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Frase

"(...) A história se repete: a primeira vez como tragédia. A segunda e outras vezes como farsa da tragédia anunciada. (...)" Karl Heinrich Marx (05/05/1818-14/03/1883)

Fatos

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domingo, 6 de agosto de 2017

Transfiguração : encontrar Jesus para poder servir

Transfiguração : encontrar Jesus para poder servir

Palavras do Papa Francisco antes e depois do angelus de 6 de agosto de 2017

6 AGOSTO 2017P. JOAQUIM DOMINGOS LUÍSANGELUS E REGINA CAELI, PAPA FRANCISCO
 Angelus 06/08/2017, CTV
Angelus 06/08/2017, CTV

«O acontecimento da Transfiguração do Senhor oferece-nos uma mensagem de esperança : deste modo estaremos com ele. Ele convida-nos a encontrar Jesus, para estar ao serviço dos nossos irmãos»: o papa Francisco dedicou a sua alocução, antes do angelus deste domingo, dia 6 de agosto de 2017, na Praça de S. Pedro, a uma meditação sobre a Transfiguração de Jesus diante dos apóstolos Pedro, Tiago e João.

O papa convidou os batizados à aproveitar o verão para dedicarem mais tempo ao encontro com Cristo e com a sua Palavra na oração, lugar de uma experiência parecida à dos três apóstolos: «no fim da experiência admirável da transfiguração, os discípulos desceram da montanha (cf. v.9) com os olhos e o coração transfigurados pelo encontro com o Senhor. É o percurso que também nós mesmos podemos realizar. A descoberta sempre mais viva de Jesus não é um fim em si mesma, mas ela leva-nos a « descer da montanha », revigorados pela força do Espírito divino, para decidir fazer novos passos de conversão autêntica e para ser testemunhas constantemente da caridade”.

Para isso o papa indica o caminho do desapego das coisas do mundo e a oração: «Trata-se de nos dispormos a uma escuta atenta e orante de Cristo, Filho bem-amado do Pai, procurando momentos íntimos de oração que permitem o acolhimento dócil e alegre da Palavra de Deus».

Eis a nossa tradução das palavras pronunciadas pelo papa Francisco antes e depois da oração do angelus do meio dia, da janela do escritório do Vaticano que dá para a praça de S. Pedro.

AB

Palavras do Papa Francisco antes do angelus

Caros irmãos e irmãos, as minhas saudações!

Este domingo a liturgia celebra a festa da Transfiguração do Senhor. A página do evangelho de hoje conta-nos que os apóstolos Pedro, Tiago e João foram testemunhas deste acontecimento extraordinário.

Jesus levou-os consigo “e conduzi-os à parte sobre uma alta montanha” (Mt 17, 1) e enquanto ele orava a sua face mudou de aspecto, brilhante como o sol e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz.

Moisés e Elias apareceram, e entraram em diálogo com Ele. Nesse momento, Pedro disse a Jesus: «Senhor que bom é estarmos aqui. Se quiseres, farei três tendas aqui, uma para ti, uma para Moisés e uma para Elias (v.4). Ainda não tinha terminado de falar quando uma nuvem luminosa os envolveu».

O acontecimento da Transfiguração nos oferece uma mensagem de esperança – seremos assim com Ele: – Ele convida-nos a encontrar Jesus, para estar ao serviço dos nossos irmãos.

A subida dos discípulos ao Monte Tabor leva-nos a refletir sobre a importância de se desligar das coisas do mundo, para alcançar um caminho para o alto e contemplar Jesus. Trata-se de nos dispormos a uma escuta atenta e orante de Cristo, Filho bem-amado do Pai, e procurar momentos íntimos de oração que permitem o acolhimento doce e alegre da Palavra de Deus.

Somos chamados a redescobrir o silêncio pacificador e regenerador da meditação do evangelho, que conduz a um final rico em beleza, esplendor e alegria.

Nesta perspetiva, o tempo de verão, é um momento providencial para aumentar o nosso compromisso de procura e de encontro com o Senhor.

Neste período, os estudantes estão livres dos seus compromissos escolares e muitas famílias estão de férias; é importante que, no período de descanso e do desligar-se das ocupações quotidianas, possamos refazer as forças do corpo e do espírito, e aprofundemos o caminho espiritual.

No final da experiência admirável da Transfiguração, os discípulos desceram da montanha (cf. V.9), com os olhos e o coração transfigurados pelo encontro com o Senhor. É o percurso que também nós podemos realizar. A redescoberta sempre mais viva de Jesus não é um fim em si mesma, mas ela leva-nos a “descer da montanha”, revigorados pela força do Espírito divino, para decidir fazer novos passos de conversão autêntica e para testemunhar constantemente da caridade, como lei da nossa vida quotidiana.

Transformados pela presença de Cristo e pelo ardor da sua Palavra, seremos o sinal concreto do amor vivificante de Deus por todos os nossos irmãos, especialmente pelos que sofrem, pelos que se encontram na solidão e no abandono, pelos doentes e pela multidão de homens e mulheres que, em diferentes partes do mundo, são humilhados pela injustiça, o abuso do poder e a violência.

Na Transfiguração, entendemos a voz do Pai celeste que diz: «Este é o meu Filho muito amado. Escutai-O! » (v.5). Olhemos para Maria, a Virgem da escuta, sempre pronta a acolher e guardar no seu coração toda a palavra do seu divino Filho (cf. Lc 1, 51). Que a celeste Mãe de Deus se digne ajudar-nos a entrar em harmonia com a Palavra de Deus, para que Cristo se torne a luz e o guia de nossa vida. Confiemos-lhe as férias de todos, para que sejam serenas e fecundas, mas sobretudo o verão dos que não podem fazer férias, por que estão impedidos pela idade, por razões de saúde, por dificuldades económicas ou por outros problemas, para que seja, em todo o caso, um tempo de descanso, animado pela presença dos amigos e por momentos alegres.

Palavras do Papa Francisco depois do angelus

Caros irmãos e irmãs,

Saúdo-vos a todos, romanos e peregrinos de diferentes países: famílias, associações, e fiéis individualmente.

Saúdo em especial os vários grupos de jovens e adolescentes que aqui estão hoje: saúdo-vos a todos com um grande afeição. Em especial o grupo da pastoral dos jovens de Verone, os jovens d’Adria, Campodarsego, Offanengo.

Desejo a todos um bom domingo. E, por favor, não vos esqueceis de rezar por mim. Bom almoço! Adeus!

© Tradução de ZENIT, JDL

sábado, 5 de agosto de 2017

DEVEMOS TRANSFIGURAR PARA CHEGAR A DEUS

DEVEMOS TRANSFIGURAR PARA CHEGAR A DEUS

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Queridos irmãos e irmãs, estamos celebrando o 18º Domingo do Tempo Comum, a liturgia nos faz mergulhar na festa da Transfiguração do Senhor. Jesus com três discípulos se transfigura na frente deles no Monte Tabor. Jesus se mostra em toda sua divindade e esplendor para que os discípulos constatasse que Ele é Deus e para que não parasse duvida quando acontecesse o episodio horrível da paixão e morte de Jesus Cristo. Desse modo já e uma antecipação da gloriosa ressurreição de Jesus. Ali se declara que Jesus é o Filho amado de Deus Pai e ainda nos impulsiona a seguí-LO e ouvir a Sua voz.

No livro de Daniel narra-se uma visão de que é: “Eu continuava olhando até que foram colocados uns tronos, e um Ancião de muitos dias aí tomou lugar. Sua veste era branca como neve e os cabelos da cabeça, como ló pura; seu trono eram chamas de fogo, e as rodas do trono, como fogo em brasa.” (Dn 7,9). Essa passagem é aplicada a Jesus, pois Ele é Senhor e Deus. (cf. Dn 7,9-10.13-14)

Na segunda carta de São Pedro temos o testemunho dele sobre a transfiguração, mostrando o significado da Transfiguração do Senhor no meio dos profetas do Antigo Testamento. Assim o testemunho dos profetas vai, de modo irrefutável, colocando a nossa fé , dando um fundamento seguro em conhecer e crer em Jesus, pois Ele é a razão de tudo que está no mundo para ser melhor até a sua conclusão no céu. (cf. 2 Pedro 1,16-19)

O evangelista Mateus nos fala do episodio da Transfiguração do Senhor no Monte Tabor. Esse episodio deve ser entendido no contexto da caminhada que Jesus estava fazendo para Jerusalém a onde mais tarde ir ter um acontecimento da condenação, da paixão, da morte e Ressurreição de Jesus.
 É uma preparação para que a fé não se desfaça diante da crueldade que ia acontecer com Jesus na ação desumana dos homens daquela época e ainda pode acontecer conosco, mas nunca vamos perder a fé por Jesus, pois Ele está vivo. O que ia acontecer com Jesus tinha um proposito. Nós não podemos esquecer que Cristo é filho de Deus e nós devemos seguí-LO, pois Ele é o único que pode trazer a verdade, a vida e o caminho seguro de chegar no Reino definitivo de Deus no céu.

As figuras de Elias e Moisés conversando com Jesus, nos remete a antiga Lei e os profetas que tem a sua culminância em Jesus, que traz a nova Lei na aliança eterna. Jesus é o grande Profeta que traz a boa noticia do Reino a todos que terá o seu selo na sua paixão, na sua morte e na sua ressurreição. (cf. Mt 17,1-9)

Que esta liturgia nos ajude a vivenciar Jesus em nossa vida para podermos nos transfigurar nos valores do Reino com testemunho de vida para que todos possam experimentar Jesus e produzir frutos bons na família, na sociedade e no mundo.

Tudo por Jesus nada se Maria!

(Bacharel em Teologia José B. Schumann Cunha)

Estamos na barca da Igreja no mundo

Estamos na barca da Igreja no mundo
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Queridos irmãos e irmãs, estamos no mundo e nele contemplamos as belezas de Deus em tudo que existe. O batismos nos inseriu na Igreja de Cristo e ela é barca que tem um timoneiro seguro que é Cristo e seu colaboradores que são todos nós.

Nada pode nos abater porque Jesus nos salvou e deu a sua vida para cada pessoa desfrutar davida plena e ainda sermos merecedores do céu.

O mês de agosto é o mês vocacional e nos faz pensar e refletir da importâncias do chamado que Deus faz a cada um de nós.

O primeiro chamado é o dom da vida e ela se enche de valores e alegrias se estivermos em comunhão com Deus e com todos nossos irmãos de caminhada rumo ao céu.
Temos uma morada definitiva preparada para nós por Jesus e Ele nos espera com uma alegria grande que abarca do nosso ser que anseia por esta casa, mas devemos nos preparar para que este dia seja realizado de modo pleno em nós.

Todos os outros chamados é decorrente da vida e eles se completam com as nossas atitude em prol do outro. A vocação religiosa, a vocação de ser família e a vocação do serviço aos mais necessitados de nossa ajuda.

Que possamos ser sempre embaixadores da esperança que leva a vida em abundancia para todos.

Life is beautiful for everyone and everyone should be open to it. We are not made to stand still, but to be a person of transformation in the world. Think and do, so the world gets better.

Tudo por Jesus nada sem Maria!

A vida de Tony Melendez mudou depois daquele encontro

A vida de Tony Melendez mudou depois daquele encontro


           Queridos irmãos e irmãs, este exemplo de vida que não deixa se abater por uma dificuldade aparente e mesmo assim pode superar e desenvolver talentos que mostram a determinação da pessoa humana. 

        Deus nos fez com uma alteridade incalculavelmente. A nossa existência é marcada de modo indelével por problemas, mas eles não são motivos de nós ficarmos parados e murmurando nos cantos de nosso existir. 
     
      Que esta atitude maravilhosa de Tony nos faça pensar e refletir sobre a superação das dificuldades fisicas e humanas da pessoas e também da grandeza dos dons que Deus dá a cada um de nós.

Tony Melendez nasceu sem braços devido a complicações causadas pelo substância Thalidomide, que fora prescrita como calmante para sua mãe. Sua condição não o impediu de se tornar músico.

Desde que ele se apresentou para João Paulo II em 1987, gravou 7 álbuns, escreveu um livro e recebeu inúmeros prêmios.

Melendez ainda faz shows com seu grupo, The Toe Jam Band.

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sexta-feira, 4 de agosto de 2017

São João Maria Vianney, o “santo burro” e sua resposta genial

São João Maria Vianney, o “santo burro” e sua resposta genial


  Aleteia Brasil | Ago 03, 2017

Queridos irmãos e irmãs, Hoje celebra-se do Dia do Padre e esse é muito importante na vida da Igreja, pois só ele renova para nós o sacrifício de Cristo na cruz na santa missa. Se quisermos participar da eucaristia, memorial da Paixão, morte e ressurreição de Cristo é imprescindível estar em comunhão com a Igreja, valorizando os nossos sacerdotes. 

A vocação é um chamado que Deus faz a nós e ainda faz com que possamos viver com autenticidade a vida cristã. Quando refletimos a importância dos sacramentos na vida de cada um de nós, ai podemos constatar que a presença do padre que realiza-os é muito importante para que a seiva do amor e da graça cresçam em nós. Neste dia oremos para todos os padres para que eles sempre sejam portadores dos dons de Deus a cada pessoa que precisa amem (Bacharel em teologia Jose Benedito Schumann Cunha)


Vários de seus colegas o menosprezavam por suas limitações nos estudos, mas ele demonstrou algo muito mais importante

Filho de camponeses, o futuro São João Maria Vianney, também conhecido hoje como o Santo Cura d’Ars, sentiu-se chamado ao sacerdócio ainda bem jovem – só que foi impedido de ir à escola por causa da Revolução Francesa.

Quando as tensões se abrandaram na França, ele finalmente foi matriculado em uma escola local. Embora fosse o mais velho da classe, João Maria sofreu bastante com o currículo. Ele era constantemente provocado como “ignorante“, para usar um termo relativamente brando. Certa vez, a propósito, um estudante o humilhou porque João Maria não soube responder a uma pergunta e, como se não bastasse, ainda lhe deu um soco na cara. O aluno era Mathias Loras. João Maria acabou por transformá-lo em seu amigo. Anos depois, Mathias se tornaria o primeiro bispo de Dubuque, Iowa, nos Estados Unidos.

João Maria Vianney foi autorizado a estudar no seminário, mas era considerado “muito lento” pelos instrutores. Depois de ser reprovado em mais um exame, ouviu do reitor o seguinte:

“João, os professores não o consideram apto para a sagrada ordenação ao sacerdócio. Alguns o chamaram de ‘burro que nada sabe de teologia’. Como podemos promovê-lo ao sacramento do sacerdócio?”.
A resposta que São João Maria Vianney lhe deu se tornou célebre:

“Monsenhor, Sansão matou cem filisteus com a queixada de um burro. O que acha que Deus poderia fazer com um burro inteiro?”.
João Maria acabou sendo ordenado sacerdote não por causa das suas luzes intelectuais, que de fato não eram o seu forte, mas sim por conta do que mais importa em qualquer sacerdote: a santidade de vida.

Ele se tornou nada menos que um dos mais santos e extraordinários párocos já conhecidos em toda a história da Igreja – e isso que é uma história de dois milênios!

O Papa Bento XVI (que, por contraste, é uma das mentes mais sublimes já conhecidas em toda a história da Igreja) o nomeou, não por acaso, padroeiro de todos os sacerdotes.

São João Maria Vianney, rogai por todos nós!

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Campo de batalha nas redes sociais

POR Mara Narciso

No começo da década de 1990, primos e irmã frequentavam a internet. Não sabia que logo seria um instrumento universal no qual estaríamos todos inseridos. Quando palavras como surfar, site, link, e-mail, copiar e colar, download, nada significavam, eu, mergulhada na burrice digital, dizia não ter interesse naquilo.

Em 1999 decidi como tarefa de janeiro de 2000, comprar um computador e fazer um curso de informática. Tive 40 horas-aula em casa e passei a usar a internet para estudar Endocrinologia em sites americanos, fazer contato com outras pessoas através de e-mails, e usar o chat Mirc/ ICQ. Em 2001 comecei a frequentar salas de chat no Portal Terra e fiz amizades virtuais que duram até hoje.

Em 2005, frequentadora desde 2004, tive a oportunidade de ser vítima de linchamento virtual no Orkut, dentro da comunidade literária “Espancadores de teclados”. Muito opinativa, fiz um comentário, não depreciativo, que afirmava ser a autora do texto, possivelmente, portadora de TDAH - Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, um assunto que me dominava na época. Todos se viraram contra mim, e com tal agressividade que saí arrasada, sumindo do site por três dias. Ficou a marca desde então, e sei o que isso significa. As ofensas soam como bofetadas e são inesquecíveis.

No curso de Jornalismo, terminado em 2010, tive diversas matérias voltadas para o mundo digital. Depois surgiu o Facebook, no qual entrei em janeiro de 2011. Desde então, venho assistindo a escalada da violência verbal até superar o nível máximo. Os usuários, que poderiam ser positivos para educar e construir, fazem elogios automáticos e mentirosos, muitas vezes invejosos, ou cutucam o “amigo” com comentários irônicos. Isso no campo pessoal. Noutros campos são ainda mais agressivos. Circulam mensagens religiosas, assim como críticas debochadas a outras religiões ou aos ateus. Alívio: deixam anjinhos, florezinhas e bichinhos, com suas bobagens do tempo do Orkut nas mensagens inbox. Assim não poluem a Linha do Tempo.

Eu uso o Facebook durante seis horas por dia, e já alcancei diversas vezes o número máximo permitido de 5000 contatos. Então, depois de quase 18 anos de internet, posso assegurar aos recém-chegados, que, atualmente, a maior diversão é derrubar mitos, deixar a reputação de um político ou celebridade, ou pessoa menos votada, mas de algum destaque, em frangalhos.

O que importa não é opinar, é destruir. Os contendores parecem estar dentro das quatro linhas de um ringue, levando o inimigo para as cordas, dando-lhe milhões de sopapos, até vê-lo desfalecido. Podem se valer do anonimato de um fake, desferir os maiores despautérios, até o tiro de misericórdia. O motivo do xingamento é a pessoa ter opinião diferente da do ofensor. E trazendo a surrada comparação da árvore cheia de frutos, de fato, quem não é nada e não produziu nada, dificilmente será atacado, exceto em casos específicos.

O gosto de quem ataca é ler a resposta, para aumentar o poder de fogo. Quando a pessoa está ausente ou não faz parte daquela rede social, os covardes, confiantes se fortalecem. É fácil desferir o golpe fatal. Os ídolos, numa época em que não mais se acredita no que se ouve, nem no que se vê (vídeos inclusos), em que as autorias são trocadas e falsas notícias dominam a festa da infâmia, tirar alguém de circulação é a meta dos brigões. Poucos se calam diante de uma provocação. É automático revidar, no entanto, a melhor arma dentro de uma rede social, que vale como uma bomba atômica às avessas é se calar, e à Justiça, cabe rastrear as ofensas e punir os agressores com a força da lei.


23 de julho de 2017

Violência no campo aumenta no Norte de Minas Gerais

O Documentário “Dons da Igreja - Desafios da Igreja: Norte de Minas” volta a ser apresentado na TV Aparecida hoje às 21h30, no Programa Arquivo A. Recomendamos você a assistir este documentário em virtude do cenário atual de intensificação da violência rural e do poderio das mineradoras e empresas de reflorestamento na região. A cada dois dias, ocorre no Norte de Minas uma ação violenta no campo a mando de ruralistas acobertado pelo Estado. Sintonize a TV Aparecida pelas antenas parabólicas, UHF e VHF e canais por assinatura: Sky (178 e 374), Vivo (231), Claro (18), Oi (16 e 27), GVT (242), KLIN TV (24) e Algar Telecom (718). O documentário também está disponível no Youtube. Você pode acessá-lo pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=35NEm6KkgGc


quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Card. Parolin: exemplo de S. Francisco interpela consciências e comunidades

Card. Parolin: exemplo de S. Francisco interpela consciências e comunidades



A Porciúncula, pequena capela dentro da Basílica de Santa Maria dos Anjos, em Assis, um dos lugares principais da espiritualidade franciscana - ANSA

02/08/2017 17:45PARTILHA:
Cidade do Vaticano (RV) - “O exemplo do pobrezinho de Assis ainda hoje interpela nossas consciências e nossas comunidades e nos atrai ao Senhor.” Foi o que disse o secretário de Estado vaticano, Cardeal Pietro Parolin, presidindo na manhã desta quarta-feira (02/17) na Basílica de Santa Maria dos Anjos, em Assis – região italiana da Úmbria –, a celebração eucarística por ocasião da Festa do perdão com a qual concluiu o Ano jubilar pelo VIII centenário do Perdão de Assis.

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Bem feito pelos santos chega até nós
Levando a cordial saudação e bênção apostólica do Papa Francisco, o purpurado observou que é verdadeiramente motivo de grande alegria “constatar que o bem feito pelos santos se dilata no espaço e no tempo e chega até nós”.

Referindo-se a São Francisco, o secretário de Estado ressaltou que “o ardor com o qual ele amou o Senhor tornou-se compaixão e caridade para com o próximo. Transformou-se em súplica a Deus a fim de que derrame abundantemente a sua misericórdia sobre o seu povo”.
Igreja: favorecer encontro entre Deus e seres humanos

Essa “é a missão fundamental da Igreja”, que é a de “favorecer o encontro entre Deus e os seres humanos, de construir pontos sólidos entre o céu e a terra, de mostrar um caminho de salvação oferecido a todos e não reservado a pequenos grupos de doutos e sapientes”, prosseguiu.
“Um caminho acessível aos pobres e aos últimos. Um caminho amplo e livre de obstáculos que conduz à salvação, embora mediante uma porta estreita como a da Porciúncula”, acrescentou.
Deus se revela fazendo-se “pequeno e frágil”

Segundo o Cardeal Parolin, “na Porciúncula, como na gruta de Belém e na santa casa de Nazaré, a infinita misericórdia divina se manifesta num espaço delimitado. Deus se revela e ao mesmo tempo parece velar-se, coloca-se ao nosso lado, quer-nos levar todos ao Paraíso, mas utiliza canais de humildade escolhendo lugares periféricos e sinais delicados”, fazendo-se “pequeno e frágil”. (RL/Sir)

Coral "Vozes do Haiti" na Audiência com o Papa

Coral "Vozes do Haiti" na Audiência com o Papa


Queridos irmãos e irmãs, como é bonito as atitudes de pessoas que são coerente na fé em Cristo que tudo suporta, muda e partilha experiencia de vida em abundancia. Mesmo diante das catástrofes  que ocorrem em lugares no mundo as pessoas não perdem a alegria de existir e ainda desfrutar das maravilha que Deus permite de vivenciarmos na gratidão de dons que Ele sempre nos dá. Devemos ser embaixadores da esperança para um mundo melhor onde todos podem comungar e partilhar. Precisamos ser agentes de transformação, pois esse exemplo da projeto da Fundação Andrea Bocelli (ABF) deve nos impulsionar nas nossas comunidades carentes, levando a alegria do amor e da vida. Que Deus possa nos impulsionar para o bem comum e que todos possam sentir acolhidos na vida para cultura de promoção humana. (bacharel em Teologia Jose Benedito Schumann Cunha)

Papa Francisco saúda tenor italiano Andrea Bocelli e os mebros do "Voices of Haiti" - AFP

02/08/2017 11:55PARTILHA:
Cidade do Vaticano (RV) – Uma das tantas presenças na Audiência Geral desta quarta-feira na Sala Paulo VI foi a do coral “Vozes do Haiti”, dirigido por Andrea Bocelli.

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As sessenta crianças haitianas - com idades entre 9 e 16 anos - foram saudadas pelo Papa Francisco e no final da Audiência fizeram uma pequena apresentação, cantando Ave Maria.
As crianças foram selecionadas para o coral pelo próprio Bocelli no no Haiti, após o catastrófico terremoto que devastou a ilha caribenha em 2010, em parceria com a haitiana Fondation St. Luc.
Ícones da esperança
À margem da apresentação do coral “Voices of Haiti” no Teatro do Silêncio de Lajatico, na inauguração em Roma da Fundação Zeffirelli, Andrea Bocelli declarou que as crianças do Coral  “são o ícone da esperança, o símbolo vivo de um povo que está ressurgindo após uma tragédia devastadora como foi o terremoto”.
O projeto
O “Voices of Haiti” é um projeto da Fundação Andrea Bocelli (ABF) inserido no âmbito do “Break the barriers”, um dos programas realizados pela fundação com o objetivo de apoiar e promover projetos que ajudem as populações dos países em via de desenvolvimento ou em situações de pobreza, doenças e complexas problemáticas sociais, que inviabilizam ou reduzem a qualidade de vida.
Estreia em Nova Iorque
O Coral teve sua estréia em 15 de setembro de 2016 em Nova Iorque. O diretor e responsável técnico pelo projeto é Malcolm J. Merriweatehr - choral associate junto  à Cathedral Church of St. John the Divine de Nova Iorque e docente no Brooklyn College Conservatory (CUNY).
A organização conta com o apoio de uma equipe de colaboradores haitianos formados por músicos, professores e administradores. (JE)

Papa: ser batizado significa ser chamado a difundir a luz da esperança de Deus

Papa: ser batizado significa ser chamado a difundir a luz da esperança de Deus



Ser cristão "quer dizer olhar para a luz, continuar a fazer a profissão de fé na luz, mesmo quando o mundo é envolvido pela noite e pelas trevas” - AP

Queridos irmãs, O Batismo nos torna filhos e filhas da luz, pois nós tornamos filhos de Deus em Cristo. Pelo batismos nós incorporamos ao novo Povo de Deus que foi remido pleo sacrifício de Cristo. Nós não devemos apagar a Luz de Cristo que está em nós e assim a trindade santa habita em nosso ser para que sejamos autenticas testemunhas de Cristo sendo uma luz reluzente que iluminas a todos os lugares que estivermos situados. 

Quando assumimos de fato  nossa vocação de filhos e filhas de Deus no qual batismo nos delega de modo pleno, então o mundo se torna melhor porque agimos melhores na comunidade na família e na vida com outras pessoas. Há momentos em nossa existência passamos em situações adversas que contrariam a nossa vontade e os momentos de dor, de luto, de violência, mas nada disso vai apagar a luz que está em nós se ficamos ligado a Cristo na oração, na vida, na eucaristia, e na Igreja. (Bacharel em Teologia Jose Benedito Schumann Cunha)


Cidade do Vaticano (RV) – “Ser batizado significa ser chamado a difundir a luz da esperança de Deus neste mundo sem esperança”. Ao retomar as Audiências Gerais após a pausa no mês de julho, o Papa Francisco dedicou sua catequese ao "Batismo, como porta da esperança".

Dirigindo-se ao sete mil presentes na Sala Paulo VI, Francisco começou sua reflexão recordando que nos tempos modernos praticamente desapareceu o fascínio pelos antigos ritos do Batismo, assim como alegorias que tinham um grande significado para o homem antigo, como a orientação das Igrejas para o Oriente, “local onde as trevas eram vencidas pela primeira luz da aurora, o que nos remete a Cristo”, "que nos vai trazer do alto a visita do Sol nascente."

Permanece intacta em seu significado no entanto – observou o Papa – “a profissão de fé feita segundo a interrogação batismal, que é própria da celebração de alguns sacramentos”.

Mas, o que quer dizer “ser cristãos?”, pergunta. “Quer dizer olhar para a luz, continuar a fazer a profissão de fé na luz, mesmo quando o mundo é envolvido pela noite e pelas trevas”:
“Nós somos aqueles que acreditam que Deus é Pai: esta é a luz! Acreditamos que Jesus desceu entre nós, caminhou em nossas próprias vidas, tornando-se companheiro especialmente dos mais pobres e frágeis: esta é a luz! Nós acreditamos que o Espírito Santo age incansavelmente para o bem da humanidade e do mundo, e até mesmo as maiores dores da história serão superadas: esta é a esperança que nos desperta todas as manhãs! Acreditamos que cada afeto, cada amizade, cada desejo bom, cada amor, até mesmo aqueles mais momentâneos e negligenciados, um dia encontrarão o seu cumprimento em Deus: esta é a força que nos impulsiona a abraçar com entusiasmo a nossa vida todos os dias!”
O Papa recorda então outro sinal “muito bonito da liturgia batismal, que nos recorda a importância da luz”, que é quando ao final do rito é entregue aos pais da criança - ou ao adulto batizado - uma vela, cuja chama é acesa no Círio Pascal.
O Círio Pascal que na noite de Páscoa entra na igreja completamente escura, para manifestar a Ressurreição de Jesus:
“Daquele Círio – explica Francisco – todos acendem a própria vela e transmitem a chama aos vizinhos: neste sinal existe a lenta propagação da ressurreição de Jesus na vida de todos os cristãos. A vida da Igreja é contaminação de luz”.

O Santo Padre reitera então a importância de sempre recordarmos de nosso Batismo, explicando:
“Nós nascemos duas vezes: a primeira à vida natural, a segunda, graças ao encontro com Cristo, na fonte batismal. Ali somos mortos para a morte, para viver como filhos de Deus neste mundo. Ali nos tornamos humanos como nunca poderíamos ter imaginado. Eis porque todos devemos espalhar a fragrância do Crisma com o qual fomos marcados no dia do nosso Batismo. Em nós vive e opera o Espírito de Jesus, o primogênito de muitos irmãos, de todos aqueles que se opõem a inevitabilidade das trevas e da morte”.

“Que graça – exclama Francisco – quando um cristão torna-se realmente um “cristóforo”,  um “portador de Cristo” no mundo!”, sobretudo “para aqueles que estão atravessando situações de luto, de desespero, de trevas e de ódio”, e isto pode ser percebido por tantos pequenos gestos:
“Da luz que um cristão traz nos olhos, da profunda serenidade que não é afetada mesmo nos dias mais complicados, pelo desejo de recomeçar a querer bem mesmo quando se tenha experimentado muitas decepções”.

“No futuro – pergunta o Papa ao concluir sua reflexão -  quando for escrita a história do nosso dia, o que se dirá de nós? Que fomos capazes de esperança, ou que  colocamos a nossa luz debaixo do alqueire? Se formos fiéis ao nosso Batismo, propagaremos a luz da esperança de Deus e poderemos passar para as gerações futuras razões de vida”.

Ao saudar os peregrinos em língua portuguesa, o Papa Francisco citou, em particular, os membros da Fraternidade dos “Irmãozinhos de Assis” presentes.

“Ser batizados - disse o Papa– significa ser chamado à Santidade. Peçamos a graça de poder viver os nossos compromissos batismais como verdadeiros imitadores de cristo, nossa esperança e nossa paz”. (JE)