Queridos
irmãos e irmãs, nós somos pessoas novas, quando temos, cada vez mais, a experiência de
estar com Deus na oração, na vivência comunitária, na família, na sociedade, na
Igreja e no mundo. Nós devemos espalhar o amor de Deus em nós, traduzindo em atos, que transforma
a realidade de morte desse mundo para a de vida plena. Onde há o pão partilhado ninguem passa fome.
A liturgia nos
chama atenção para nascermos de novo, isto é, do alto onde está Deus, porque Ele
é o sumo bem e todas as coisas criadas por Ele foram boas e completas. Deus não
faz imperfeição, mas o pecado é que trouxe adistorção nas coisas criadas e nas
nossas ações que espalham, muitas vezes, incompreensão, maldade, violência e
tudo que nos distancia do Deus da vida e dos nossos irmãos e irmãs.
No
livro dos
Atos dos Apóstolos nos mostra a experiência de vida em comum na
comunidade onde
tudo é partilhado em prol do bem de todos. Todos eram e sentiam um
coração e uma alma na comunidade dos primeiros cristãos. Os
bens materiais, dinheiros e as vidas eram colocados a serviço de todos
membros e ninguém passava necessidade. As pessoas recebiam os bens a as
ajudas, conforme
necessidade de cada uma. Temos esta bela narração da ação do exemplo de
José que foi: “José, chamado pelos apóstolos de Barnabé,
que significa filho da consolação, levita e natural de Chipre, possuía um
campo. Vendeu e foi depositar o dinheiro aos pés dos apóstolos”. (cf. At 4,
32-37).

Assim,
se queiramos
ser Deus e viver conforme a sua vontade é preciso ter a coragem de dar o
sim a Ele, praticando o bem, a justiça, o amor, a misericórdia, a
partilha que não
nos deixa ter acúmulos de bens e buscar uma vida em comum com todos. Desse modo
estaremos sendo testemunha de Cristo Ressuscitado e missionário Dele em
todos os lugares.
Vale a pena ser de Cristo e irmãos uns dos outros. Tudo por Jesus nada
sema Maria. Amém
Bacharel em teologia Jose Benedito Schumann Cunha
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