem ao caminho das negociações”.

Segundo o Papa, tais conflitos só podem ser solucionados pelo diálogo e a moderação, assim como, por meio da compaixão por quem sofre e da busca de uma solução política.

Aos jovens deficientes, Francisco pediu que se unam a ele em oração pela paz. “Podeis fazê-lo também oferecendo a Deus as vossas fadigas diárias, tornando-se assim particularmente preciosa e eficaz a vossa oração”. Encorajou-os a colaborar na construção de uma sociedade respeitadora dos mais frágeis, dos doentes, das crianças e dos idosos.

“Apesar das dificuldades da vida, sede sinal de esperança. Vós estais no coração de Deus e das minhas orações, e agradeço-vos pela vossa presença entusiasta e numerosa”, disse.

No final do encontro, o Santo Padre voltou a falar da Síria. Fez votos de que o país reencontre, com a ajuda da comunidade internacional, o caminho da paz. E pediu: “Deus converta os violentos e aqueles que têm projetos de guerra e reforce os corações e as mentes dos operadores de paz e os recompense com todas as bênçãos”.

O encontro com os refugiados e os jovens foi o último programa das atividades do Papa na Jordânia. No domingo, 25, Francisco seguirá para Belém. Na cidade onde Jesus nasceu, o Papa, além de outras atividades, se encontrará com as autoridades palestinas e celebrará a Missa na Praça da Manjedoura.

Igreja de Betânia

O local onde aconteceu o encontro do Papa Francisco com os refugiados e os jovens é uma Igreja latina, no território de Betânia, ainda em construção. A pedra fundamental do templo foi abençoada pelo Papa emérito Bento XVI, durante sua visita à Terra Santa, em 2009.

“Temos o orgulho de apresentar ao mundo este lugar santo onde se deu o Batismo de Jesus. Para muitos este rio que Vossa Santidade acaba de visitar é uma fronteira, para o patriarcado latino é uma ponte que une. Sobre este lugar, nossas crianças e país, pedimos vossa bênção paternal”, disse o patriarca latino, Dom Fouad Twal.

Nascemos para a Pátria celeste


Nascemos para a Pátria celeste

 

"Para os montes levanto os olhos: de onde virá socorro? o meu socorro virá do Senhor, Criador do Céu e da terra" Sl 120

Queridos irmãos e irmãs, nós nascemos  para viver nesta terra em vista do céu, pois lá temos a certeza da nossa finalidade de existência no mundo. No peregrinar desse mundo, devemos seguir as pegas do nosso Pastor, que é Jesus Cristo, pois Ele é a certeza que estaremos no caminho certo para chegar ao céu.

As verdades de Cristo estão contidas na Palavra de Deus, a Bíblia, mas também no evangelho da vida de cada cristão que vive consciente a sua fé Nele. Esta fé é traduzida em atos que constrói a civilização do amor, onde Deus é o centro na nossa valorização da vida de todos.

Ninguém, irmãos e irmãs, podem negligenciar as verdades de Cristo, pois Elas são ensinamentos que trazem vida em abundancia para todos. Como que podemos viver nesse mundo sem ser contaminado pelo mal, pelo comodismo, pela insensibilidade do sofrimento dos que precisam e de todos que necessitam de ajuda material e espiritual? A resposta é simples e ela está na nossa abertura de espirito para Deus onde Ele consegue penetrar o nosso intimo, criando todas as condições pra realizarmos boas obras no meio onde estivermos como na família, na sociedade, na politica e na Igreja.
               
          A sociedade moderna criou muitas alternativas que nos induz que a felicidade está nas coisas que adquirimos e elas tomam muitas vezes lugares de valores que não podem ser sonegados.
Que valores são esses? Eles são a ética, a fé em Deus e coerência de vida que vem do nosso batismo. Nós somos filhos e filhas de Deus, por causa desta dignidade, somos chamados a ter atitudes que demonstram esta verdade que Deus nos dignificou em Cristo.

          Sabemos que Jesus veio, viveu e morreu, mas esta vivo em nosso meio por que nos amou muito em uma doação sem igual nesse mundo. Ele é um Deus presente que nos consola e nos anima para que pratiquemos o bem, trabalhando para a justiça social, para a liberdade e para o amor que construí caminhos novos para que vejamos o Reino d Deus no meio de nós.

        O mal, o desamor, o egoísmo, o materialismo, a ganancia e tudo que nos deixa com coração insensível deve ser extirpados no nosso meio, pois o crer em Cristo nos leva a sermos missionários que trazem, vida, justiça, a verdade, a partilha, a misericórdia e amor a todos.

Tudo isso, podemos acreditar que Deus está sempre ao nosso lado para nos socorrer e seu auxilio vem sempre até nós, porque Deus é conosco . Portanto, a nossa Pátria é o céu e na terra caminhamos para lá. Amém.

Bacharel em teologia Jose Benedito Schumann Cunha

quarta-feira, 21 de maio de 2014

As profecias de Nossa Senhora do Bom Sucesso

As profecias de Nossa Senhora do Bom Sucesso
QUARTA-FEIRA, 21 DE MAIO DE 2014, 7H00

As profecias de Nossa Senhora do Bom Sucesso e sua mensagem para o nosso tempo

As profecias feitas por Nossa Senhora do Bom Sucesso, no século XVI, a respeito do nosso tempo, permaneceram esquecidas durante muito tempo, conforme ela mesma profetizou. A Virgem Maria apareceu à serva de Deus Madre Mariana de Jesus Torres, religiosa espanhola pouco conhecida, pela primeira vez, no dia 2 de fevereiro de 1594, em Quito, no Equador.

Apesar de desconhecida do grande público, a religiosa, que tem seu corpo incorrupto até hoje, viveu de forma extraordinária a sua vocação. A Madre Mariana, que teve uma vida mística e escondida, Nossa Senhora revelou acontecimentos que abalariam as estruturas da Igreja e da sociedade a partir do século XIX.

A Santíssima Virgem previu a desvalorização do sacramento do matrimônio e a corrupção da família: “Quanto ao sacramento do matrimônio, que simboliza a união de Cristo com a Igreja, será atacado e profanado em toda a extensão da palavra”. Leis iníquas serão impostas, com o objetivo de extinguir esse sacramento, facilitando a todos viver mal o matrimônio, propagando-se a geração de filhos malnascidos, sem a bênção da Igreja. O espírito cristão decairá rapidamente. A luz preciosa da fé se apagará até chegar a uma quase total e geral corrupção de costumes. “Acrescidos ainda os efeitos da educação laica, isto será motivo para escassearem as vocações sacerdotais e religiosas”. O espírito do mundo estará nos ambientes domésticos, as crianças se perderão e “o demônio se gloriará de alimentar com o requintado manjar do coração dos meninos”. Nesses tempos infelizes, não se encontrará mais a inocência infantil. “Desta forma, se perderão as vocações para o sacerdócio, e será uma verdadeira calamidade”.

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Nossa Senhora do Bom Sucesso também profetizou a desvalorização e a perseguição dos sacerdotes: “O sagrado sacramento da ordem sacerdotal será ridicularizado, oprimido e desprezado, porque, neste sacramento, se oprime e conspurca (macula) a Igreja de Deus e a Deus mesmo, representado em Seus sacerdotes. O demônio procurará perseguir os ministros do Senhor de todos os modos e trabalhará com cruel e sutil astúcia para desviá-los do espírito de sua vocação, corrompendo a muitos deles”. Estes escandalizarão o povo cristão, farão recair sobre todos os sacerdotes o ódio dos maus cristãos e dos inimigos da Igreja Católica Apostólica Romana. Com este aparente triunfo de satanás, atrairão sofrimentos enormes aos bons pastores da Igreja e à excelente maioria de bons sacerdotes e ao Pastor Supremo e Vigário de Cristo na terra. O Santo Padre derramará secretas e amargas lágrimas na presença de Deus, pedindo luz, santidade e perfeição para todo o clero.

A Virgem Maria profetizou, para o nosso século, o descuido e o esquecimento do sacramento da unção dos enfermos: “Muitas pessoas morrerão sem recebê-lo — seja por descuido das famílias, seja por um mal entendido afeto para com seus enfermos, outros também por irem contra o espírito da Igreja Católica, impelidos pelo maldito demônio —, privando as almas de inumeráveis graças, consolos e força, para darem o grande salto do tempo à eternidade”.

A Mãe da Igreja também previu a propagação de várias heresias e que, “com o domínio delas, apagar-se-á nas almas a luz preciosa da fé, pela quase total corrupção dos costumes. Nesse período, haverá grandes calamidades físicas e morais, públicas e privadas”. Nesses tempos infelizes, o luxo desenfreado conquistará inúmeras almas frívolas e as perderá. “Quase não se encontrará inocência nas crianças nem pudor nas mulheres, e, nessa suprema necessidade da Igreja, calar-se-á aquele a quem competia a tempo falar”. Nesses dias, a atmosfera estará saturada do espírito de impureza, que como um mar imundo correrá pelas ruas, praças e lugares públicos com uma liberdade assombrosa. “Quase não haverá almas virgens no mundo. A delicada flor da virgindade, tímida e ameaçada de completa destruição, luzirá longe. Refugiando-se nos claustros, encontrará terreno adequado para crescer, desenvolver-se e viver sendo seu aroma o encanto de meu Filho Santíssimo e o para-raios da ira divina. Sem a virgindade seria preciso, para purificar essas terras, que chovesse fogo do céu”.

A Virgem Maria previu que, no nosso século, a falta de interesse dos ricos e a indiferença do povo de Deus serão causa de grande mal. Por desleixo e negligência, as pessoas detentoras de grandes riquezas assistirão com indiferença a opressão da Igreja, a virtude perseguida, a maldade triunfante, sem empregar santamente as riquezas na destruição do mal e na restauração da fé. A indiferença do povo fará com que se apague, gradualmente, o nome de Deus em seus corações, “aderindo ao espírito do mal, entregando-se, livremente, aos vícios e paixões”.

Em meio às dificuldades desses tempos difíceis, profetizados para a Igreja e para o mundo, Nossa Senhora fala da importância das comunidades religiosas: “Restarão as comunidades religiosas para sustentar a Igreja e trabalhar com valoroso e desinteressado empenho na salvação das almas, porque, nesse período, a observância da regra resplandecerá nas comunidades, haverá santos ministros do altar, almas ocultas e belas, nas quais meu Filho Santíssimo e eu nos deleitaremos, considerando as excelentes flores e frutos da santidade heroica”. Contra eles, a impiedade fará dura guerra, cumulando-os de difamações, calúnias e vexações para impedir-lhes o cumprimento do seu ministério. Mas esses santos ministros, como firmíssimas colunas, permanecerão inabaláveis. Eles enfrentarão a tudo com “espírito de humildade e sacrifício com que serão revestidos em virtude dos méritos infinitos de meu Filho Santíssimo, que os ama como as fibras mais delicadas de Seu santíssimo e terníssimo coração”.

Essas profecias de Nossa Senhora do Bom Sucesso retratam o estado das coisas, a heresia, a impiedade e a impureza presentes em nosso tempo. Mas, além dessas e outras revelações, a Virgem Maria prometeu o seu socorro e a sua proteção para aquelas pessoas que propagassem a devoção a ela com o título de Nossa Senhora do Bom Sucesso. Por isso, propaguemos essa devoção, que ficou durante muito tempo esquecida, mas que, em nosso tempo, se torna mais conhecida e a sua mensagem muito atual.

Confiemos a Nossa Senhora do Bom Sucesso as nossas orações pelas famílias, especialmente pelas crianças, pelos sacerdotes, religiosos e religiosas, pelos governantes, pelas pessoas detentoras de poder. Para que haja o triunfo do seu Imaculado Coração, também profetizado por ela, precisamos nos unir a Virgem Mãe de Deus com nossas orações, jejuns, penitências, reparações, como ela nos pediu em suas aparições.

Nossa Senhora do Bom Sucesso, rogai por nós!

www.cancaonova.com

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Desunião é o maior escândalo que a Igreja pode dar, diz Papa

Desunião é o maior escândalo que a Igreja pode dar, diz Papa
SEGUNDA-FEIRA, 19 DE MAIO DE 2014, 16H27

Francisco apontou as fofocas, as meias verdades, que se tornam mentiras, e  a  ladainha de murmurações, como tentações a serem vencidas
Desunião é o maior escândalo que a Igreja pode dar, diz Papa
Liliane Borges
Da Redação, com Boletim da Santa Sé

Desunião é o maior escândalo que a Igreja pode dar, diz PapaO Papa Francisco realizou, nesta segunda-feira, 19, a abertura da 66ªAssembleia Geral da Conferência Episcopal Italiana (CEI). Os bispos foram recebidos na Sala do Sínodo,  no Vaticano.

O Pontífice foi saudado, com um breve discurso, pelo presidente da CEI,  Cardeal Angelo Bagnasco, que apresentou as modificações do Estatuto da Conferência.

No discurso, Francisco apontou a importância da unidade em toda a Igreja, e destacou que a falta de comunhão é o maior escândalo que a Igreja pode dar. “É a heresia que deturpa o rosto do Senhor e dilacera a Igreja”, afirmou o Papa.

Francisco destacou a necessidade de fugir da tentação que desfigura a Igreja, como a gestão personalista do tempo, que  procura o próprio bem deixando em desvantagem a comunidade. O Papa apontou também as fofocas, as meias verdades que se tornam mentiras e  a  ladainha de murmurações, como tentações a serem vencidas.

Desunião é o maior escândalo que a Igreja pode dar, diz PapaO Pontífice falou aos bispos sobre a proximidade e a abertura que a Conferência deve ter com os sacerdotes, como um grande serviço de unidade. “Os nossos sacerdotes , vocês sabem bem, são provados pelas exigências do ministério, e por vezes ficam desencorajados com os resultados dos trabalhos. Devemos ensiná-los a não somar resultados”, disse.

Francisco afirmou que os desafios de hoje são inúmeros e a crise não está somente no âmbito econômico, mas também é espiritual e cultural. Como solução, apontou um “novo humanismo” para defender a vida de sua  concepção ao seu fim natural, bem como a família.

Neste sentido, o Pontífice pediu aos bispos que não se esqueçam da crise do trabalho, que fez crescer o desemprego. O Papa pediu ainda, especial atenção aos  imigrantes que desembarcam na Itália à procura de melhores condições de vida.

Ao encerrar o encontro, Francisco pediu aos bispos que rezassem por ele, e principalmente por sua viagem à Terra Santa, visita que marcará os 50 anos do encontro de Paulo VI  com o Patriarca Atenágoras.

Por fim, o Santo Padre fez uma apelo aos bispos para que como pastores,  tenham um estilo de vida simples, desapegado, pobre e misericordioso. Pediu ainda, que o projeto de vida deles seja “inclinar-se, com compaixão, sobre os que estão feridos”.

fonte: www.cancaonova.com

domingo, 18 de maio de 2014

Importunai os vossos sacerdotes e bispos para que sejam bons pastores

Importunai os vossos sacerdotes e bispos para que sejam bons pastores – Papa ao Regina Caeli

Numa Praça de S. Pedro repleta de fiéis e peregrinos para a oração do “Regina Caeli” o Papa Francisco comentou o evangelho deste quarto domingo do tempo pascal, que nos apresenta a imagem de Jesus Bom Pastor. Contemplando esta passagem do Evangelho, observou o Papa, podemos compreender o tipo de relacionamento que Jesus tinha com os seus discípulos: um relacionamento baseado na ternura, amor, conhecimento recíproco e promessa de um dom incomparável ("Eu vim - diz Jesus – para que tenham a vida e a tenham em abundância" ), e este relacionamento é o modelo das relações entre os cristãos e das relações humanas.
E o Papa continuou dizendo que muitos também hoje, como no tempo de Jesus, se propõem como "pastores" das nossas vidas; mas somente o Senhor Ressuscitado é o verdadeiro Pastor, que nos dá a vida em abundância.
E convidou a todos a rezar pelos Pastores:

Neste domingo rezamos pelos pastores da Igreja, por todos os bispos, incluindo o Bispo de Roma, e por todos os sacerdotes; especialmente rezamos pelos novos sacerdotes da diocese de Roma, que eu ordenei há pouco tempo atrás na Basílica de São Pedro. Que o Senhor nos ajude a ser sempre fiéis ao Mestre e guias sábios e iluminados do povo de Deus que nos foi confiado.

E recordou a este ponto a história de S. Cesário de Arles (um Padre da Igreja dos primeiros séculos) que convidava aos fiéis a baterem sempre à porta dos pastores para estes darem o “leite” da palavra de Deus, do mesmo modo, disse o Papa, os fiéis devem sempre importunar os pastores para eles cumprirem devidamente a sua missão. 
E continuou:

À imitação de Jesus, cada pastor “por vezes, pôr-se-á à frente para indicar a estrada e sustentar a esperança do povo, outras vezes manter-se-á simplesmente no meio de todos com a sua proximidade simples e misericordiosa e, em certas circunstâncias, deverá caminhar atrás do povo, para ajudar aqueles que se atrasaram. Que todos os pastores sejam assim!

O Papa recordou em seguida que neste domingo que se celebra o Dia Mundial de Oração pelas Vocações e, como escreveu na sua mensagem para este ano "toda a vocação exige em qualquer caso, um êxodo de si mesmo para centrar a própria existência em Cristo e no seu Evangelho". Por esta razão, o chamamento para seguir Jesus é ao mesmo tempo entusiasmante e desafiador e para que se realize é necessário sempre entrar em profunda amizade com o Senhor para poder viver d’Ele e para Ele. 

Rezemos para que, também no nosso tempo, em que a voz do Senhor corre o risco de ser sufocada por muitas vozes, todos os baptizados, as famílias, as paróquias e os movimentos assumam o empenho de promover as vocações com consciência e convicção.

E encorajou aos presentes a confiar os próprios propósitos e intenções à Virgem Maria, mãe de toda a vocação, para que com a sua intercessão suscite e proteja numerosas e santas vocações ao serviço da Igreja e do mundo.

Depois da oração mariana do “Regina Caeli” o Papa saudou aos presentes na Praça de S. Pedro: famílias, grupos paroquiais, associações e fiéis individuais provenientes da Itália e de muitos outros Países, em particular os da Diocese de Campo Grande e Dourado (Brasil), de Nova York, Las Palmas (Canárias) e os estudantes de Miranda do Corvo (Portugal). Uma saudação também às Comunidades Neo-catecumenais que nestes domingos do tempo pascal levam o anúncio de Jesus ressuscitado em 100 praças de Roma e em muitas cidades do mundo.
E também dirigiu uma bênção particular aos familiares dos sacerdotes reme-ordenados:

Uma bênção especial para as crianças e jovens que receberam ou estão para receber a Primeira Comunhão e a Confirmação. E também para os familiares e amigos dos novos sacerdotes da diocese de Roma, que foram ordenados esta manhã.

E por último o Santo Padre dedicou uma recordação especial a todas as mães, convidando aos presentes a rezarem por elas, confiando-as à Mãe de Jesus, através da oração da Ave-Maria.