Irmãos e irmãs, não se podem esquecer os pequenos que passam fome. Quando há fartura para alguns, outros procuram migalhas no chão. Deus não nos criou isolados e longe dos outros. Somos chamados a partilhar os dons. A mão que reparte sempre terá abundancia. Jesus nos ensinou a partilha e o amor, por isso não podemos ignorá-Lo no pobre que passa necessidade.
Um pouco de cada um partilhado entre os necessitados, isso será suficiente para alimentar os famintos. Somos parte da família de Deus que quer seguir Jesus em tudo. O natal não é momento para os esbanjamentos e nem opulência de alguns, mas de mesa partilhada na solidariedade com todos que precisam de nossa ajuda material e espiritual.
Cada ano tem a oportunidade de descobrir e fazer o bem aos que precisam. A caridade de cada um assemelha na caridade de Deus que tem por nós.
Não podemos excluir ninguém do Banquete da vida, todos merecem comer e viver. Assim Jesus nos fala: “Quando deres uma festa, chama os pobres, estropiados, coxos e cegos, feliz serás, então, porque eles não têm com que te retribuir. Serás, porém, recompensado na ressurreição dos justos” (Lc 14, 13-14).
Porque ficar enganados nesse mundo egoísta que exclui muitas vezes os pobres, os doentes, os idosos, as crianças abandonadas, deixando-os nas margens da vida. Quando partilhamos os bens, não haverá fome entre os homens.
Que o espirito de amor trazido por Cristo a nós no natal e na sua vida de entrega a humanidade nos ensine a sermos mais humanos e fraternos, pois onde existir alguém sofrendo nós poderemos sanar com a nossa ajuda caridosa. A caridade cura as feridas da exclusão no mundo e é o balsamo regeneradro das situações injusta. Jesus, misericórdia, nós confiamos em vós. Amém
Bacharel em teologia Jose Benedito Schumann Cunha
Nenhum comentário:
Postar um comentário