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Queridos irmãos e irmãs em Cristo, no amor de Maria e na intercessão de Santo Antônio...
A liturgia nos envolve no mistério de Cristo ressuscitado. Somos um povo eleito e estamos a caminho do Reino definitivo. Aqui na terra, temos muitos que vão ser contra a felicidade e o bem comum das pessoas. A palavra de Deus proclamada e quando cai no nosso coração produz muitos frutos de bondade, de amor e de misericórdia.
Hoje é um dia dedicado ao Sagrado Coração de Jesus que nos mostra o amor de Jesus por todos e o seu coração está sempre aberto para acolhê-los, principalmente os doentes, os pobres, os idosos, as crianças indefesas e abandonadas, e todos aqueles que são excluídos no nosso sistema capitalista e materialista da nossa sociedade moderna.
Celebramos na sexta-feira passada (03/02) a memória de São Brás, protetor da garganta.
No Livro do Eclesiástico, encontramos o relato que enaltece os feitos de Davi. Muitas maravilhas de Deus foram feitas por intermédio dele. Ele exterminou inimigos e foi um grande guerreiro. Em tudo que fazia, Davi dava graças a Deus que caminha na história do seu povo. Deus enchia Davi de glória e de bênçãos. Havia festas não para mandar matar, mas para dar louvor e glória aos feitos que Deus fez naquele tempo e ainda faz em nosso meio.
Deus está presente onde há paz e justiça.
Estamos realmente promovendo a paz e a justiça no nosso meio?
Somos gratos a Deus por tantas maravilhas que nos concede? (cf. Eclo 47, 2-13).
A Palavra de Deus nesta sexta-feira nos fala do incômodo que o profeta faz naqueles que não querem se converter a Cristo. No Evangelho de Marcos, nos é mostrado como Herodes fez para matar João Batista. Em uma festa de alegria, traz a controvérsia do ódio, do ciúme e da contraposição da verdade. Dá de presente à filha de Herodíades a cabeça de João Batista.
Onde chega a prepotência e a maldade do poder que ignora a verdade e a dignidade e a vida da pessoa?
Jesus já agia com muito poder e a sua fama se espalhava e chegou aos ouvidos dos poderosos e dos que não querem perder o privilégio e nem mudar de vida.
Jesus não é reconhecido por essas pessoas e alguns pensam como Herodes que foi João Batista ou Elias ou alguns dos profetas que ressuscitaram, porque Jesus é a autoridade que cura, denuncia e propaga a verdade de Deus, pois Ele é o filho de Deus, o libertador da humanidade. Não se pode nunca calar a verdade de Deus (cf. Mc 6, 14-29).
O que estamos fazendo coincide com a vontade de Deus?
Será que estamos sempre querendo o bem e convertendo-nos todo dia para Deus?
Que esta liturgia nos faça ser mais coerentes na missão e em nossos trabalhos pastorais pela causa do Reino de Deus!!!
Que Jesus seja amado e reconhecido por todos nós!!!
Amém!!!
São Brás, rogai por nós!!!
Texto pensado, produzido e escrito para ser publicado em 03-02-2012
Bacharel em Teologia pela Pontificium Athenaeum S. Anselmi de Urbe (Roma/Itália) e Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), José Benedito Schumann Cunha é engenheiro. Tem ainda formação em História e Pedagogia. Nasceu em 03 de abril de 1957, em Cristina, Minas Gerais. Atualmente mora em Itajubá (MG). Além de colaborar com o Blog da Pastoral da Comunicação (Pascom) da Arquidiocese de Montes Claros, ajuda na Pascom da Paróquia São José Operário de Itajubá. Preside também Celebração da Palavra nesta Paróquia e em algumas paróquias vizinhas. Já esteve, por dois meses e meio, experimentando a vocação religiosa.
Foto de José quando ministro do Batismo
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LOCAL
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Telefone: (38) 3213-3060
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