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Acreditamos, muitas vezes, que os estudantes de hoje são verdadeiros monstros. É o que a mídia nos mostra. Quando nos deparamos com uma notícia de um aluno e um professor que tiveram um “incidente”, logo ficamos angustiados e desesperados a ponto de crermos que os estudantes jovens em formação são autores de barbaridades contra os seus professores. Será mesmo? Acredito que não.
Estudantes estão em fase de capacitação e, dentro de uma instituição de ensino séria, têm direitos a ser também respeitados. A Constituição da República Federativa do Brasil propõe e garante isso. Todo estudante tem que se sentir seguro e confortado dentro da instituição na qual estuda. O aluno está em fase de formação e os educadores já foram formados para lidar com toda esta diversidade de cultura, raça, religião, etc que encontramos dentro das escolas.
É muito triste ver na televisão notícias que contam que “Professor quebra braço de aluno” ou “Professora discrimina aluno”. Temos que lutar pelos direitos das nossas juventudes. Muitas pessoas criticam o Estatuto da Criança e do Adolescente, chamando-o até de “mal afamado Estatuto”, coisa que não é verdade. Se queremos, de fato, ver as juventudes ocuparem o seu lugar, temos que estar ao lado do Estatuto da Criança e do Adolescente.
Todos os jovens possuem direitos a um tratamento humano e respeitoso. Se o jovem é respeitado, por consequência, respeitará todas as pessoas. Vamos juntos abraçar esta causa digna que é o Estatuto da Criança e do Adolescente. Você, que ainda não conhece a riqueza que é o conteúdo deste Estatuto, leia-o (mas leia-o mesmo), antes de julgá-lo de “mal afamado”.
Os professores merecem respeito e carinho sim, mas devem ter paciência e afabilidade com os seus alunos. Professor e aluno têm mesmo é que ser amigos. A todos, os meus votos de paz e amor. Abraço forte no coração das juventudes brasileiras, e no coração dos meus amigos professores também.

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