A Igreja deve ser dinâmica e
corajosa na missão
Nós somos parte
integrante da Igreja de Cristo, isto ocorreu quando fomos batizados. Na realidade
e por causa disso, somos comprometidos com Cristo na nova evangelização que o
mundo precisa, pois ele está caminhando, às vezes, como que Deus não existisse
e ainda vemos as pessoas desorientadas, precisando de uma voz segura que as
leve a caminhos seguros onde possam encontrar paz, vida e justiça. O reino de
Deus se constrói com a participação dinâmica de todos, não podemos contentar
com pouco, mas fazer acontecer a mudanças que Deus quer fazer através de nossas
mãos. ( Jose Benedito Schumann Cunha)
Atualizada em 03/05/2013 às 15h41
Todos os cristãos têm o dever de
transmitir a fé com coragem. Esta é a exortação que o Papa Francisco fez esta
manhã na Missa celebrada na Capela da Casa Santa Marta, com a participação da
Guarda Suíça. Concelebrou com o Papa o Presidente do Pontifício Conselho das
Comunicações Sociais, Dom Claudio Maria Celli.
O Papa dedicou sua homilia ao
tema da coragem no anúncio do Evangelho. Todos os cristãos que recebem a fé
devem transmiti-la, proclamá-la com a vida e com a palavra. Francisco contou um
episódio da sua infância abordando a forma como a fé foi transmitida através da
sua avó, quando o levava a participar na procissão da Sexta-Feira Santa e lhe
dizia: “Jesus está morto, mas amanhã ressuscitará”. “A fé entrou assim: a fé em
Cristo morto e ressuscitado. Na história da Igreja, muitos tentaram encobrir
esta certeza, falando de uma ressurreição espiritual. Não, Cristo está vivo!”,
afirmou o Papa. O Santo Padre recordou que na Bíblia lemos que Abraão e Moisés
têm a coragem de “negociar com o Senhor”. Uma coragem em favor dos outros, em
favor da Igreja, que é necessária ainda hoje:
“Quando a Igreja perde a coragem,
entra na Igreja uma atmosfera morna. Os cristãos mornos, sem coragem… Isso
prejudica a Igreja, começam os problemas entre nós; não temos horizontes, não
temos coragem, nem a coragem da oração ao céu nem a coragem de anunciar o
Evangelho. Somos mornos… e não temos a coragem de enfrentar os nossos ciúmes,
as nossas invejas, o carreirismo, de avançar egoisticamente… a Igreja deve ser
corajosa!”
Os membros da Igreja
tem que vencer a si próprios, pois se fecharem no intimismo e no descompromisso
com a missão evangelizadora deles, nada anda e ainda se estagna. Assim, a
Igreja fica paralisada e sem dar frutos bons. A Igreja sempre rejuvenesce com o
dinamismo de uma comunidade viva que dá testemunho da sua fé em Cristo vivo e
ressuscitado no nosso meio. Jesus nos diz se nós o amarmos e ainda segui-Lo
coerente, O Pai e Ele vem fazer morada em nós na força do Espirito Santo que
nos ilumina e nos santifica. Essa palavra pode ser conferido nesse versículo: "Se alguém me ama, guardará a minha palavra.
Meu Pai o amará, nós viremos a ele e faremos nele morada" . (Jo 14:23) (Jose
Benedito Schumann Cunha)

Fonte: Rádio Vaticano e postado pela www.rs21.com.br
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