Alguns dias atrás, estava com um amigo vendo os comentários de publicações deste diário virtual. Li que até de "criança atrevida" fui chamado. É pena ter pessoas de nível inferior ao de um cristão que tenha a coragem e a "cara-de-pau" de criticar um texto que conta uma história pessoal e singular. No entanto, fico alegre em ver estes debates e gostaria de contar para vocês que sou a favor da unidade na diversidade. Gosto muito da RCC, mesmo não sendo mais integrante do movimento. Ainda tenho meus amigos carismáticos.
Caros amigos, fui chamado também de "criança". Sou mesmo jovem, até adolescente, emancipado (número da certidão: 145). Tenho até um certo espírito de criança por acreditar na pureza da vida. Contudo, em apenas 17 anos vivendo e aprendendo, sem falsa modéstia, já posso declarar que tenho uma vasta experiência de vida e, principalmente, dentro da RCC.
Quero esclarecer a vocês que, na contemporaneidade, modernidade ou pós-modernidade, seja lá que definição tenha o mundo em que vivemos o hoje, crianças são aquelas pessoas de zero a 12 anos de idade, apesar de existirem casos específicos de crianças que desenvolvem crianças antes da hora, já envolvidas com o tráfico de drogas, com a prostituição, etc. Isso devido à miserabilidade social e humana do nosso país.

Abraços fraternais...
Maicon Deivison Pinto Tavares é estudante secundarista, voluntário da Pastoral da Criança da Paróquia Santa Rita de Cássia de Montes Claros e missionário da Pastoral da Comunicação Arquidiocesana
maicon_ptavares@hotmail.com
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