A Comunidade é o lugar do testemunho cristão
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quarta-feira, 3 de abril de 2024
A Comunidade é o lugar do testemunho cristão
sábado, 30 de março de 2024
O Papa: que a força da ressurreição role as pedras que nos oprimem a alma
O Papa: que a força da ressurreição role as pedras que nos oprimem a alma
Na homilia da missa da Vigília Pascal, Francisco convidou a levantar "o olhar para Jesus" que "depois de ter assumido a nossa humanidade, desceu aos abismos da morte e atravessou-os com a força da sua vida divina, abrindo uma fresta infinita de luz para cada um de nós. Ressuscitado pelo Pai na sua carne, na nossa carne, com a força do Espírito Santo abriu uma nova página para o gênero humano".
O Papa Francisco presidiu a missa da Vigília Pascal, neste 30 de março, Sábado Santo, na Basílica de São Pedro.
Em sua homilia, o Papa se deteve em dois momentos da passagem do Evangelho de Marcos em que as mulheres vão ao túmulo de Jesus bem cedo. No primeiro, elas se perguntam angustiadas quem faria rolar para elas a pedra do sepulcro, que era muito grande. No segundo, erguendo os olhos, viram que a pedra já tinha sido tirada. Segundo Francisco, esses dois momentos "nos levam à alegria inaudita da Páscoa".
Os «maços da morte» ao longo do caminho
"Aquela pedra representava o fim da história de Jesus, sepultado na noite da morte. Ele, a vida que veio ao mundo, foi morto; Ele, que manifestou o amor misericordioso do Pai, não recebeu compaixão; Ele, que aliviou os pecadores do peso da condenação, foi condenado à cruz. Aquele maço, obstáculo intransponível, era o símbolo do que as mulheres levavam no coração, ou seja, o fim da sua esperança", disse ainda o Papa, sublinhando que "o mesmo pode acontecer também conosco".
“Às vezes sentimos que uma pedra tumular foi pesadamente colocada na entrada do nosso coração, sufocando a vida, extinguindo a confiança, encarcerando-nos no sepulcro dos medos e amarguras, bloqueando o caminho para a alegria e a esperança. São «maços da morte»; e os encontramos, ao longo do caminho, em todas as experiências e situações que nos roubam o entusiasmo e a força para prosseguir.”
De acordo com o Papa, encontramos esses «maços da morte» "nos sofrimentos que nos afetam e na morte de pessoas queridas, que deixam em nós vazios incuráveis; nos fracassos e medos que nos impedem de fazer as coisas boas que temos no coração; em todos os isolamentos que abrandam os nossos impulsos de generosidade, não permitindo abrir-nos ao amor; nos muros de borracha do egoísmo e da indiferença, que impedem o compromisso de construir cidades e sociedades mais justas e à medida do homem; em todos os anseios de paz sufocados pela crueldade do ódio e pela ferocidade da guerra".
Segundo Francisco, "quando se experimentam estas desilusões, apodera-se de nós a sensação de que muitos sonhos acabarão por ser desfeitos, perguntando-nos, angustiados, a nós mesmos: quem nos rolará a pedra do sepulcro?"
Elevar os olhos para Jesus
Contudo, aquelas mulheres que tinham a escuridão no coração nos dão testemunho de algo extraordinário: erguendo os olhos, viram que a pedra já tinha sido rolada, embora fosse muito grande.
“Aqui está a Páscoa de Cristo, aqui está a força de Deus: a vitória da vida sobre a morte, o triunfo da luz sobre as trevas, o renascimento da esperança por entre os escombros do fracasso. Foi o Senhor, Deus do impossível, que, para sempre, rolou a pedra para o lado e começou a abrir os nossos corações, a fim de não acabar a esperança. Por isso, devemos também nós elevar os olhos para Ele.”
O Pontífice convidou a levantar "o olhar para Jesus" que "depois de ter assumido a nossa humanidade, desceu aos abismos da morte e atravessou-os com a força da sua vida divina, abrindo uma fresta infinita de luz para cada um de nós. Ressuscitado pelo Pai na sua carne, na nossa carne, com a força do Espírito Santo abriu uma nova página para o gênero humano".
Renovar ao Senhor hoje o nosso sim
Segundo o Papa, "se deixarmos Jesus tomar-nos pela mão, nenhuma experiência de fracasso e sofrimento, por mais que nos doa, poderá ter a última palavra sobre o sentido e o destino da nossa vida. A partir de então, se nos deixarmos agarrar pelo Ressuscitado, nenhuma derrota, nenhum sofrimento, nenhuma morte poderá deter o nosso caminho rumo à plenitude da vida".
Levantemos o olhar para Ele, acolhamos Jesus, Deus da vida, em nossas vidas, renovemos-Lhe hoje o nosso «sim» e nenhum maço de pedra poderá sufocar-nos o coração, nenhum sepulcro poderá encerrar a alegria de viver, nenhum fracasso será capaz de nos lançar no desespero. Levantemos o olhar para Ele e peçamos-Lhe que a força da sua ressurreição role para o lado as pedras que nos oprimem a alma. Levantemos o olhar para Ele, o Ressuscitado, e caminhemos na certeza de que, no fundo obscuro das nossas expectativas e das nossas mortes, já está presente a vida eterna que Ele veio trazer.
fonte: vaticannews.va/pt/papa/news/2024-03/papa-francisco-missa-vigilia-pascal-ressurreicao-pedras-alma.html?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=NewsletterVN-PT
O sepulcro está vazio, Jesus não está lá mais
O sepulcro está vazio, Jesus não está lá mais
sexta-feira, 29 de março de 2024
Sexta-feira santa, exemplo do verdadeiro amor que se entrega na cruz
Sexta-feira santa, exemplo do verdadeiro amor que se entrega na cruz
Ser cristão deve ser humilde
Ser cristão deve ser humilde
sábado, 23 de março de 2024
Um Rei que entra montado num Jumento
Um Rei que entra montado num Jumento
Queridos irmãos e irmãs, estamos entrando na semana maior, que é a semana santa. Vamos fazer memória da última semana de vida de Jesus. Jesus sendo filho de Deus entra na cidade mais importante, Jerusalém, montado em um Jumento. Ele é senhor, mas se mostra como rei servidor diferente dos reis e autoridades daquele tempo e de hoje.
A liturgia bíblica nos fala da profecia sobre Jesus referente a entrada em Jerusalém, a condenação injusta e a morte de Jesus, pena que hoje as pessoas estão desligando da religião, vivem no individualismo e sem sentimentos para os que sofrem. Devemos estar com Jesus. Seguir não como fogo de palha, mas estar com Ele, caminhando na via crucis, assumindo responsabilidade cristã.
Esse domingo é chamado de Domingo de Ramos e da Paixão de Jesus Cristo. Jesus entra glorioso na cidade de Jerusalém, um rei servido e humilde. Ele demonstra como deve ser o Rei de verdade. A procissão que vamos fazer juntos vai ser uma demonstração de fraternidade e amizade social. Coloco, nesta reflexão, algumas chaves de leitura para a Liturgia do Domingo de Ramos e que, também, nos ajudarão durante toda a Semana Santa.
Esse caminhar significa que estamos indo para a casa do Pai. Devemos procurar cuidar da casa do Pai, que é o mundo, pois se não o fizermos corremos o risco da exterminação de toda criatura nela existente.
A entrada em Jerusalém significa: triunfo, fidelidade, serviço, cruz, vivência em comunidade e partilha do amor, sofrimento e perdão mútuos. Jesus, certa vez falou e assim está escrito: Jesus se aproximou, e quando viu a cidade, começou a chorar. E disse: Oh! Se ao menos neste dia conhecesses o que te pode trazer a paz!” (Lc 19,41-42).
Para muitos é um ato social sem comprometimento. Os ramos que vamos levar estão verdes, mas com o tempo murcham e secam. O hosana em coletivo passa para o grito: crucifica-o ``. Os mantos estendidos ao longo da entrada são como forma de despojamento, mas Jesus vai ficar sem as suas como forma de maior desprendimento.
Hoje é assim. O que ocorreu em Jerusalém, muitas vezes se repetem: Inocentes são condenados injustamente e tiram toda sua liberdade, matam sonhos e vidas por uma ideologia de dominação. As autoridades daquela época viram em Jesus uma ameaça e um perigo, por isso o condenaram à morte, mas Jesus é um Rei não deste mundo, que pensa em autoritarismo e poder de ostentação. Não podemos deixar de ser manipulados pelos desejos das autoridades.
Devemos mudar o nosso coração, seguir realmente Jesus, ser profetas, estar ao lado dos que sofrem e passam fome. E ter coragem de seguir Jesus no caminho da cruz que nos leva à verdadeira salvação.
Jesus demonstrou no silêncio a audácia do mal, isto nos ensina como devemos agir diante da atrocidade dos maus. A quaresma nos propiciou momentos de reflexão para mudar o nosso comportamento desumano diante de um mundo que grita mais amor, perdão e misericórdia.
Jesus viveu momento difícil como a violência a ser torturado, a traição de um discípulo, a negação e abandono dos discípulos, mas teve o consolo da sua mãe e de algumas mulheres com discípulo amado João no mento da cruz e da sua morte no calvário.
Jesus pede que afaste o cálice, mas aceita na obediência ao Pai, sabendo que Ele está Junto Dele. Na Cruz sente a solidão e pergunta ao “Pai por que me abandonaste” e se entrega “tudo está consumado”. Ainda solidariza com os humanos e pede ao Pai que os perdoe porque eles não sabem o que fazem. E crê na providência de Deus dizendo: “Pai em tuas mãos Eu entrego meu espírito”. Assim algo diferente vai acontecer após três dias. Deus Pai não O deixará no sepulcro. A humildade é símbolo da nossa obediência, assim como Jesus fez.
A nossa obediência aprendemos ouvindo a Palavra, participando da eucaristia e tendo uma vida social na comunidade.
Que esta liturgia nos ajude a sermos coerentes no seguimento de Cristo. É ser um discípulo que esteja no mundo, lutando contra toda a injustiça, partilhando o pão da vida com todos. É fazer a experiência do Cristo obediente até a morte na cruz. Amém!
Tudo por Jesus , nada sem Maria! Servus Christi semper!!!
Jose B. Schumann
domingo, 10 de março de 2024
"Quaresma ajuda a entrar no deserto interior, em contato com a verdade"
Papa: Quaresma ajuda a entrar no deserto interior, em contato com a verdade
Os "animais selvagens" que temos no coração, ou seja, as paixões desordenadas de vários tipos, podem levar ao risco de sermos dilacerados interiormente; enquanto os anjos recordam as boas inspirações divinas que "acalmam o coração, infundem o sabor de Cristo, o sabor do Céu".
Ir ao deserto para perceber a presença dos "animais selvagens" e anjos em nosso coração, e com o silêncio e a oração captar os pensamentos e sentimentos inspirados por Deus.
Em síntese, esse foi o convite do Papa aos milhares de fiéis reunidos na Praça São Pedro em um dia ensolarado e temperatura amena, para o Angelus neste I Domingo da Quaresma.
"Animais selvagens e anjos", companhias de Jesus no deserto e também nossas
O Evangelho de Marcos - que inspirou a reflexão de Francisco - narra que Jesus «ficou no deserto durante quarenta dias, e aí foi tentado por Satanás», e também nós - observou o Papa - "somos convidados na Quaresma a “entrar no deserto”, isto é, no silêncio, no mundo interior, na escuta do coração, em contato com a verdade"
A leitura narra que "animais selvagens e anjos" eram a companhia de Jesus no deserto. Mas, em um sentido simbólico - explicou o Papa - "são também a nossa companhia: quando entramos no deserto interior, de fato, podemos encontrar ali animais selvagens e anjos."
E explica então, o sentido desses "animais selvagens":
Na vida espiritual podemos pensar neles como as paixões desordenadas que dividem o nosso coração, tentando possuir o coração. Elas nos sugestionam, parecem sedutoras, mas, se não estivermos atentos, levam ao risco de nos dilacerar.
Os "animais" alojados em nossa alma
E Francisco diz ainda que podemos dar nomes a esses “animais” da alma:
Os vários vícios, a ganância de riqueza, que aprisiona no cálculo e na insatisfação, a vaidade do prazer, que condena à inquietação e à solidão, e ainda também a avidez pela fama, que gera insegurança e uma necessidade contínua de confirmação e protagonismo. É interessante: não se esquecer dessas coisas que podemos encontrar dentro de nós: ganância, vaidade e avidez. São como animais “selvagens” e como tais devem ser domesticados e combatidos: caso contrário, devorarão a nossa liberdade. E a Quaresma nos ajuda a entrar no deserto interior para corrigir essas coisas.
O "serviço" em oposição à "posse"
Mas junto com Jesus no deserto, além dos "animais selvagens", estavam também os anjos, "mensageiros de Deus, que nos ajudam, nos fazem bem". E segundo o Evangelho, sua característica "é o serviço":
Exatamente o contrário da posse, típica das paixões. Serviço em oposição à posse. Os espíritos angélicos, em vez disso, recordam os pensamentos e bons sentimentos sugeridos pelo Espírito Santo. Enquanto as tentações nos dilaceram, as boas inspirações divinas unificam-nos e fazem-nos entrar em harmonia: acalmam o coração, infundem o sabor de Cristo, infundem “o sabor do Céu”. E para captar a inspiração de Deus e entender bem, é preciso entrar no silêncio e oração. E a Quaresma é tempo para fazer isso. Sigamos em frente.
Retirar-se ao deserto e ouvir Deus que fala no coração
Assim, ao darmos os primeiros passos no caminho quaresmal, o Papa propõe que façamo-nos duas perguntas:
Primeiro: quais são as paixões desordenadas, os “animais selvagens” que se agitam no meu coração? Segundo: para permitir que a voz de Deus fale ao meu coração e o guarde no bem, penso retirar-me um pouco para o “deserto”, ou procuro dedicar durante o dia algum espaço para repensar isso?
Ao concluir, o Papa pediu "que a Virgem Santa, que guardou a Palavra e não se deixou tocar pelas tentações do Maligno, nos ajude no tempo da Quaresma."
fonte: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2024-02/papa-francisco-angelus-i-domingo-quaresma-2024.html
sábado, 9 de março de 2024
Os maus zombem de Deus e nunca vão ser salvos se não mudar de vida para o Bem
Os maus zombem de Deus e nunca vão ser salvos se não mudar de vida para o Bem
Queridos irmãos e irmãs em Cristo pelo batismo. Estamos celebrando o 4º Domingo da Quaresma. Estamos próximo da Páscoa. Os maus não vão vencer nunca.
No livro de Crônicas no Capítulo 36,14-16.19-23 nos falam que as autoridades religiosas e o povo se tornaram infiéis e ainda praticam abominações das nações pagãs. A tristeza maior é que profanaram o Templo de Jerusalém. Deus sempre mandava mensageiros com a sua Palavra para que mudasse de vida e das práticas do mal, mas em troca disso zombavam deles.
Deus os irritou e os deixou nas mãos de Nabucodonosor que os levou escravos para o exílio. Ele levou os que foram os escapados pela espada da morte. Isso ficou até o tempo que passou para os persas este império de Nabucodonosor.
Passaram 70 anos. Com Ciro no poder, Deus moveu coração dele e assim está escrito: "Assim fala Ciro, rei da Pérsia: O Senhor, Deus do céu, deu-me todos os reinos da terra, e encarregou-me de lhe construir um templo em Jerusalém, que está no país de Judá. Quem dentre vós todos, pertence ao seu povo? Que o Senhor, seu Deus, esteja com ele, e que se ponha a caminho".
Na carta de Paulo aos efésios em 2,4-10, está escrito que Deus é rico de misericórdia para com seu povo. Deus mostrou amor em Cristo. Estávamos mortos, mas em Cristo a vida volta com força para todos. A graça de Cristo nos ajuda a vencer as tentações e o pecado que matam o ser humano. “Não vem das obras, para que ninguém se orgulhe”.
Assim podemos constatar: Pois é ele quem nos fez; nós fomos criados em Jesus Cristo para as boas obras, que Deus preparou de antemão para que nós as pratiquemos. Portanto é pela graça de Cristo que somos salvos.
O evangelista João no seu evangelho no capítulo 3,14-21 no capítulo 3,14-21 nos fala do de Nicodemos que foi visitar Nicodemos à noite por medo de ser visto. Jesus nos fala de um novo nascimento espiritual em Cristo. Como no deserto Moisés levantou uma haste com a serpente na ponta da haste, assim Jesus será levantado na cruz para que todo nele ver e crer será salvo. Jesus veio salvar o que que creiam Nele serão salvos, mas os que não creem Nele já estão condenados. O amor serviço e doação aos que mais precisam.
Devemos procurar a luz e não as trevas que não trazem o bem tão desejado pelo homem. Quem vive a verdade está na luz. Que possamos procurar a luz que é Cristo e somente Ele pode nos salvar, pois a verdade de Deus está Nele e não nas autoridades do mundo que se dizem salvadores do mundo com planos econômicos, sociais e de solução para resolver os problemas dos mais fracos e marginalizados.
Que esta liturgia nos ajude na escolha pela luz que nos dá oportunidade de salvação. Sejamos imitadores de Cristo, sendo bons, praticando a justiça e de Deus. A misericórdia e compaixão nos ajudam a sermos bons e santos. A Páscoa é o momento de celebrar a luz que vem da ressurreição de Cristo e que mergulhamos nela sem medo e assim seremos felizes para sempre com Cristo, nossa Páscoa.
Tudo por Jesus, nada sem Maria!!! Servus Christi semper!
Jose B. Schumann
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024
A libertação verdadeira vem de Deus
A libertação verdadeira vem de Deus
Queridos irmãos e
irmãs, estamos celebrando o 3º Domingo do Tempo da Quaresma, estamos caminhando
para a Pascoa do Senhor. Quaresma é o tempo em que temos de abraçar a graça de
Deus na nossa vida. Devemos ser missionários da Vida, denunciando a cultura de morte
dos poderosos deste mundo.
A liturgia nos fala em
seguir Deus libertador e não há outro. Não se pode fazer a imagem Dele porque
Ele é; e ninguém viu senão Jesus Cristo, filho de Deus. Deus abomina quem adora
outros deuses e dá bênçãos aos que O adoram, pois Ele é o único Deus
verdadeiro.
Devemos tirar um dia
para dedicar a Ele, na oração, na leitura da sua Palavra e na participação da
Eucaristia. Os 10 mandamentos ainda são atuais e devemos ser fiel a Deus,
obedecendo a eles, colocando-os em prática tudo que Deus determinou lá." (cf.
Ex 20,1-17
O que o salmista diz é
pura verdade e é assim que ele diz: "A lei do Senhor Deus é perfeita,
conforto para a alma! (O testemunho do Senhor é fiel, sabedoria dos humildes.
cf. Sl 18, 8.9.10.11)
Na primeira carta de Paulo
aos coríntios nos fala uma verdade e nós devemos ter consciência que Cristo foi
pregado na cruz por um julgamento injusto. A Cruz é um escândalo para os
poderosos e sábios, mas é a sabedoria de Deus. A cruz é o trono da graça onde
permitir ser a ponte da nossa salvação. Deus não deixa Jesus na cruz e nem no
sepulcro, pois Jesus está vivo e nos dá uma oportunidade da vida eterna no céu.
(cf. 1 Cor 1,22-25)
No evangelho de São
João 2,13-25 nos fala: Jesus dizendo que o Templo será destruído e em três dias
reerguerá de novo, pois o Templo é o próprio Cristo. O templo físico é apenas
um lugar de encontro onde todos partilham a Palavra de Deus e a Eucaristia.
Jesus se mostra irritado com o comércio dentro do Templo. A casa de Deus não
pode ser lugar de comércio e predição de recursos. Infelizmente hoje acontece
às vezes isso, muitos falam de tudo menos na Palavra de Deus. Sabemos quem
é Jesus e que Ele é o único salvador.
Jesus é o enviado do
Pai para quem nele crer tenha vida eterna. Jesus conhece o nosso coração e a nossa
intenção nas nossas ações humanas.
Que esta liturgia nos
ajude a seguir Jesus, pois Ele é o caminho a verdade e a vida.
Vamos caminhar para a
Páscoa com o coração novo e sendo verdadeiro seguidor Dele no mundo, fazendo o
bem e criando pontes para todos chegarem aos céus renovados em Deus da Vida.
Tudo por Jesus nada sem
Maria!!!
Servus Christi semper!
Jose B. Schumann
domingo, 25 de fevereiro de 2024
Abramo-nos à luz de Jesus
Papa no Angelus: Abramo-nos à luz de Jesus
Durante o Angelus deste domingo (25/02), Francisco incentiva-nos a manter sempre os nossos olhos fixos no rosto luminoso de Jesus: “Ele é amor e vida sem fim. Ao longo das trilhas da existência, às vezes tortuosas, busquemos sua face, repleta de misericórdia, de fidelidade e de esperança”, destaca o Pontífice.
Mesmo se recuperando de uma “leve gripe”, conforme comunicado ontem (24/02) pela Sala de Imprensa do Vaticano, o Papa compareceu ao seu compromisso dominical: a oração mariana do Angelus com os fiéis reunidos na Praça São Pedro. Em sua reflexão, Francisco meditou sobre o Evangelho deste segundo domingo da Quaresma (25/02), que narra o episódio da Transfiguração de Jesus (cf. Mc 9,2-10).
O Santo Padre recordou que "depois de anunciar sua Paixão aos discípulos, Jesus leva consigo Pedro, Tiago e João, sobe um alto monte e ali se manifesta fisicamente com toda a sua luz, revelando a eles o sentido do que tinham vivido juntos até aquele momento".
A pregação do Reino, o perdão dos pecados, as curas e os sinais realizados eram, de fato, centelhas de uma luz ainda maior: "a luz de Jesus, a luz que é Jesus", enfatizou o Papa.
Jamais desviar os olhos da luz de Jesus
Segundo Francisco, é isso que os cristãos são chamados a fazer no caminho da vida: "ter sempre diante dos olhos o rosto luminoso de Cristo".
“Abramo-nos à luz de Jesus! Ele é amor e vida sem fim. Ao longo das trilhas da existência, às vezes tortuosas, busquemos sua face, repleta de misericórdia, de fidelidade e de esperança.”
Cultivar um olhar atento
O Pontífice destacou que a oração, a escuta da Palavra, os Sacramentos, especialmente a Confissão e a Eucaristia, são importantes auxílios para seguir este percurso, e completou:
“Eis um bom propósito para a Quaresma: cultivar olhares atentos, tornar-se 'exploradores de luz', exploradores da luz de Jesus na oração e nas pessoas.”
Maria, resplandecente da luz de Deus
Por fim, o convite do Papa a uma reflexão interior:
"Em meu caminho, mantenho os olhos fixos em Cristo que me acompanha? E para fazê-lo, dou espaço ao silêncio, à oração, à adoração? Por fim, busco cada pequeno raio da luz de Jesus, que se reflete em mim e em cada irmão e irmã que encontro? E me lembro de agradecê-lo por isso?"
"Maria, resplandecente da luz de Deus, nos ajude a manter o olhar fixo em Jesus e a nos olharmos mutuamente com confiança e amor", conclui Francisco.
fonte: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2024-02/papa-angelus-reflexao-quaresma-25-02-24.html?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=NewsletterVN-PT