Processo de beatificação de Dra.
Zilda começa em 2015
Queridos irmãos e irmãs, nós somos muitos felizes na nossa Igreja porque tivemos esta extraordinária mulher, exemplo de cristã que esteve a serviço da vida. Quantas crianças foram livres de morte precoce pela atuação da Pastoral da Criança no mundo e tambem da Pasroral da Pessoa Idosa. Esta obra humanitária e solidaria que teve como fundadora Dra Zilda Arns, trouxe a valorização da vida sempre. Esse gesto de muitas voluntarias contrapõe a cultura de morte de alguns que são a favor do aborto e da Eutanásia. Ela morreu naquele terremoto no Haiti, mas estava trabalhando, como uma guerreira incansável, a favor da vida dos mais necessitados de ajuda humanitária. O seu legado deve ser exemplo a ser seguido por todos e que o mundo possa viver sempre esse exemplo de dedicação, amor-doação e coerência cristã. Ela já é uma estrela radiante na constelação do Reino de Deus.( Jose Benedito Schumann Cunha
2013-08-05 Rádio Vaticana
Curitiba (RV) - O processo de
beatificação da médica pediatra e sanitarista Zilda Arns Neumann – Dra. Zilda –
será aberto em 2015, anunciou o Arcebispo da Paraíba, Dom Aldo Di Cillo
Pagotto, Presidente do Conselho Diretor da Pastoral da Criança, durante o congresso
nacional da entidade encerrado no último dia 2, em Aparecida.
A introdução ao processo de
beatificação não é tão complicada ou difícil como se pensa, observa Dom Aldo.
"Como grupo somos mais de 200 mil voluntários na Pastoral da Criança, além
de bispos e padres. Há o desejo de que as virtudes de Dra. Zilda sejam
reconhecidas, um pleito que terá fácil aprovação e aplauso", disse ele.
A beatificação é um ato jurídico
canônico pelo qual o Papa, pela autoridade que exerce na Igreja, declara beato
um servo de Deus que, após sua morte, sempre foi conceituado pela vivência de
notáveis virtudes e de uma vida vivida em santidade.
O primeiro passo é postular a
Roma para que a Congregação dos Santos receba a petição. Com a autorização da
Santa Sé, caberá ao bispo diocesano, no caso Dom Moacyr Vitti, de Curitiba,
postular oficialmente o pleito. Assim, autorizada, "começaremos a coletar
os testemunhos que são imensos, casos de salvação de vidas e também de todos os
ensinamentos, das práticas da Dra. Zilda", explicou Dom Aldo.
Um processo de beatificação ou
santificação não tem prazo para conclusão. Para o bispo, o que importa é o
gesto de valorização e o reconhecimento de todas as virtudes da médica e o
legado deixado para as duas pastorais. Ele lembra que Dra. Zilda, como
humanitária – assim como Madre Teresa de Calcutá – concorreu ao Prêmio Nobel da
Paz. "O que já é um reconhecimento de dimensão universal".
A Igreja tem feito muitos santos,
personalidades de épocas recentes. A fundadora da Pastoral da Criança poderá
ser a santa da modernidade, como o Papa João Paulo II, Giana Beretta Molla,
Beato Giorgio Frascatti e outros. Nada mais atual do que os desafios que Dra.
Zilda enfrentou para combater a desnutrição, salvar vidas e promover a
dignidade humana.
"São praticas tão exitosas
que hoje consistem em políticas públicas", frisou Dom Aldo, para quem a
médica fez extraordinariamente bem o que precisava ser feito. "E sua obra
tem alcance extraordinário. A metodologia, as práticas simples iniciadas há 30
anos hoje estão em vinte países da América Latina, África e Ásia."
(MJ/Coordenação Pastoral da Criança)
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