ALVORADA

O SOL NASCE NO LESTE (VOSTOK) E PÕE-SE NO OESTE (EAST)

Frase

"(...) A história se repete: a primeira vez como tragédia. A segunda e outras vezes como farsa da tragédia anunciada. (...)" Karl Heinrich Marx (05/05/1818-14/03/1883)

Fatos

Gripe espanhola-estadunidense no início do século XX... Coronavírus no início do século XXI... Barragem de rejeitos minerários arrasa Mariana-MG em 05/11/2015... Barragem de rejeitos minerários arrasa Brumadinho-MG em 25/01/2019... Anderson Gomes e Marielle Franco são executados no Rio de Janeiro-RJ em 14/03/2018... Médicos ortopedistas são executados com 30 tiros em 30 segundos em restaurante na Barra da Tijuca no Rio de Janeiro-RJ... (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...) (...)(...) (...) (...)(...) (...) (...) E por aí vai...

domingo, 23 de novembro de 2014

Papa convida a Igreja na Índia a um novo impulso missionário

Angelus: Papa convida a Igreja na Índia a um novo impulso missionário

Convida o povo italiano a reviver o espírito de cooperação com o bem comum e olhar para o futuro com esperança

Por Redacao

ROMA, 23 de Novembro de 2014 (Zenit.org) - O Santo Padre Francisco, depois de celebrar a missa na esplanada em frente à Basílica de São Pedro e canonizar quatro italianos e dois indianos, rezou o Angelus com milhares de peregrinos que estavam presentes e dirigiu-lhes as seguintes palavras:

"Queridos irmãos e irmãs.

Na conclusão desta celebração desejo cumprimentar todos os que vieram prestar homenagem aos novos santos, de forma particular a delegação oficial da Itália e da Índia.

Que o exemplo dos quatro santos italianos, nascidos nas províncias de Vicenza, Nápoles, Conseza e Rimini, ajude o querido povo italiano a reviver o espírito de cooperação e harmonia em favor do bem comum e olhar para o futuro com esperança, confiando na proximidade de Deus, que nunca nos abandona, nem mesmo nos momentos difíceis.

Por intercessão dos dois santos da Índia, provenientes de Kerala, grande terra de fé e vocações sacerdotais e religiosas, o Senhor conceda um novo impulso missionário à Igreja na Índia, para que, inspirando-se em seu exemplo de concórdia e de reconciliação, os cristãos da Índia continuem no caminho da solidariedade e da convivência fraterna.

Saúdo com afeto os cardeais, bispos, sacerdotes, e também as famílias, grupos paroquiais, as associações e escolas presentes. Com amor filial nos dirigimos agora à Virgem Maria, mãe da Igreja, rainha dos santos e modelo para todos os cristãos”.

(O papa rezou: Angelus Domini ...)

Na conclusão o Santo Padre desejou a todos os presentes um “bom domingo, na paz, na alegria desses novos santos”. E acrescentou: “Peço-lhes que rezem por mim e ‘bom almoço e bom domingo’”.

Na solenidade de Cristo Rei, Francisco canoniza 6 beatos

Na solenidade de Cristo Rei, Francisco canoniza 6 beatos

Queridos irmãos e irmãs, hoje é motivo de muita a alegria para a nossa Igreja, pois a constelação do Reino de Deus há mais seis estrelas brilhando junto a Jesus. Isso prova quem segue Jesus com coerência de vida se torna santo no verdadeiro Santo dos santos. Sabemos que Jesus é a cabeça da Igreja e nós somos os seus membros, então não há como duvidar que a pessoa ligada a Cristo, fazendo a sua vontade torna-se santos. Nós formamos a Igreja viva do Senhor, pedras preciosas que reluzem grandes valores para o mundo. Assim diz a primeira carta de São Pedro : "Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;" (1 Pd 2,9)

Os santos são provas que Deus pode fazer maravilhas nas nossas vidas se estivermos ligados a Ele sem fingimento ou sem nenhum interesse pessoal. Ao olharmos a vida de cada santo e cada santa da Igreja, percebemos a verdadeira autenticidade de fé e de atos na vivencia diária no mundo. São pessoas corajosas e destemidas, enfrentam o mal na pratica do verdadeiro bem. Não se pode chegar a Jesus de mãos vazias e sim cheias de obras boas,de honestidades, de justiça e de amor aos pobres, doentes, aos excluídos e marginalizados da nossa sociedade, trazendo-os para a verdadeira vida em Cristo. Jesus é o Rei que cuida, zela e nos chama sempre para estar com Ele. (Jose Benedito Schumann Cunha)

1 Pedro 2:9

A Salvação esclareceu o Papa não começa confessando a realeza de Cristo, mas imitando as obras de misericórdia

Por Sergio Mora

ROMA, 23 de Novembro de 2014 (Zenit.org) - No dia da Solenidade de Cristo Rei, o Santo Padre Francisco celebrou a Santa Missa na esplanada da Basílica de São Pedro, e deu o título de santos a quatro beatos italianos e dois da Índia.

Ante uma praça de São Pedro repleta de fiéis e peregrinos, ante as pinturas na fachada da basílica dos seis religiosos, o Santo padre lhes proclamo santos. Em seguida as relíquias dos seis foram colocadas ao lado do altar da celebração e incensadas.

Os novos santos são:

- Giovanni Antonio Farina, (1803-1888), bispo de Vicenza, fundador das Irmãs Mestras de Santa Doroteia Filhas dos Sagrados Corações.

- Ludovico de Casoria (1814-1885), sacerdote professo da Ordem dos Frades Menores, fundador da Congregação das Religiosas Franciscanas de Santa Isabel, chamadas “Bigie”.

- Nicola da Longobardi (1650- 1709), oblato professo da Ordem dos Mínimos.

- Amato Ronconi (1226-1292), da Ordem Terceira de São Francisco, fundador do Hospício dos peregrinos de Saludecio, hoje Casa de Repouso / ‘Opera Pia Beato Amato Ronconi'.

- Kuriakose Elias Chavara da Sagrada Família (1805-1871), sacerdote e fundador da Congregação das Carmelitas de Maria Imaculada.

- Euphrasia Eluvathingal do Sagrado Coração (1877-1952), religiosa professa da Congregação das Irmãs da Mãe do Carmelo.

Durante a Missa celebrada em latim, o Evangelho foi proclamado em grego, também para lembrar a união com Roma das Igrejas Orientais.

"A liturgia de hoje nos convida a fixar o olhar a Jesus como Rei do Universo. A linda oração do prefácio nos lembra que o seu reino é ‘reino de verdade e de vida, reino de santidade e de graça, reino de justiça, de amor e de paz”, disse o Santo Padre em sua homilia.

Por isso, acrescentou, "aqueles que estamos chamados a ser pastores na Igreja, não podemos afastar-nos desse modelo, se não quisermos tornar-nos mercenários. Sobre isso o povo de Deus tem um olfato infalível para reconhecer os bons pastores e diferenciá-los dos mercenários”.

"A Salvação – disse o Papa – não começa confessando a realiza de Cristo, mas imitando as obras de misericórdia por meio das quais Ele realizou o Reino”. E “do amor, da proximidade e da ternura com os nossos irmãos. Disso dependerá a nossa entrada ou não no Reino de Deus”.

No final da homilia, o papa Francisco recordou que com o rito de canonização, “mais uma vez confessamos o mistério do reino de Deus e honramos a Cristo Rei, pastor cheio de amor pelo seu rebanho”. E acrescentou: “Que os novos santos, com o seu exemplo e intercessão, façam crescer em nós a alegria de caminhar na via do Evangelho, a decisão de tê-lo como bússila da nossa vida”.

"Sigamos seus passos – concluiu o Santo Padre – imitemos a sua fé e paridade, para que nossa esperança se revista de imortalidade. Não nos deixemos distrair por outros interesses terrenos passageiros. E que nos guie ao reino dos céus, a Mãe, Maria, Rainha de todos os santos. Amém”.

fonte: www.cançãonova.com 

sábado, 22 de novembro de 2014

Cristo, o Sol reinante do Universo

Cristo, o Sol reinante do Universo


Queridos irmãos e irmãs, estamos celebrando hoje a grande Festa do Cristo, Rei do Universo e durante todo esse ano litúrgico, a Igreja nos envolveu todo mistério do projeto de Deus em Jesus Cristo. Sabemos que Jesus é Rei por excelência e na carta de São Paulo aos Filipenses já nos diz em alto:  “Por isso Deus o exaltou soberanamente e lhe outorgou o nome que está acima de todos os nomes, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho no céu, na terra e nos infernos. E toda língua confesse, para a glória de Deus Pai, que Jesus Cristo é Senhor”. (Fl2, 9-11).

Esta verdade nos impulsiona sempre para o Reino definitivo que Deus dará a todos. Termina-se um ano e começará outro novo, que será próximo domingo. Será para nós o Tempo do Advento na expectativa da nova vinda do Senhor e ainda fazer a Memória do Natal de Jesus. Nós vamos mergulhar no Tempo da graça e atualizando-se a vida de Jesus na nossa história nos seus gestos e atos para realizar o Projeto de Salvação de nosso Deus. Jesus virá na sua plena gloria como Rei de todo Universo para julgar os vivos e os mortos.

As leituras bíblicas desse domingo nos falam do Rei e do seu Reino. Esse Reino, Jesus colocou no coração dos seus  discípulos e do povo que iam ao seu encontro. Ele falou de um tempo definitivo onde a justiça de Deus imperará para sempre. Ele deixou a Igreja para perpetuar em nós a vontade de construir e participar desse Reino de Deus que Jesus inaugurou para toda a humanidade. A realeza de Cristo se torna visível para nós em três aspectos como Pastor, Soberano e Juiz.

No livro do Profeta Ezequiel nos fala que Deus que se revelou como um Pastor zeloso que cuida bem de suas ovelhas, não é explorador e nem abusa do Povo. É sempre solicito, e não é usurpador e nem procura tirar vantagem. Os maus pastores do povo fizeram com que o rebanho caminhasse para a morte e muita desgraça que se culminaram com a catástrofe de Jerusalém e o Exílio do Povo. Agora, O profeta fala de esperança ao Povo, pois o Pastor que virá e Ele será o Bom Pastor que conduzirá de novo o Povo que está disperso para a terra onde Deus sempre sonhou. Esta terra é lugar de justiça, de partilha, de amor e de comprometimento da vontade de Deus. (cf. Ez 34, 11-12.15-17)

Na primeira carta de São Paulo aos coríntios nos mostra a realeza de Jesus como Soberano, pois Ele é vencedor da morte e do pecado e nos dá de presente a vida plena. A sua cruz é o trono da graça e a sua coroa de espinho e sua morte são para nós gestos supremos de amor e doação Dele a nós. Jesus dá um basta à morte e tudo de ruim para a humanidade, agora, a morte não tem mais a ultima palavra. A certeza de nossa ressurreição está em Cristo vivo e ressuscitado para sempre. A profecia de Ezequiel se cumpre de modo definitivo em Cristo. (cf. 1Cor 15,20-26.28)

No Evangelho de São Mateus nos mostra Jesus como Juiz. Aqui se fala que Jesus virá em gloria e sentará no trono para julgar os vivos e os mortos sob a ótica da justiça. Ele separará os bons e os maus como um pastor que separa as ovelhas do cabrito. A justiça de Deus está na coerência de vida e no testemunho diário de nossa vida no bem. Cada ato desinteressado que fazemos nesse mundo é para outro ter vida plena em abundância. Os famintos, os pobres, os doentes, os presos e os injustiçados, todos devem ser centro de nossa atenção  em Cristo, o verdadeiro Rei Servidor. (cf. Mt 25,31-46)

Que esta liturgia nos faz pensar, refletir e agir a favor de todos, pois ninguém pode ficar longe da mesa da Palavra que nos salva e da Eucaristia que nos fortalece para construir já entre nós o Reino definitivo que se culminará no Céu. Que a nossa vida comunitária seja reflexo da nossa fé em Cristo e que seja traduzida em uma vida que gera vida, bem, paz, justiça, amor, perdão, partilha e solidariedade para nós e para todos. Amém,

Tudo por Jesus nada sem Maria. Viva a nossa comunidade, viva a nossa Igreja e viva Cristo, Rei universo!

(Jose Benedito Schumann Cunha Bacharel em teologia e graduado em Filosofia)


Romper o isolamento de quem é autista, pede Papa

Francisco durante seu discurso / Foto: Reprodução CTV

Romper o isolamento de quem é autista, pede Papa SÁBADO, 22 DE NOVEMBRO DE 2014, 9H53 


Falando a um congresso sobre autismo, Papa Francisco pediu esforços para romper o isolamento e, muitas vezes, a marca que gravam nos autistas

Jéssica Marçal 
Da Redação

O Papa Francisco discursou neste sábado, 22, aos participantes da 29ª Conferência Internacional promovida pelo Pontifício Conselho da Pastoral para os Agentes de Saúde, que refletiu sobre o autismo. O Santo Padre destacou a necessidade de acolhimento e solidariedade para com os que são afetados por tal distúrbio para romper o isolamento e, muitas vezes, a marca que eles carregam.

Francisco disse que o autismo é uma das fragilidades que atinge tantas crianças e, consequentemente, suas famílias. É uma questão que interpela a responsabilidade dos governos, instituições e comunidades cristãs.

“É necessário o empenho de todos para promover o acolhimento, o encontro, a solidariedade em uma concreta obra de apoio e de renovada promoção da esperança, contribuindo de tal modo a romper o isolamento e, em muitos casos, também a marca que gravam sobre pessoas afetadas pelos distúrbios do espectro do autismo, bem como muitas vezes sobre suas famílias”.

A dificuldade, muitas vezes, não é só em detectar a doença, lembrou o Papa, mas fazer com ela seja acolhida pela família sem solidão ou vergonha.

No trabalho de assistência aos autistas, Francisco destacou a necessidade de uma rede de apoio e serviço que envolva, além dos pais, também os avós, amigos, terapeutas, educadores e agentes pastorais. “Estas figuras podem ajudar as famílias a superar a sensação, que às vezes pode surgir, de inadequação, ineficiência e de frustração”.

Francisco agradeceu pelo trabalho realizado em prol dos portadores desse distúrbio e encorajou o trabalho de estudiosos e pesquisadores, para que descubram, o quanto antes, terapias e instrumentos de apoio para curar e, sobretudo, prevenir esses distúrbios.

Antes de conceder a benção apostólica, o Papa rezou uma Ave Maria pelos agentes de saúde e doentes.

O encontro sobre autismo foi realizado no Vaticano, começou na quinta-feira, 20, e terminou hoje, no encontro com o Santo Padre. O tema das reflexões foi “A pessoa com distúrbios do espectro do autismo: animar a esperança”.

fonte: www.cancaonov.com 

domingo, 16 de novembro de 2014

Arcebispo de La Plata alerta para o silêncio diante da perseguição contra os cristãos

Arcebispo de La Plata alerta para o silêncio diante da perseguição contra os cristãos

A cada cinco minutos, um cristão morre assassinado por causa da fé

Por Redacao

ROMA, 13 de Novembro de 2014 (Zenit.org) - Dom Héctor Aguer, arcebispo de La Plata, na Argentina, refletiu durante a sua participação semanal no programa “Claves para un Mundo Mejor" sobre a perseguição contra os cristãos, que existe, como o prelado destacou, “desde os inícios” do cristianismo.

Segundo o relatório publicado pela organização Ajuda à Igreja que Sofre, "morreram durante o século XX mais de 45 milhões de cristãos nas perseguições cometidas pelos comunistas e pelos muçulmanos. Assassinatos, torturas, sequestros, escravidão, tráfico de mulheres e de crianças, coisas que se repetem hoje em países como Iraque, Sudão, Arábia Saudita, Indonésia, China, Vietnã, Egito, Coreia do Norte e outros. Os cristãos são obrigados a apostatar. Em alguns desses países, se eles não se tornarem muçulmanos, serão condenados à morte", observa o arcebispo.

Aguer falou do que está acontecendo no Oriente Médio, onde o grupo Estado Islâmico "pretende criar um califado, ou seja, uma espécie de país soberano em que só possam viver muçulmanos, e muçulmanos de uma facção extremista que também mata muçulmanos sunitas, porque a luta é inclusive interna entre sunitas e xiitas”.

Voltando à perseguição contra os cristãos, dom Aguer destacou que, "segundo a agência ZENIT, que é bem conhecida internacionalmente pela difusão de notícias, a cada cinco minutos, no século atual, um cristão morre assassinado por causa da sua fé. Chegou-se a dizer que é estranho que ninguém fale disto. Fala-se de qualquer coisa; qualquer pequeno incidente que ocorre num canto do mundo aparece na mídia; mas disto não se fala. Algo realmente estranho está acontecendo. Tudo isto é uma espécie de conspiração de silêncio".

O arcebispo nos exorta a não "ficar em silêncio", porque "existe a realidade fundamental de que todos somos membros do povo de Deus, da Igreja. Somos membros do Corpo Místico de Cristo e, se um membro sofre, como diz São Paulo, todos os outros sofrem com ele".

Aguer afirmou que fala destas coisas "para sabermos da realidade" mesmo que "não nos informem sobre ela", porque "temos que saber e divulgar: os cristãos são perseguidos no mundo. Não só os católicos, mas também cristãos de outras confissões”.

“Temos que nos sentir unidos espiritualmente a eles" e "rezar por eles, assim como rezamos por tantas outras intenções e tantas outras necessidades". Isto é participação na fé, na fé em comum que professamos e no amor em comum que devemos uns aos outros, mesmo estando longe fisicamente.

O arcebispo de La Plata convidou os telespectadores a se unirem "todos na oração pela Igreja perseguida, pelos cristãos que sofrem, especialmente, neste momento, na mão do extremismo islâmico. Isto também é uma expressão da nossa fé cristã. Temos que destacar as coisas que não são informadas, e, sobre esta perseguição, foi mantido um silêncio quase absoluto”.

No dia 23 de novembro, Solenidade de Cristo Rei, o Papa canonizará seis Beatos

No dia 23 de novembro, Solenidade de Cristo Rei, o Papa canonizará seis Beatos

Entre esses: os franciscanos Ludovico de Casoria e Amato Ronconi, o bispo Giovanni Antonio Farina e o religioso Nicola Longobardi

Por Redacao

ROMA, 14 de Novembro de 2014 (Zenit.org) - No próximo domingo, 23 de novembro, Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo, às 10h30, na Praça São Pedro, o Santo Padre Francisco celebrará a Santa Missa com o rito de Canonização de seis beatos.

São eles: Giovanni Antonio Farina (1803-1888), bispo católico italiano, fundador da Congregação das Irmãs de Santa Dorotea, filhas dos Sagrados Corações; Kuriakose Elias Chavara da Sagrada Família (1805-1871), co-fundador e Primeiro Superior Geral dos Carmelitas de Maria Imaculada; Eufrásia Eluvathingal do Sagrado Coração (1877-1952), religiosa indiana da Congregação das Irmãs da Mãe do Carmelo.

Entre os novos santos também os franciscanos Ludovico de Casoria (1814-1885) e Amato Ronconi (ca 1226-ca 1292), e o religioso Nicola Longobardi (1650-1709), da Ordem dos Mínimos.

Publicado programa de viagem do Papa Francisco ao Sri Lanka e Filipinas

Publicado programa de viagem do Papa Francisco ao Sri Lanka e Filipinas

O programa acontecerá de 12 a 19 de janeiro de 2015. O Papa se encontrará com jovens, famílias, bispos, padres, políticos e ainda vai almoçar com alguns dos sobreviventes do tufão Yolanda

Por Redacao

ROMA, 14 de Novembro de 2014 (Zenit.org) - A Sala de imprensa do Vaticano publicou hoje o programa oficial da visita apostólica do Papa Francisco ao Sri Lanka e às Filipinas, que se realizará de 12 a 19 janeiro de 2015.

O Papa partirá segunda-feira 12 janeiro, às 19:00, do aeroporto de Roma / Fiumicino para Colombo, onde vai aterrissar no dia seguinte, às 9 horas, no aeroporto internacional. Está previsto uma cerimônia de boas vindas e um discurso do Papa.

Às 13:15, o Papa vai para o Arcebispado de Colombo para se reunir com os bispos do Sri Lanka. Às 17:00, será realizada uma visita de cortesia ao presidente Mahinda Rajapaksa na Mansão Presidencial, depois, às 18:15, haverá um encontro Inter-religioso no Memorial Bandaranaike. Na ocasião, o Papa pronunciará outro discurso.

O dia de quarta-feira (14), terá início às 8:30 com Missa e Canonização do Beato José Vaz no Galle Face Green em Colombo. Às 14:00, Francisco irá de helicóptero para Madhu para uma oração mariana no Santuário de Nossa Senhora do Rosário. Está previsto outro discurso do Papa. Às 16:45, vai de helicóptero para Colombo.

Quinta-feira, 15 de janeiro, às 8:15, o Santo Padre visitará a Capela "Nossa Senhora de Lanka" em Bolawalana. Meia hora depois, ele vai para o aeroporto Internacional de Colombo para a cerimônia de despedida. Às 9:00, partirá para Manila.

A chegada está prevista para as 17:45 em Villamor, Base Aérea da capital das Filipinas. A cerimônia de boas-vindas terá lugar no dia seguinte, sexta-feira, 16 de janeiro, às 9:15, no Palácio Presidencial, onde o Papa vai se reunir com o presidente Benigno Aquino.

No mesmo local, às 10:15, no Salão Rizal, Francisco encontrará algumas autoridades e o corpo diplomático. Está previsto um discurso do Pontífice. Às 11:15, presidirá a Santa Missa com os bispos, sacerdotes, religiosos e religiosas na Catedral da Imaculada Conceição, em Manila. O dia terminará às 17:30, com um encontro com as famílias no Mall of Asia Arena, em Manila.

Sábado, 17 janeiro, às 8:15 da manhã, o Papa partirá de avião de Manila para Tacloban. Depois da chegada, prevista para as 9:30, vai celebrar uma missa ao lado do Aeroporto Internacional de Tacloban, às 10. Depois, irá almoçar com alguns sobreviventes do tufão Yolanda na residência do Arcebispo de Palo.

Às 15, haverá a bênção do Pope Francis Center for the Poor, e às 15:30, ele  terá um encontro com os sacerdotes, religiosos, religiosas, seminaristas e famílias dos sobreviventes na Catedral de Palo. Está previsto outro discurso do Santo Padre.  Às 17:00 retorna à Manila.

O penúltimo dia da visita papal, domingo 18 janeiro, terá início às 09:45 com um breve encontro com os líderes religiosos da Universidade de São Tomas, em Manila. No mesmo local, às 10:30, o Papa se reunirá com os jovens em um campo esportivo. Às 15:30, haverá missa no Parque Rizal, em Manila.

Segunda-feira, 19 de janeiro, retornará a Roma, partindo da Villamor Base Aérea de Manila, onde às 9:45 acontecerá a cerimonia de despedida.

Francisco recorda ao G-20 que a exclusão provoca violência

Francisco recorda ao G-20 que a exclusão provoca violência

Carta do Santo Padre aos líderes dos 20 países reunidos na Austrália

Por Redacao

CIDADE DO VATICANO, 11 de Novembro de 2014 (Zenit.org) - O papa Francisco escreveu uma carta pontifícia a Tony Abbott, primeiro-ministro da Austrália, que presidirá a cúpula do G-20 nos dias 15 e 16 de novembro em Brisbane, a terceira maior cidade australiana. A reunião abordará os esforços necessários para relançar um crescimento sustentável da economia e o imperativo de criar oportunidades de trabalho dignas e estáveis para todos.

''Quero pedir que os chefes de Estado e de Governo do G-20 não se esqueçam de que, por trás destas discussões políticas e técnicas, estão em jogo muitas vidas. Seria lamentável que tais discussões ficassem apenas em declarações de princípios", escreve o papa, recordando que "há no mundo, mesmo dentro dos países pertencentes ao G-20, muitas mulheres e homens que sofrem por causa da desnutrição severa, do crescimento do número de desempregados, da altíssima porcentagem de jovens sem trabalho e do aumento da exclusão social, que pode desembocar na atividade criminosa e, inclusive, no recrutamento de terroristas".

O Santo Padre também observa que "há uma agressão constante ao ambiente natural, resultado de um consumismo desenfreado; isto provocará graves consequências na economia mundial".

"Tenho a esperança de um consenso substancial e real sobre os temas do programa. Do mesmo modo, espero que a avaliação dos resultados deste consenso não se limite aos índices mundiais, mas também leve em conta a melhora real das condições de vida das famílias mais pobres e a redução de todas as formas de desigualdade inaceitável".

Sobre a mudança climática, o papa destaca a sua esperança “a propósito da agenda pós-2015, que será aprovada durante a atual Assembleia das Nações Unidas e que deveria incluir os temas vitais do trabalho decente para todos e da mudança climática”.

Sobre o Oriente Médio, o pontífice recorda: "O mundo inteiro espera do G-20 um acordo cada vez mais amplo, que possa levar, no marco da ordenação das Nações Unidas, ao fim definitivo da injusta agressão contra diferentes grupos religiosos e étnicos no Oriente Médio, incluídas as minorias. Também teria que levar à eliminação das causas profundas do terrorismo que atingiu proporções até agora inimagináveis; entre essas causas estão a pobreza, o subdesenvolvimento e a exclusão".

"Cada vez é mais evidente que a solução deste grave problema não pode ser exclusivamente de tipo militar, mas focada também nos que apoiam os grupos terroristas com a política, com o comércio ilegal de petróleo e com armas e tecnologia".

"Também é necessário um esforço educativo e uma consciência mais clara de que a religião não pode ser usada como forma de justificar a violência. Estes conflitos deixam cicatrizes profundas e causam situações humanitárias insuportáveis em várias partes do mundo". Os membros do G20 devem ser "exemplo de generosidade e solidariedade perante as necessidades das vítimas destes conflitos, especialmente dos refugiados".

"A situação no Oriente Médio exige a responsabilidade da comunidade internacional de proteger os indivíduos e os povos dos ataques extremos aos direitos humanos e do total desprezo do direito humanitário".

Há necessidade de “proteger os cidadãos de cada país de formas de agressão que são menos evidentes, mas igualmente reais e graves, como os abusos no sistema financeiro, tais como as transações que levaram à crise de 2008 e, em particular, a especulação desligada de vínculos políticos ou jurídicos e a mentalidade que vê no máximo lucro o objetivo final de toda a atividade econômica".

"Com uma mentalidade que, em último termo, descarta as pessoas, nunca se obterá a paz nem a justiça. Tanto em nível nacional como internacional, a responsabilidade para com os pobres e marginalizados deve ser um elemento essencial de toda decisão política".

Francisco pede que os sacerdotes sejam santos e não funcionários

Francisco pede que os sacerdotes sejam santos e não funcionários

Queridos irmãos e irmãs, estamos na Igreja de Cristo por graça Dele e Ele nos convida a sermos servidores com zelo pastoral para buscar todas as ovelhas para o Seu Redil. A vocação vem de Deus e a resposta é do homem que deve ser plena, livre e aberta a todos, principalmente aos que mais precisam de nossa mão que ajuda, abençoa e alivia as tensões da vida moderna.

Devemos ser testemunho do verdadeiro pastor que é Jesus e nosso serviço a Igreja no ministério sacerdotal devem estar unido a Cristo. Não se deve fazer do sacerdócio ministerial motivo de privilegio, mas de serviço desinteressado ao outro. O nosso amor a Deus deve estar sintonizado no amor de Cristo, modelo servo que nos impulsiona para a missão. Evangelizar é preciso e Cristo deve ser anunciados a todos. ( Jose Benedito Schumann Cunha)

Mensagem do Santo Padre à sessão plenária da Conferência Episcopal Italiana, em Assis

Por Redacao

ROMA, 12 de Novembro de 2014 (Zenit.org) - O papa Francisco enviou uma mensagem aos participantes na 67ª Assembleia Geral da Conferência Episcopal Italiana (CEI), que acontece desde domingo e vai até amanhã em Assis. O tema é a formação dos sacerdotes.

Na mensagem, lida pelo cardeal Angelo Bagnasco, presidente da CEI, o papa fala de Assis recordando o grande amor e veneração de São Francisco pela Santa Mãe Igreja hierárquica e, em particular, pelos seus sacerdotes, “através dos quais a maternidade da Igreja chega a todo o povo de Deus”.

O Santo Padre mencionou os sacerdotes que conheceu e “cuja vida viu passar entre as pessoas das nossas paróquias, educando as crianças, acompanhando as famílias, visitando os doentes em suas casas e no hospital, cuidando dos pobres, sempre conscientes de que separar-se dos outros ‘para não se sujar’ é a pior maneira de sujar-se".

“Os sacerdotes santos são pecadores perdoados e instrumentos de perdão. A sua existência fala a linguagem da paciência e da perseverança; não são turistas do espírito, eternamente indecisos e insatisfeitos, porque sabem que estão nas mãos d’Aquele que cumpre as suas promessas e cuja providência significa que nada pode separá-los desse pertencimento. Sim, ainda é tempo de sacerdotes desta envergadura, pontes para o encontro entre Deus e o mundo”.

“Sacerdotes como estes”, prosseguiu o papa, “não podem ser improvisados: eles são bem formados no seminário e a ordenação os consagra para sempre como homens de Deus e servidores do povo”. Mas “a identidade do presbítero, precisamente porque vem do alto, exige dele um caminho diário de readequação, partindo daquilo que fez dele um ministro de Jesus Cristo”.

A formação dos sacerdotes não tem limite de tempo, “porque os sacerdotes não deixam nunca de ser discípulos de Jesus, de segui-lo. Portanto, a formação, como discípulo, acompanha toda a vida de um ministro ordenado”.

O papa recorda também “que não se precisa de sacerdotes clericalistas, cujo comportamento é provável que afaste as pessoas de Deus, nem de sacerdotes funcionários, que, enquanto interpretam um papel, procuram a sua consolação longe de nosso Senhor”.

“Só aquele que se torna como o Bom Pastor encontra unidade, paz e força na obediência do serviço; só aquele que respira no horizonte da fraternidade sacerdotal sai da falsidade de uma consciência que pretende ser o epicentro de tudo e a única medida dos próprios sentimentos e atos”.

O pontífice encerrou desejando que os participantes vivam “jornadas de escuta e de confrontação, que os levem a traçar rotas de formação permanente, conjugando a dimensão espiritual com a cultural, a comunitária com a pastoral: estes são os pilares das vidas edificadas de acordo com o Evangelho, consolidadas na disciplina diária, na oração, na guarda dos sentidos, no sadio cuidado de si mesmos, no testemunho humilde e profético; vidas que devolvem à Igreja a confiança que ela, em primeiro lugar, depositou neles”.

A doença nos faz pensar e refletir




A doença nos faz pensar e refletir

Queridos irmãos e irmãs, a vida é o maior dom que Deus nos deu, mas como ainda estamos no mundo, a fragilidade e a instabilidade a cercam. Estamos sujeitos a temporalidade e ainda a doença que atinge o nosso corpo mortal. Jesus vindo ao mundo quis nos salvar por inteiro, isto é corpo e alma. Assim, Deus nos deu a sua vida e ainda a possibilidade da ressurreição para nós se convertermos a Ele de todo coração e buscar a ser fiel ao seu  projeto de salvação.

Jesus nos ensina, se crermos que Ele é o Senhor então mesmo se estiver já morto ressuscitaremos no ultimo dia. A morte e a ressurreição de Jesus deram um basta no poder da morte para sempre, agora ela não tem a ultima palavra. A vida nova que Jesus Cristo traz para cada um de nós que quer estar em comunhão com Ele e com todos nos dá uma esperança que ultrapassa todos os nossos sentidos. Cada um de nós somos salvos pelo amor de Deus que se transborda no coração misericordioso de nosso Senhor Jesus Cristo.

A doença e a enfermidade nos ensinam muito e nos chamam a sermos solidários e compassivos com todos. Somos impelidos a ser balsamos que regeneram o nosso irmão fragilizado pela dor e pela doença.

O nosso Papa Emérito Bento XVI nos exortou e nos falou ao nosso coração para que pensemos e  que reflitamos da nossa atitude diante da vida dos nossos enfermos e ainda dos que são excluídos de nossa sociedade. Jamais podemos ficar omissos e insensíveis diante de um necessitado de nossa ajuda. Assim disse ele: “O hospital é um lugar que poderíamos dizer de certo modo "sagrado", onde se experimenta a fragilidade da natureza humana, mas também as enormes potencialidades e recursos do engenho do homem e da técnica ao serviço da vida”. (BENTO XVI - DISCURSO 22/04/2007)

Assim, meus irmãos e irmãs, sejamos portadores da esperança e que sejamos luzes que refletem o dom da vida que vem de Deus a todos para que louvemos o Senhor em todas as situações de nossa existencia. Amém!!!

Tudo por Jesus nada sem Maria!!!

(Jose Benedito Schumann Cunha- Bacharel em teologia e filosofo)