
Jesus, nos seus três anos de vida
pública, foi até aos humildes, pobres e excluídos do mundo de poder da sua época.
Não teve medo de enfrentar os poderosos do poder romano e nem do poder do
templo de Jerusalém. Ele quis restaurar o templo de Deus, quando expulsou os vendilhões
do templo, pois faziam da casa do Senhor comercio sem preocupar com os
necessitados. Jesus, desde o inicio da sua missão, demonstrou humildade e
serviço. Deixou-se ser batizado por João Batista.
Ficou em retiro, jejuou por
quarenta dias e sofreu tentações do demônio, mas as venceu pelo espirito
obediente a Deus Pai. Escolheu pessoas para o seu trabalho, compartilhou com
eles a sua missão. Fez muitos milagres e ainda nos ensinou que o maior milagre
acontece quando nós convertemos a Deus e O colávamos em primeiro lugar na nossa
vida. Não teve medo de se entregar a morte, mesmo sabendo que ia sofrer muito
antes. Na cruz, nos deu Maria como Mãe, pois sabia que sem uma mãe por perto,
as coisas se tornam difíceis. Ele se consome por inteiro pela salvação da
humanidade.
A sua atitude para o mundo de
hoje é difícil de ser entendida, pois o mundo está acostumado em competição, em
egoísmo, em corrupção,, em orgulho, em poder, em prepotência, em ganancia e em
esbanjamento. Jesus nos mostra que o caminho de chegar ao seu coração
misericordioso é a cruz que devemos carregar. Nós devemos mudar o nosso coração
de Pedra para o amor e solidariedade com todos, Assim diz o nosso papa
Francisco na homilia do dia 22/03, onde os judeus daquela época , pegaram pedras
para jogar em Jesus, "Se nós temos o coração
fechado – disse o Papa Francisco –, se temos o coração de pedra, as pedras
chegam às nossas mãos e estamos prontos a lançá-las", por isso é preciso
abrir o coração ao amor.
Desse modo, nós vamos ter uma Igreja próxima de
seu fundador Cristo, que deu a chave dela a Pedro e a todos os seus sucessores.
Jesus é simples e não teve nenhum privilégio nesse mundo, mas sempre se fez
serviço para todos. Na ceia, se fez humilde servidor, lavou os pés dos seus discípulos
e nos ensinou a fazer o mesmo. Não existe Igreja sem o amor aos pobres e
desvalidos.
Tudo isso acontece se estivermos em oração que
nos ajuda a estar com Deus e ainda nos abastecer com a graça Dele para nossa
missão. No final da missa de hoje, o papa se coloca em atitude de oração:
Ao término da missa, o Pontífice sentou-se num dos bancos em
meio aos fiéis, numa das últimas filas, para um momento de oração pessoal.(evmoc.blogspot.com)
Assim, meus irmãos e minhas irmãs,
nós devemos ter a coragem de aproximar de Deus de coração aberto, cheio de amor
e ternura, para que esse mundo seja diferente, onde o ódio seja substituído
pelo amor que constrói a sociedade mais justa e fraterna com todos. Amém
Bacharel em teologia Jose Benedito Schumann Cunha
Bacharel em teologia Jose Benedito Schumann Cunha
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