"A alegria nos torna livres"
Queridos irmãos e irmãs, no ultimo dia 31 de maio, nós celebramos a memoria da virgem Maria, visitando a sua prima Isabel. Após, anuncio do anjo da encarnação de Jesus, onde Ela deu seu sim a Deus, Maria ficou sabendo também que sua prima estava gravida. Ela não hesitou de ir até lá prestar ajuda, pois sua prima já era de idade avançada. O caminho é rude, pois é de montanha, isso não impediu de ir até lá e se pôs a serviço dela. Ela não se fez de arrogante e nem quis ter privilegio por ser a mãe do Salvador. Logo que chega a casa de Isabel, a sua saudação, de Isabel e do menino no ventre dela foi de jubilo por Maria ter crido e aceito o pedido de Deus para ser mãe de Jesus. Ela humildemente se faz serva e engrandece a Deus, pois Ele é a razão de toda a graça no mundo.(José Benedito Schumann Cunha)
Durante a missa em Santa Marta, papa Francisco lembra que é impossível anunciar o Evangelho se a pessoa está na tristeza ou desanimada. Por Luca Marcolivio. CIDADE DO VATICANO, 31 de Maio de 2013 (Zenit.org) - A alegria é uma condição necessária para a proclamação do Cristo ressuscitado. Papa Francisco já manifestou este conceito em vários momentos desde o início do seu pontificado, e esta manhã o reiterou durante a homilia na Santa Marta.
O Papa concelebrou com o cardeal Jozef Tomko, o Arcebispo de Faridabad-Delhi, Kuriakose Bharanikulangara, e o Arcebispo de Belo Horizonte, Walmor Oliveira de Azevedo. Alguns funcionários participaram da missa, alguns dos Serviços Financeiros do Vaticano, acompanhados pelo diretor, Sabatino Napolitano, e alguns colaboradores da Guarda Suíça.

Neste sentido, o Santo Padre citou as palavras de seu predecessor Paulo VI que "dizia que não se pode levar adiante o Evangelho com cristãos tristes, desencorajados, desanimados”. O autêntico “criador da alegria” é o Espírito Santo que “nos dá a verdadeira liberdade cristã”. Sem alegria, nós cristãos “não podemos nos tornar livres”, pelo contrário “nos tornamos escravos das nossas tristezas”, acrescentou. A tal ponto que muitos cristãos parecem “ir mais a uma procissão fúnebre” do que “louvar a Deus”. O louvor a Deus, explicou depois o Papa, acontece quando se sai de si mesmo “gratuitamente, como é gratuita a graça que Ele nos dá”. Louvar a Deus, é algo maior do que um simples agradecimento e a eternidade consistirá precisamente no louvar a Ele: “E isso não será chato, será maravilhoso!. A alegria do louvor “nos faz livres”, acrescentou. (Tradução Thácio Siqueira)
Modelo de alegria e de louvor a Deus é a Virgem Maria, que, não à toa, a Igreja chama “causa da nossa alegria”, porque “leva a maior alegria que é Jesus”, lembrou Francisco. O Santo Padre concluiu sua homilia pedindo para "rezar a Nossa Senhora, para que trazendo Jesus nos dê a graça da alegria, da alegria da alegria”.
As palavras do nosso Papa Francisco ecoam no nosso coração e enchemos de alegria em Deus que nos consola em toda aflição. Ele nos coloca em movimento a favor do outro e nos traz a consolação do Espirito Santo que nos enche de alegria e de gratidão a Ele. O mundo deve ser preenchido do amor que se traduz em serviço aos irmãos e irmãs que precisam de nossas mãos estendidas que animam os desanimados e traz a alegria em abundancia na vida deles. Sem Deus nós ficamos solitários e infelizes e quando entramos em comunhão com Ele tornamos alegres e bons servidores dos mais necessitados de ajuda solidaria e humanitária. Na ação do Espirito Santo, tornamos missionário da boa nova de Cristo. O mundo se enche cores que se unem para alegria de todos. Desse modo, cantaremos salmos de louvor a Deus que irradia alegria a todos os cantos do mundo. Amém (José Benedito Schumann Cunha)
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